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3/02/2016

Algumas mães sugeriram que abordássemos aqui sobre a moleira e o formato da cabeça do bebês. Então, dei uma boa pesquisada e separei alguns tópicos bem importantes.

Bom, primeiro, as moleiras são uma das primeiras preocupações dos pais, é incrível, como todos sentem uma insegurança, quando a isso. O nome oficial para essa "parte " é fontanela, que são aberturas no osso do crânio do bebê separadas por linhas também abertas, chamadas suturas. Existem duas, no topo da cabeça e atrás.

As funções das fontanelas que se encontram no alto da cabeça dos bebês e das suturas são promover o momento do parto, facilitando assim a passagem do bebê pelo canal vaginal e permitir o crescimento adequado do cérebro. Ou seja, elas são como que flexíveis para ajudar a cabeça do bebê a sair, por isso que quando nascem de parto normal, a cabeça apresenta uma certa deformidade, como num formato de cone, que em poucas horas volta ao normal. É perfeito!

No primeiro ano de vida, o cérebro cresce metade do seu tamanho que terá quando adulto, alcançando quase seu crescimento total ao fim do segundo ano de vida.

A fontanela menor fecha-se até o segundo mês de vida do bebê, já a fontanela maior fecha-se entre o nono e décimo quinto mês mês.

Para saber se tudo está bem, é preciso levar o bebê ao pediatra regularmente, o ideal é 1 consulta por mês até o oitavo mês de vida. Para que caso ele perceba qualquer problema, já se inicie o tratamento adequado.  


Ossos do crânio do recém-nascido - foto: GunitaR/ShutterStock.com
Fonte: Google Imagens - ShutterStock

Para observar:

O crânio do bebê deve crescer em formato harmonioso, ou seja, você olha e nada lhe chama a atenção, laterais e topo se fecham como que em círculo. Se por acaso você notou algo de diferente, converse com seu pediatra para que ele possa lhe orientar melhor.

Algumas intervenções no desenvolvimento do crânio do bebê têm uma data limite para sofrer intervenção, caso contrário o bebê pode ter sequelas como, problemas com crescimento e aprendizado.


O que é normal na moleira?


  • A moleira pulsa e se o bebê chora ela pulsa ainda mais e mais forte. Não estranhe, ela sempre pulsará!
  • A moleira pode fechar mais cedo e também pode fechar mais tarde, depende da criança. Isso não quer dizer que seja um problema, desde haja uma avaliação de um médico.

O que não é normal na moleira?

  • A moleira não pode estar afundada e nem abaulada. Em ambos os casos um médico deve ser procurado.
  • Caso você perceba que a moleira do bebê está afundada, atenção. É sinal de que o bebê pode estar desidratado.
  • Se a moleira apresentar uma forma arredondada, de baú, pode significar excesso de vitamina A, entre outros fatores.


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O que é Cranioestenose?


Existe uma alteração conhecida como Cranioestenose, caracterizada pelo fechamento precoce das fontanelas e suturas, ocorrendo deformidades no crânio, já que o cérebro fica sem espaço para crescer adequadamente.

A cranioestenose não tem uma causa definida, mas pode ter motivos hereditários, intra-uterina, infecciosa ou até mesmo o uso de alguns medicamentos durante a gestação, como anticonvulsivantes.

O diagnóstico é feito pelo médico a partir de exame físico do bebê. Através de exames radiológicos e de neuroimagem, o profissional verifica as suturas fechadas e as possíveis malformações dos ossos da face e do sistema nervoso que a cranioestenose pode causar.


Tipos de Cranioestenose:


Fonte: http://cs.i.uol.com.br/album/14122011plagiocefalia_f_001.jpg


Informações:


Desde 1992, quando a Academia Americana de Pediatria passou a recomendar que os bebês dormissem de barriga para cima, o número de morte devido à Síndrome da Morte Súbita Infantil – a principal causa de morte entre crianças menores de 1 ano naquele país – caiu pela metade. 

Apesar da diminuição das mortes, os pediatras perceberam um aumento significativo nos casos de bebês com a cabeça achatada. O problema também é conhecido como plagiocefalia posicional. E acontece quando o recém-nascido fica deitado sempre na mesma posição, não ocorrendo a devida movimentação das placas cranianas, deixando-a achatada. Nos Estados Unidos, cerca de 13% das crianças saudáveis têm algum achatamento na cabeça. 

Por isso, as novas recomendações de cuidados com a cabeça do bebê foram publicadas na revista científica Pediatrics para prevenir esse tipo de problema. Confira: 

- Aumente o tempo que a criança fica de barriga para baixo. Segundo o pediatra James Laughlin, autor do novo relatório, o bebê deve passar, pelo menos, 30 minutos por dia nessa posição. O ideal é ir aumentando esse tempo aos poucos para que a criança se acostume e desenvolva os músculos do pescoço e da nuca. “Além disso, estudos mostram que bebês que ficam nessa posição têm melhor desenvolvimento motor”, diz o especialista. 

- Mude a direção que o bebê dorme no berço semanalmente. Aqui, a ideia é incentivar o bebê a virar a cabeça em direções diferentes. Se quando ele dorme com a cabeça virada para a cabeceira do berço olha para um abajur, por exemplo, ao virar os pezinhos para a cabeceira, seu bebê vai ter outro campo de visão e pode se interessar por um brinquedo que está fora do berço em outra direção. O objetivo é oferecer novos estímulos para que a criança olhe em diferentes posições. 

- Cuidado com a cadeirinha. Apesar de manter uma posição diferente, o apoio para a cabeça é duro e pode facilitar que o bebê desenvolva assimetria. Por isso, especialmente nos primeiros 6 meses, é importante que a criança só fique na cadeirinha enquanto estiver no carro. 

- Durante o dia e sob a sua supervisão, o bebê pode dormir de lado e até de barriga para baixo. Mas só se você estiver por perto! 

- Quando o bebê estiver no colo, segure-o na posição vertical, com a cabeça apoiada em seu braço ou ombro. Alterne também na hora de amamentar. 

Na maioria dos casos, o reposicionamento é suficiente para evitar problemas. Mas, se você perceber algum achatamento na cabeça do seu filho, procure ajuda o quanto antes. Quanto mais cedo mais fácil o tratamento. Os pediatras acreditam que até os 6 meses, o problema é revertido facilmente.

Vale lembrar ainda que a plagiocefalia posicional, em casos graves, pode causar o fechamento da mandíbula e problemas visuais. Mas, na maioria dos casos, é apenas um problema estético e não prejudica o desenvolvimento da criança.


Tratamento:


O tratamento por vezes é cirúrgico e tem por objetivo criar espaços para o desenvolvimento normal do cérebro e corrigir as deformidades existentes, prevenindo ou aliviando as sequelas que possam existir.
Em alguns casos o uso de um capacete específico por ajudar na"remodelação"do crânio. Por isso a necessidade de um médico sempre acompanhar.


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bjinhos!
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1/11/2016

Olá mamães! Hoje vamos falar sobre refluxo. Muitas vezes sem passa desapercebido, outras demora a passar e pode afetar o desenvolvimento do bebê. Então vamos entender melhor...
O refluxo em bebês pode acontecer devido à imaturidade do estômago e parte gástrica, ou quando o bebê tem alguma dificuldade de digestão, intolerância ou alergia ao leite ou algum outro alimento da sua alimentação.
O refluxo em bebê recém-nascido não deve ser considerado uma situação preocupante quando a quantidade é pequena e acontece apenas após a mamada. O que é normal acontecer, aquela golfada básica. Porém, quando o refluxo acontece várias vezes, em grande quantidade e muito tempo depois da mamada, pode ser o tal refluxo e assim deve ser avaliado pelo pedia

Para cuidar do bebê com refluxo, os pais devem tomar algumas providências para ajudar.  Como, colocar o bebê para arrotar durante e após as mamadas e evitar deitar o bebê nos primeiros 30 minutos após as refeições, pois é normal que, devido à imaturidade do trato gastrointestinal, o bebê possa golfar. 
Sintomas de refluxo em bebê, nos casos em que é considerado doença, incluem:
  • Sono agitado;
  • Vômitos constantes;
  • Dificuldade para mamar;
  • Irritação e choro excessivo;
  • Rouquidão, pois a laringe inflama;
  • Dificuldade para ganhar peso;
  • Inflamações frequentes nos ouvidos.
Na presença destes sintomas, é importante levar o bebê ao pediatra ou gastroenterologista pediátrico para fazer o diagnóstico e orientar o tratamento.

 

Medidas antirefluxo 

  • Amamentar o bebê na posição vertical, pois permite que o leite fique no estômago;
  • Manter o bebê com a boca bem preenchida com o mamilo ou com o bico da mamadeira, para evitar que engula muito ar;
  • Dar refeições frequentes durante o dia, mas em pequenas quantidades para não encher muito o estômago;
  • Evitar balançar o bebê até 2 horas após amamentar, mesmo que no bebê conforto, para que o conteúdo do estômago não suba para a boca;
  • Utilizar um calço por baixo do colchão da cama ou um travesseiro anti-refluxo para elevar o bebê durante o sono, diminuindo o refluxo à noite, por exemplo.
Em alguns casos o pediatra pode ainda recomendar retirar o leite de vaca da alimentação do bebê, caso esteja sendo utilizado, assim como engrossar o leite oferecido ao bebê com fubá, farinha de arroz ou produtos próprios como o Mucilon.

Normalmente, o refluxo em bebês melhora após os 3 meses de idade, pois o esfíncter (válvula que fecha a passagem pro estômago) se torna mais forte depois dessa idade. No entanto, é possível que alguns bebês mantenham este problema por mais tempo. 

Quando fazer o tratamento do refluxo?
O tratamento para refluxo em bebê, geralmente, é recomendado quando o bebê mantém o refluxo além dos 18 meses de idade ou quando não é possível reduzir a frequência dos casos de regurgitamento apenas com os cuidados em casa. Ou quando seu desenvolvimento é afetado, tanto peso quanto tamanho. 
Nestes casos, o pediatra irá fazer o tratamento mais adequado para a causa do refluxo no bebê, que pode incluir o uso de remédios para refluxo gastroesofágico, como Omeprazol, Domperidona ou Ranitidina, assim como alterações na alimentação do bebê, por exemplo.

Quando ir no pediatra

Deve-se consultar o pediatra para iniciar o tratamento do refluxo quando o bebê apresenta algum destes sintomas:
  • Irritabilidade frequente durante ou após as refeições;
  • Vômitos em grande quantidade até 2 horas após amamentar;
  • Recusa para comer;
  • Atraso no desenvolvimento ou dificuldade para engordar.
Nestes casos, o bebê pode ter uma doença, como refluxo gastroesofágico, que deve ser devidamente tratada para evitar os episódios de refluxo frequentes.
Evite a automedicação e se desconfiar de algo siga a intuição de mãe. 
Tem alguma dúvida? 
Mande para nós!
Bjinhos! 
4

10/24/2015

Olá mamãe!

Você sente alguns desconfortos, e no entanto não sabe se são sintomas da gravidez ou se deve se preocupar? Colocamos aqui alguns dos sintomas que podem significar que há algo de errado com a gravidez:


Dores na barriga
Dores na parte superior da barriga pode indicar má-digestão, infecção alimentar causada por vírus ou pré-eclâmpsia, que é um problema grave que precisa ser avaliado rápido.
Dores na parte inferior da barriga pode significar que você só tenha distendido um ligamento, é importante ficar atenta, mas também pode ser sinal de gravidez ectópica, aborto espontâneo, trabalho de parto prematuro, mioma ou descolamento de placenta, por isso é importante falar com o médico.

Febre
Se sua temperatura está acima de 37,5ºC fique atenta e entre em contato com seu médico.
Se a febre passar de 38,5ºC, você pode estar com uma infecção, procure seu médico para que assim ele te examinar e fazer o tratamento adequado. Temperatura a níveis elevados por muito tempo pode ser prejudicial para o bebê, causando tarquicardia no feto.

Diminuição dos movimetos do feto após 22 semanas.
Se você não tiver sentido o bebê em 24 horas, tente comer chocolate ou estimular que ele se movimente, caso nada funcione, procure o médico.

Ganho rápido de peso de mais de 1 quilo, com inchaço, dor de cabeça e perturbações visuais.
Se o problema de visão persistir por mais de duas horas problemas como visão dupla, visão embaçada, pontos brilhantes ou luzes -- esses sintomas podem indicar pré-eclâmpsia.
Se o problema persistir por mais de duas horas problemas como visão dupla, visão embaçada, pontos brilhantes ou luzes -- esses sintomas podem indicar pré-eclâmpsia.
O ganho de peso repentino, sem relação com a alimentação, também pode ser um sinal de pré-eclâmpsia, especialmente se acompanhado de inchaço nas mãos e nos pés, dor de cabeça ou perturbações visuais.

Sangramento vaginal, leve ou intenso
O sangramento até um certa quantidade o começo da gravidez pode ser considerado normal, porém quando o sangramento for mais intenso, principalmente se acompanhado de dor nas costas ou dor abdominal, pode estar ligado a uma ameaça de aborto, que pode causar hemorragia. Nos estágios mais avançados da gravidez pode significar trabalho de parto prematuro (antes das 37 semanas).

Aumento súbito na sede e diminuição na urina
Esses sintomas podem ser sinal de desidratação ou de diabete gestacional, um problema que pode ser perigoso para a mãe e para o bebê.
Desmaio e tontura podem ser sinais de  alimentação com poucos nutrientes ou vitaminas, mas também pode significar que você está com a pressão baixa.

Fiquem atentas aos sintomas.

Boa sorte!

Bjos

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