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9/21/2016

Quando os bebês arrotam, "liberam" o ar que engoliram junto com o leite ao mamar. O ar também entra no sistema digestivo quando eles choram ou até durante a respiração. 
Por isso o arroto pode dar uma grande alívio ao bebê. 
Veja algumas perguntas e respostas selecionadas por nossas leitoras sobre o tema: 

1- DO QUE SE TRATA: Arroto é a eliminação de gases que se encontram no estômago dos bebês.

2- POR QUE ELES EXISTEM? Os bebês engolem ar enquanto choram, usam a mamadeira, chupeta e alguns bebês engolem ar quando mamam no peito. Nesse último caso, há provável erro de pega, afinal, na amamentação ao seio com pega correta não há entrada de ar. No caso das mamadeiras, existe ar dentro delas e, durante a mamada, o bebê engole ar junto com o leite. Mesmo que seja uma mamadeira top ultra mega “anti gases”. Sempre entra ar, a quantidade varia, mas sempre entra. Ponto.
3- E AGORA??? Calma, continue lendo.
4- MEU BEBÊ TEM QUE ARROTAR TODA VEZ? Não, não tem. Você colocar ele na posição para arrotar é uma coisa e ele arrotar de fato é outra. Bebês em aleitamento exclusivo irão arrotar bem pouco, bebês de mamadeira irão arrotar mais. Porém, não é um evento obrigatório. Existem bebês que nunca arrotaram na vida.
5- MAS TENHO QUE COLOCÁ-LO PARA ARROTAR TODA VEZ? Não, se o bebê estiver dormindo, por exemplo, não precisa. Basta deixá-lo deitado de forma que a cabeça fique mais elevada em relação ao corpo, por exemplo 30-45 graus. Mas não há problema em segura-lo no colo na vertical em torno de 5-10min. Não precisa dar tapinha. Lembre-se que nem sempre tem ar para ser eliminado, se não saiu nada, esquece o assunto.
6- ÀS VEZES QUANDO EU COLOCO O BEBÊ NO BERÇO OU QUANDO TROCO DE MAMA ELE FICA MUITO DESCONFORTÁVEL, ATÉ MESMO NO MEIO DA MAMADA. Sim, nesse caso, o bebê está sinalizando desconforto e você deve deixá-lo na vertical, provavelmente ele irá arrotar e muitos voltam a mamar depois.
7- SLING É BOM PARA EVITAR ARROTO? Sim, pois o bebê fica no colo da mãe, aconchegado e seguro e pouco chora. O choro é a principal causa de entrada de ar no estômago. Viva o sling!
8- PODE VIR UM POUCO DE LEITE JUNTO COM O ARROTO? Sim, é esperado. Não é doença, somente imaturidade do aparelho digestivo em manter o leite la dentro. Por volta dos 4 meses, quando os bebês adotam mais a posição vertical e estão mais maduros, não é mais necessário colocá-los para arrotar.
9- ARROTAR NO PEITO EMPEDRA O LEITE, AZEDA, SECA O LEITE. Não procede. Mito. Não tem relação, o arroto não influencia na produção do leite e nem altera seu sabor. 
10- Bebês que mamam na mamadeira têm mais gases?
Sim, normalmente os bebês que usam mamadeira em vez de mamar no peito sofrem com mais gases. Crianças amamentadas conseguem controlar melhor a saída de leite e determinam um ritmo mais lento à mamada, engolindo menos ar. 
11- Em que posição devo colocar o bebê para arrotar?
São três as posições mais usadas para colocar a criança para arrotar. Vá experimentando, porque cada criança reage de um jeito.

No ombro: coloque o bebê no seu ombro, apoiando o bumbum com seu braço, no mesmo lado. Com a outra mão, dê tapinhas nas costas dele ou faça uma leve massagem.

Sentado: Sente o bebê no seu colo de costas para você e incline o tronco dele para a frente, apoiando-o pelo ombro e no queixo. Dê tapinhas nas costas ou faça uma leve massagem. 

No colo, de frente para você: coloque o bebê no seu colo, de frente para você, mas sem erguê-lo até o ombro. Dê tapinhas ou faça massagem nas costas dele.



Eu particularmente, sempre preferi a posição sentado. Acho que força menos, o arroto sai mais fácil, e quase nunca precisa dos tapinhas nas costas. 

De qualquer forma sempre verifique como o bebê está após mamar. Principalmente os mais novinhos, que ainda estão aprendendo a engolir, a sugar, e o organismo deles também está amadurecendo conforme cresce e mama. 

Dúvidas sobre amamentação? Veja outros Post com esse tema. 

Boa semana mamães! Força pra nós todas! 


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5/17/2016

Olá mamães! Esses dias fiquei um pouco ausente, pois meu pitico ficou doente. Pegou uma gripe forte na escola e depois tomou a vacina de um ano, que teve reação, e depois nascimento de mais um dente. Resultado: Ficamos quase que 15 dias de molho... #mãesofre 



Por isso, vou dar algumas dicas do que poderia fazer de forma natural, para ajudar o desconforto da febre. 

Sobre a febre:

A febre nada mais é que uma temperatura de 37,5ºC para cima, mas nem sempre é um sinal de infecção. Inflamação, medicamentos e até excesso de sol e de agasalhos podem dar febre. Ela é um mecanismo de defesa, em que o corpo eleva a temperatura para combater agressores.

De acordo com a maioria dos médicos, o antitérmico deve ser usado a partir de 37,7ºC de febre. É preciso agasalhar a criança se ela estiver com frio e tremer, se treme é porque a temperatura sobe. Sempre verifique com o médico qual i melhor remédio para seu filho, de acordo com peso e idade. 

Leia esse artigo para entender melhor sobre a medicação correta no estado febril. http://www.ibilce.unesp.br/Home/Administracao456/CCI/Febre_ministeriodasaude.pdf

Febre de infecção bacteriana é diferente de febre de vírus

A febre viral acontece quando o corpo está lutando contra uma doença causada por um vírus, como em gripes ou resfriados. Esse tipo de febre passa normalmente em até três dias e não precisa de antibióticos.

Já a febre bacteriana é provocada por uma infecção onde uma bactéria está presente, como em certos tipos de otite (que também podem ter origem viral) e infecções urinárias. Nestes casos o pediatra pode receitar antibiótico para combater a doença.

Febre há mais de 48 horas exige uma ida ao médico para analisar a origem. 

Alertas:

Em bebês com menos de 3 meses, febre é sempre urgente

Se o bebê tem menos de 3 meses, uma temperatura acima de 37,5° já é considerada preocupante. Vá ao médico o quanto antes. 

Não medique! Bebês novinhos não necessariamente apresentam sinais típicos de infecções mais graves, mas é melhor consultar o médico e se necessário fazer exames. 

Mantenha o bebê hidratado:
A hidratação ajuda até a controlar a febre e reduzir a chance de efeitos colaterais dos medicamentos antitérmicos, ajudando a eliminá-la.  Dê muita água, leite materno, suco, chá, etc. 
Atenção aos sinais que antecedem a febre, ou durante:
Alguns bebês nem mudam de humor quando estão febris. Portanto, analise tudo que está acontecendo. Como dores, mal estar, falta de apetite, nascimento dos dentes, gripe, se comeu algo diferente, se teve vômito ou diarreia. E relate tudo ao médico, para que seja dado p medicamento ou providência correta.  
Ao medicar:
Antes de começar a medicar, tente baixar a febre de forma natural, dando, por exemplo, um banho morno no bebê e deixando-o menos agasalhado.

Se ainda assim ele parecer incomodado e você for dar algum remédio (com orientação médica), não se esqueça:

* A dosagem nos bebês é determinada pelo peso, não pela idade. Siga exatamente o que diz a bula ou o pediatra.
* Nunca dê aspirina para crianças, porque é uma substância ligada a uma doença extrememente grave, a Síndrome de Reye. Bebês de até 6 meses podem tomar paracetamol; a partir de 9 meses, podem tomar ibuprofeno se não houver resposta ao paracetamol.


Vamos às dicas naturais: 
  1. Retirar o excesso de roupas do bebê;
  2. Oferecer alguma bebida para o bebê, que pode ser leite ou água;
  3. Dar um banho no bebê com água morna;
  4. Colocar toalhas molhadas em água fria na testa.
  5. Coloque rodelas de cebola dentro da meia do bebê e aguarde pelo menos 30 minutos. O pé possui cerca de 7.000 terminações nervosas que se ligam a diferentes órgãos. 
Você pode fazer massagens nos pés do bebê para ajudá-lo a relaxar. 
  1. NÃO USE ÁLCOOL! Em hipótese alguma! Pode ser fatal! O álcool pode provocar queimaduras,pode  ser absorvido ou inalado, intoxicando o organismo. A intoxicação por álcool pode ser fatal, especialmente em crianças pequenas. Ao evaporar, o álcool causa uma sensação de rápido resfriamento da pele, como uma brisa fresca. Mas, na realidade, essa mudança provoca o efeito contrário: a queda repentina da temperatura faz com que o organismo do bebê entenda que é preciso elevá-la.

Convulsão febril:

O maior medo dos pais quando a criança está com febre, é que ela convulsione. Mas para isso acontecer algumas coisas devem ser observadas: a criança fica pálida e prostrada,  faz movimentos estranhos, e às vezes perde a consciência. 

A convulsão assusta, mas não costuma deixar nenhuma sequela. 

Se por acaso seu filho tiver uma convulsão, você não precisa segurar a língua dele. Ele não vai engoli-la. Apenas o acalme conversando e jamais o deixe sozinho. Tore algo que esteja em sua boca, como a chupeta ou alimentos. Não o segure, mas mantenha-o com a cabeça de lado, para evitar o risco de engasgo. Anote quando tempo a convulsão durou e avise o médico. 

Normalmente duram 20 segundos, e é raro passarem de dois minutos. De qualquer forma leve ao pronto-socorro para o médico avaliar. 

Os episódios de convulsão normalmente acontecem entre os 6 meses e os 6 anos de idade, mas são mais comuns antes dos 2 anos. 

A criança tende a ter convulsão uma vez só (felizmente!), e há relação genética. Se o pai ou a mãe tiveram convulsão febril quando crianças, a probabilidade de o filho ter é maior. 

É isso mamães. Não se desesperem. Os bebês são incrivelmente fortes e nos avisam de tudo. Estejamos atentas! 

Tem alguma dúvida? Mande pra nós! 

Beijinhos e boa sorte! 



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4/13/2016

Bom dia mamães!
Até quando devemos amamentar? Vale a pena prolongar após 6 meses ou após 1 ano? Quais os benefícios com isso?

Querendo sanar essas e outras dúvidas, resolvi escrever sobre isso. Muitos pediatras, erroneamente falam que após 1 ano não precisa mais, que não tem efeito. Outros nem incentivam após os 6 meses, e outros ainda, como algumas mães me mandaram, foram instruídaa a dar sucos e papas doces com 3 meses. Cada caso, um caso. Mas vamos falar de leite! Rs




Não estou aqui para julgar a mãe que fez ou faz isso. Apenas quero mostrar que a amamentação pode favorecer a mãe e o bebê. 

O ideal é que o desmame seja de forma natural, gentilmente. Sem gerar traumas. 
Infelizmente, muitas vezes vemos uma pressão social para que a mulher pare de amamentar, ouvindo coisas como “essa criança é muito grande para mamar” ou “você está fazendo mal a ela”, "não tem mais nutriente nenhum aí" e por aí vai...
Meu Théo tem 11 meses e continuo amamentando. Essa semana ele pegou uma gripe bem forte, e não quis comer. Mas mamou e graças a Deus não perdeu peso e ficou firme, e sarou. Rs. 

Sabe quando o leite materno deixa de ter benefícios para o seu bebê? Nunca. Isto mesmo, nunca.

Ao longo do tempo, o leite que a mãe produz, vai se adaptando para a idade do seu bebê de acordo com as necessidades do bebê. Para o recém-nascido tem o colostro que é rico em vitaminas, nutrientes e anticorpos que atuam como sua primeira vacina, quando desce o leite materno ele tem além de todas as vitaminas e nutrientes, duas fases, do primeiro leite que mata a sede (tem bastante água, por isso não precisa dar água para bebês) e a do segundo leite que mata a fome e engorda. E aí, seu bebê vai crescendo e o leite vai amadurecendo junto. Fica mais branco e não clarinho como no início, ou seja, vai mudando de acordo com as necessidades do seu bebê.
"A amamentação deve ser exclusiva até os 6 meses de idade e mantida até os 2 anos ou mais. Não existe embasamento científico para se dizer o contrário, isso só mostra uma visão ultrapassada sobre o assunto", afirma a pediatra Elsa Giugliani, professora titular de pediatria da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e especialista em aleitamento materno pelo IBLCE (International Board of Lactation Consultant Examiners). [Fonte: M de Mulher]
Manter a amamentação só traz benefícios. Tanto para mãe e bebê. Confira alguns deles abaixo:
  • Diminui o risco de alergias: ➡️A proteína das fórmulas infantis é derivada do leite de vaca e tem grande potencial de causar alergias. A soja também entra para a lista de alimentos com grande potencial alergênico. 
  • Protege contra infecções respiratórias: ➡️Quando as crianças ficam doentinhas e não querem comer nada, o leite materno oferece nutrição e conforto para que se recuperem mais rapidamente.
  • Promove uma melhor nutrição: ➡️De acordo com informações do Unicef, no segundo ano de vida, 500 ml de leite materno fornecem 95% das necessidades de vitamina C, 45% das de vitamina A, 38% de proteína e 31% do total de energia que uma criança precisa diariamente. E, mesmo depois dos 2 anos, o leite materno ainda é uma importante fonte de nutrientes.
  • Diminui risco de hipertensão, colesterol alto e diabetes;
  • Reduz chance de obesidade: ➡️o leite materno possui a quantidade exata é necessária de açúcares e gorduras. 
  • Favorece a capacidade cognitiva: ➡️Pesquisadores da Escola de Medicina de Christchurch, na Nova Zelândia, conduziram um estudo que mostrou que crianças amamentadas por mais tempo têm melhores resultados na escola. David M. Ferguson e L. Jonh Horwood, autores da pesquisa, defendem a ideia de que as gorduras insaturadas encontradas no leite humano são importantes para o crescimento do cérebro e do sistema nervoso.
  • Melhora o desenvolvimento da cavidade bucal: ➡️é justamente o movimento que o bebê faz para ordenhar a mama que favorece o desenvolvimento harmonioso da face e da dentição.
  • Saúde da mãe: ➡️A amamentação reduz os riscos de câncer de mama (proporcional ao tempo que amamenta), reduz a incidência de osteoporose e diminui riscos de câncer de útero e de ovário.
Mamãe, sempre busque uma outra opinião sobre a amamentação. Existem grupos de apoio, e até mesmo grupos na internet para lhe ajudar com maiores dúvidas sobre o assunto. 

Dar de mamar no peito mesmo depois do primeiro aniversário era um hábito comum no mundo antes da invenção dos leites especiais e fórmulas infantis, e em algumas culturas continua sendo. Aproveite esse momento. Passa muito rápido e vale muito a pena!


É claro... Siga seu instinto materno. Vai dar certo. 😘
Beijinhos! 
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3/16/2016

Nome complicado, eu sei. Mas a dor é terrível! Post sugerido pela leitora Amanda França, que está passando por isso.



Conceito técnico:

É a constrição dolorosa da bainha comum dos tendões do abdutor longo e extensor curto do polegar no punho (1º túnel dorsal do carpo).
(fonte: http://www.plamef.com.br/index.phpoption=com_content&view=article&id=34:tenossinovite-ou-sindrome-de-de-quervain&catid=3:saude&Itemid=34)

Piorou? Vem cá que eu te explico melhor.
Conhecida também como dedo de gatilho, a tenossinovite acontece quando os músculos do dedão inflamam e se curvam, podendo ficar meio tortinho. O problema atinge, especificamente, o prolongamento entre punho e dedão, na musculatura.

Com essa inflamação e afastamento, fica complicado de realizar simples tarefas, como levantar uma colher, segurar o bebê ou pentear os cabelos.

Diagnóstico:

Radiografias, provas reumáticas e hemogramas também podem ajudar no diagnóstico. Além da percepção e conhecimento do médico. 

Causas:
Podem tanto ser pelo trabalho excessivo, pelas atividades repetitivas, pode ser também doenças metabólicas, como diabetes ou hipotireoidismo, ou inflamações não tratadas corretamente, como amigdalites ou otites.

Mas isso também acontece no pós parto. Sendo diagnosticado por alguns médico como "tendinite pós parto". É normalmente aparece de forma mais  intensa quando o bebê completa 3 meses. Aqui em casa foi com esse tempo, com essa amiga também. Eu precisei de anti-inflamatório, uso de munhequeira e de uma luva de imobilização, é limitar os movimentos, principalmente não carregar o bebê com o braço esquerdo por muito tempo. 

Isso acontece por que nosso corpo está se acostumando com os novos "exercícios" da maternidade (ninar, trocar fralda, banho, segurar o bebê) e também por conta dos hormônios. (Culpem os hormônios por tudo! Rs)

Nesse processo de dor, o deslize do dedo fica impossibilitado e as tarefas se tornam mais difíceis. A única forma de evitar um quadro desse problema articular e muscular é limitar movimentos repetitivos e não utilizar demais os tendões.

Para melhorar pode-se fazer também alguns exercícios de fisioterapia em casa, como abrir e fechar a mão numa bacia de água quente, depois água fria, massagens suaves com cremes/ pomadas a base de mentol ou eucalipto e repouso quando possível. 

Com o tempo a inflamação diminui e a dor melhora, normalmente quando o bebê completa seus 6 meses. 
Aqui foi com 7. Passou. De vez em quando ainda dói se abuso em algo. Mas o repouso já resolve. 

Dicas para ajudar com essa dor:

✔️ Utilize a almofada de amamentação para ter apoio. 
✔️ Se começar a doer, não espere doer mais, imobilize com uma munhequeira ou fala. 
✔️ Evite segurar o bebê sempre na mesma posição pr muito tempo.
✔️ faça movimentos circulares no pulso, de tempos em tempos, para ajudar a relaxar os ligamentos e músculos do punho. 
✔️ Use toda ajuda possível. 
Mamães precisam estar saudáveis para cuidar de seus babies. 

Fiquem tranquilas que passa. Mas em casos mais sérios, ou quando há atrofiamento do ligamento, existe cirurgia reparadora. 

Ficou com alguma dúvida? Mande pra nós!
Tem sugestão de post? Envie-nos um
E-mail! 

Beijinhos!! 

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3/11/2016

Fonte: Google Imagens


Mamães queridas! Esse suco está super na moda, e muitas mamães tem me perguntado como misturo os ingredientes e quais versões faço.

Pois bem, resolvi colocar aqui pra ajudá-las em mais uma dica de mãe!

Feitos com ingredientes naturais, frescos e ricos em fibras, os sucos detox, são os grandes responsáveis pela eliminação de toxinas que acabamos tendo contato, como agrotóxicos, e até mesmo uma má alimentação. Eles agem junto com o fígado e tem a capacidade filtrar e eliminar as substâncias nocivas do organismo. Ressalto que esses sucos não são restritos a uma dieta. Qualquer um pode tomar, eu tomei muito na gravidez, pois além de ajudar nos enjoos, ajudava na digestão e a manter uma alimentação saudável.

Os alimentos desintoxicantes são ricos em ingredientes que: 
  • Agem como diurético combatendo a retenção de líquidos;
  • Estimulam o funcionamento do sistema imunológico;
  • Melhoram o sistema digestivo;
  • Estimulam o funcionamento do intestino;
  • Hidratam a pele;
  • Melhoram o sono;
  • Aumentam a disposição;
  • Estimulam o desempenho da memória.



Aqui coloquei as que uso e gosto muito.

Fonte: Arquivo Pessoal


Só coisa boa não é?
Em nenhum eu coloco açúcar, caso ache o gosto meio estranho no começo, você pode colocar adoçante ou açúcar mascavo; ou hortelã, e você pode tanto fazer com água filtrada, ou água de coco, e também pode inventar suas receitas.

O indicado é tomarmos frequentemente, se possível diariamente. O melhor horário é em jejum, pois o estômago está vazio, facilitando a absorção e utilização dos seus nutrientes. Pode ser um suco por dia, e vale ressaltar que ele precisa ser associado a uma alimentação balanceada para que seja verificado o seu efeito no organismo.

Bom suco para vocês!!!
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3/02/2016

Algumas mães sugeriram que abordássemos aqui sobre a moleira e o formato da cabeça do bebês. Então, dei uma boa pesquisada e separei alguns tópicos bem importantes.

Bom, primeiro, as moleiras são uma das primeiras preocupações dos pais, é incrível, como todos sentem uma insegurança, quando a isso. O nome oficial para essa "parte " é fontanela, que são aberturas no osso do crânio do bebê separadas por linhas também abertas, chamadas suturas. Existem duas, no topo da cabeça e atrás.

As funções das fontanelas que se encontram no alto da cabeça dos bebês e das suturas são promover o momento do parto, facilitando assim a passagem do bebê pelo canal vaginal e permitir o crescimento adequado do cérebro. Ou seja, elas são como que flexíveis para ajudar a cabeça do bebê a sair, por isso que quando nascem de parto normal, a cabeça apresenta uma certa deformidade, como num formato de cone, que em poucas horas volta ao normal. É perfeito!

No primeiro ano de vida, o cérebro cresce metade do seu tamanho que terá quando adulto, alcançando quase seu crescimento total ao fim do segundo ano de vida.

A fontanela menor fecha-se até o segundo mês de vida do bebê, já a fontanela maior fecha-se entre o nono e décimo quinto mês mês.

Para saber se tudo está bem, é preciso levar o bebê ao pediatra regularmente, o ideal é 1 consulta por mês até o oitavo mês de vida. Para que caso ele perceba qualquer problema, já se inicie o tratamento adequado.  


Ossos do crânio do recém-nascido - foto: GunitaR/ShutterStock.com
Fonte: Google Imagens - ShutterStock

Para observar:

O crânio do bebê deve crescer em formato harmonioso, ou seja, você olha e nada lhe chama a atenção, laterais e topo se fecham como que em círculo. Se por acaso você notou algo de diferente, converse com seu pediatra para que ele possa lhe orientar melhor.

Algumas intervenções no desenvolvimento do crânio do bebê têm uma data limite para sofrer intervenção, caso contrário o bebê pode ter sequelas como, problemas com crescimento e aprendizado.


O que é normal na moleira?


  • A moleira pulsa e se o bebê chora ela pulsa ainda mais e mais forte. Não estranhe, ela sempre pulsará!
  • A moleira pode fechar mais cedo e também pode fechar mais tarde, depende da criança. Isso não quer dizer que seja um problema, desde haja uma avaliação de um médico.

O que não é normal na moleira?

  • A moleira não pode estar afundada e nem abaulada. Em ambos os casos um médico deve ser procurado.
  • Caso você perceba que a moleira do bebê está afundada, atenção. É sinal de que o bebê pode estar desidratado.
  • Se a moleira apresentar uma forma arredondada, de baú, pode significar excesso de vitamina A, entre outros fatores.


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O que é Cranioestenose?


Existe uma alteração conhecida como Cranioestenose, caracterizada pelo fechamento precoce das fontanelas e suturas, ocorrendo deformidades no crânio, já que o cérebro fica sem espaço para crescer adequadamente.

A cranioestenose não tem uma causa definida, mas pode ter motivos hereditários, intra-uterina, infecciosa ou até mesmo o uso de alguns medicamentos durante a gestação, como anticonvulsivantes.

O diagnóstico é feito pelo médico a partir de exame físico do bebê. Através de exames radiológicos e de neuroimagem, o profissional verifica as suturas fechadas e as possíveis malformações dos ossos da face e do sistema nervoso que a cranioestenose pode causar.


Tipos de Cranioestenose:


Fonte: http://cs.i.uol.com.br/album/14122011plagiocefalia_f_001.jpg


Informações:


Desde 1992, quando a Academia Americana de Pediatria passou a recomendar que os bebês dormissem de barriga para cima, o número de morte devido à Síndrome da Morte Súbita Infantil – a principal causa de morte entre crianças menores de 1 ano naquele país – caiu pela metade. 

Apesar da diminuição das mortes, os pediatras perceberam um aumento significativo nos casos de bebês com a cabeça achatada. O problema também é conhecido como plagiocefalia posicional. E acontece quando o recém-nascido fica deitado sempre na mesma posição, não ocorrendo a devida movimentação das placas cranianas, deixando-a achatada. Nos Estados Unidos, cerca de 13% das crianças saudáveis têm algum achatamento na cabeça. 

Por isso, as novas recomendações de cuidados com a cabeça do bebê foram publicadas na revista científica Pediatrics para prevenir esse tipo de problema. Confira: 

- Aumente o tempo que a criança fica de barriga para baixo. Segundo o pediatra James Laughlin, autor do novo relatório, o bebê deve passar, pelo menos, 30 minutos por dia nessa posição. O ideal é ir aumentando esse tempo aos poucos para que a criança se acostume e desenvolva os músculos do pescoço e da nuca. “Além disso, estudos mostram que bebês que ficam nessa posição têm melhor desenvolvimento motor”, diz o especialista. 

- Mude a direção que o bebê dorme no berço semanalmente. Aqui, a ideia é incentivar o bebê a virar a cabeça em direções diferentes. Se quando ele dorme com a cabeça virada para a cabeceira do berço olha para um abajur, por exemplo, ao virar os pezinhos para a cabeceira, seu bebê vai ter outro campo de visão e pode se interessar por um brinquedo que está fora do berço em outra direção. O objetivo é oferecer novos estímulos para que a criança olhe em diferentes posições. 

- Cuidado com a cadeirinha. Apesar de manter uma posição diferente, o apoio para a cabeça é duro e pode facilitar que o bebê desenvolva assimetria. Por isso, especialmente nos primeiros 6 meses, é importante que a criança só fique na cadeirinha enquanto estiver no carro. 

- Durante o dia e sob a sua supervisão, o bebê pode dormir de lado e até de barriga para baixo. Mas só se você estiver por perto! 

- Quando o bebê estiver no colo, segure-o na posição vertical, com a cabeça apoiada em seu braço ou ombro. Alterne também na hora de amamentar. 

Na maioria dos casos, o reposicionamento é suficiente para evitar problemas. Mas, se você perceber algum achatamento na cabeça do seu filho, procure ajuda o quanto antes. Quanto mais cedo mais fácil o tratamento. Os pediatras acreditam que até os 6 meses, o problema é revertido facilmente.

Vale lembrar ainda que a plagiocefalia posicional, em casos graves, pode causar o fechamento da mandíbula e problemas visuais. Mas, na maioria dos casos, é apenas um problema estético e não prejudica o desenvolvimento da criança.


Tratamento:


O tratamento por vezes é cirúrgico e tem por objetivo criar espaços para o desenvolvimento normal do cérebro e corrigir as deformidades existentes, prevenindo ou aliviando as sequelas que possam existir.
Em alguns casos o uso de um capacete específico por ajudar na"remodelação"do crânio. Por isso a necessidade de um médico sempre acompanhar.


Esse assunto lhe interessou? conte pra nós!

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bjinhos!
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1/11/2016

Olá mamães! Hoje vamos falar sobre refluxo. Muitas vezes sem passa desapercebido, outras demora a passar e pode afetar o desenvolvimento do bebê. Então vamos entender melhor...
O refluxo em bebês pode acontecer devido à imaturidade do estômago e parte gástrica, ou quando o bebê tem alguma dificuldade de digestão, intolerância ou alergia ao leite ou algum outro alimento da sua alimentação.
O refluxo em bebê recém-nascido não deve ser considerado uma situação preocupante quando a quantidade é pequena e acontece apenas após a mamada. O que é normal acontecer, aquela golfada básica. Porém, quando o refluxo acontece várias vezes, em grande quantidade e muito tempo depois da mamada, pode ser o tal refluxo e assim deve ser avaliado pelo pedia

Para cuidar do bebê com refluxo, os pais devem tomar algumas providências para ajudar.  Como, colocar o bebê para arrotar durante e após as mamadas e evitar deitar o bebê nos primeiros 30 minutos após as refeições, pois é normal que, devido à imaturidade do trato gastrointestinal, o bebê possa golfar. 
Sintomas de refluxo em bebê, nos casos em que é considerado doença, incluem:
  • Sono agitado;
  • Vômitos constantes;
  • Dificuldade para mamar;
  • Irritação e choro excessivo;
  • Rouquidão, pois a laringe inflama;
  • Dificuldade para ganhar peso;
  • Inflamações frequentes nos ouvidos.
Na presença destes sintomas, é importante levar o bebê ao pediatra ou gastroenterologista pediátrico para fazer o diagnóstico e orientar o tratamento.

 

Medidas antirefluxo 

  • Amamentar o bebê na posição vertical, pois permite que o leite fique no estômago;
  • Manter o bebê com a boca bem preenchida com o mamilo ou com o bico da mamadeira, para evitar que engula muito ar;
  • Dar refeições frequentes durante o dia, mas em pequenas quantidades para não encher muito o estômago;
  • Evitar balançar o bebê até 2 horas após amamentar, mesmo que no bebê conforto, para que o conteúdo do estômago não suba para a boca;
  • Utilizar um calço por baixo do colchão da cama ou um travesseiro anti-refluxo para elevar o bebê durante o sono, diminuindo o refluxo à noite, por exemplo.
Em alguns casos o pediatra pode ainda recomendar retirar o leite de vaca da alimentação do bebê, caso esteja sendo utilizado, assim como engrossar o leite oferecido ao bebê com fubá, farinha de arroz ou produtos próprios como o Mucilon.

Normalmente, o refluxo em bebês melhora após os 3 meses de idade, pois o esfíncter (válvula que fecha a passagem pro estômago) se torna mais forte depois dessa idade. No entanto, é possível que alguns bebês mantenham este problema por mais tempo. 

Quando fazer o tratamento do refluxo?
O tratamento para refluxo em bebê, geralmente, é recomendado quando o bebê mantém o refluxo além dos 18 meses de idade ou quando não é possível reduzir a frequência dos casos de regurgitamento apenas com os cuidados em casa. Ou quando seu desenvolvimento é afetado, tanto peso quanto tamanho. 
Nestes casos, o pediatra irá fazer o tratamento mais adequado para a causa do refluxo no bebê, que pode incluir o uso de remédios para refluxo gastroesofágico, como Omeprazol, Domperidona ou Ranitidina, assim como alterações na alimentação do bebê, por exemplo.

Quando ir no pediatra

Deve-se consultar o pediatra para iniciar o tratamento do refluxo quando o bebê apresenta algum destes sintomas:
  • Irritabilidade frequente durante ou após as refeições;
  • Vômitos em grande quantidade até 2 horas após amamentar;
  • Recusa para comer;
  • Atraso no desenvolvimento ou dificuldade para engordar.
Nestes casos, o bebê pode ter uma doença, como refluxo gastroesofágico, que deve ser devidamente tratada para evitar os episódios de refluxo frequentes.
Evite a automedicação e se desconfiar de algo siga a intuição de mãe. 
Tem alguma dúvida? 
Mande para nós!
Bjinhos! 
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12/21/2015

Olá queridas! 
É verdade que alguns bebês não tem cólica nenhuma. (Théo nunca teve). Mas alguns têm e quando tem, são um pouco de trabalho. 
Conversei com algumas mamães pra tentar explicar melhor o que fazer pra ajudar seu bebê nesse desconforto. 



Se o seu filho tem menos que 5 meses, chora mais que três horas seguidas mais que três vezes por semana, e isso já dura ao menos três semanas, há boas chances de ser cólica. 

A cólica costuma aparecer por volta de duas a três semanas após o nascimento (no caso de crianças prematuras, de duas a três semanas após a data prevista para o parto). 

Num bebê com cólica, você pode notar o seguinte: 
  • Ele tem crises de choro intenso, e é difícil acalmá-lo
  • Ele encolhe as perninhas e arqueia as costas para trás, estica-se e se espreme enquanto chora
  • Ele solta puns quando chora

A cólica normalmente ataca no final da tarde e à noite. Em casos mais difíceis, o bebê chora a qualquer hora do dia. Pode ficar difícil dar de mamar para o bebê quando ele está tão desconfortável.

Para ajudar o bebê

O mais difícil é ficar parado, esperando a crise passar, mas há algumas atitudes que podem ajudar:
Ofereça o peito: "A sucção ajuda a diminuir a dor", diz a pediatra Alessandra Cavalcante Fernandes, do Hospital e Maternidade Rede D´Or São Luiz, em São Paulo. Mas tome cuidado para que o bebê engula ar enquanto estiver mamando, o que aumenta a formação dos gases. Para tanto, a boca deve estar bem posicionada no bico do seio;
Tire sua roupa e a do bebê e encoste-o no peito: o contato com a pele do pai ou da mãe ajuda a acalmar a criança;
Massageie a barriguinha do bebê: faça movimentos circulares, suaves e no sentido horário;
Coloque compressas mornas: pode ser uma bolsa de água quente ou uma fralda de pano aquecida no micro-ondas. Mas cuidado para que a temperatura não esteja muito alta;
Flexione as perninhas do bebê: faça movimentos suaves em direção à barriga. Esse movimento ajuda a eliminar gases;
Amamente: o leite materno tem proteínas que são melhor assimiladas pelo sistema digestivo imaturo do bebê.
Deixe o ambiente calmo: mantenha  a luz baixa e o local livre de ruídos. O conforto ajuda a reduzir a irritação;
A mãe pode tomar cuidado com a própria alimentação. Não há estudos que comprovem que o que a mãe come provoca cólicas no bebê. Mas muitos pediatras recomendam que a lactante evite peixes, chocolates, feijão, pimenta, alho e café durante a amamentação, pois esses alimentos poderiam colaborar com a formação de gases no bebê.

Remédios (último caso)

Há remédio para a cólica, mas ele precisa ser recomendado pelo pediatra, que avaliará o nível de incomodo do bebê e o melhor remédio pra ele. Os mais comuns são: 

  1. Simeticona ou Dimeticona (Luftal® ou Milicon®): É o mais utilizado. Tanto para crianças quanto para adultos. É um medicamento que tem como função diminuir a tensão superficial das bolhas de ar do intestino, e assim aliviar o mal estar que os gases provocam. A simeticona não é absorvida pelo organismo, por isso não há risco de reações adversas e efeitos colaterais. Dependendo da cólica do bebê pode ser pouco eficaz sozinho…


  2. Funchicorea: É um pó fitoterápico feito a partir do funcho (erva-doce) e da chicória. Tem ação na prisão de ventre e de aliviar as cólicas do bebê. Foi retirado do mercado por não ter aparente comprovação do efeito em fevereiro de 2012 e foi novamente autorizado pela Anvisa em dezembro do ano passado, ou seja, está liberado para uso. Contém sacarina, que é um tipo de adoçante, por isso cuidado! Muitos médicos (inclusive eu) questionam se não seria esse o componente que acalmaria os bebês…


  3. Endorus: Também um fitoterápico feito da planta Hortelã-pimenta, ou Mentha piperita, que tem a função de antiespasmódico e alívio das cólicas, pois relaxa a musculatura lisa do intestino. Ouvi muito pouco sobre essa medicação, na bula consta que não foram relatados efeitos colaterais, porém não relata ao certo se pode ser usada em bebês. Contém sacarose, que é um tipo de açúcar. 


  4.  Colic calm. Esse remédio é um fitoterápico que contém nove ingredientes naturais com propriedades que aliviam as cólicas do bebê. Segundo o fabricante, livre de sacarina, sacarose e qualquer outro tipo de componente que não seja natural. É aprovado pela FDA (Food and Drug Administration), órgão dos EUA que fiscaliza todos os remédios produzidos lá. Tem recomendação da AAP (Academia Americana de Pediatria) como . É considerado seguro e livre de corantes e sem efeitos colaterais. Vende nos EUA em qualquer farmácia, e no Brasil somente por importação, em sites especializados. Esse considero o mais seguro para ser utilizado pelos bebês. 


  5. Próbióticos – Lactobacillus reuteri– Colikids. O intestino do bebê nunca recebeu qualquer alimento antes do nascimento e, portanto, é estéril. Quando o bebê inicia a alimentação, o seu intestino passa a receber bactérias que são responsáveis pela colonização intestinal e o equilibrio da flora intestinal do bebê. Sabidamente algumas bactérias são benéficas e o próprio leite materno as transmite através da amamentação. É comprovado que os lactobacilus e as bifidobactérias são importantes para a “formação” da flora intestinal, e consequentemente melhoram os sintomas de cólica. O Lactobacillus reuteri é um próbiótico encontrado no leite materno e foi isolado sob a forma de remédio. Estudos publicados no Pediatrics mostraram que houve melhora significativa dos sintomas com o uso do L. reuteri, comparados a Simeticona ou Dimeticona e ao placebo. Um outro estudo publicado no British Medical Journal não mostrou melhora no grupo tratado comparativo com o placeb. Conclusão: existem controvérsias quanto às opiniões. Na prática, considero que pode ser utilizado como uma opção. Recentemente a Ache lançou no Brasil o produto com o nome de Colikids.

Como escrevi nos outros posts sobre cólica do bebê, quando entendemos o contexto da realidade do nosso bebê, o que é a cólica, o que a causa e utilizamos técnicas de acalmar o bebê de outras formas, sensor a medicação logo de cara, muitas vezes o problema já resolve. Não se esqueçam que o que ele mais precisa vocês já dão: amor e carinho.


Continuem nos mandando suas experiências! 
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12/13/2015

Olá mamães!

Chegou o verão, e com ele mil tipos de insetos que muito incomodam a todos nós. A pergunta é posso usar repelente no meu bebê? 


Se ele ja tiver mais de 6 meses já existem repelentes indicados para essa idade, mas quanto aos mais novinhos não há muito o que fazer, os pediatras não recomendam
esse tipo de produto, mesmo os específicos para bebês. 
Como nos primeiros meses a pele do bebê é extremamente delicada, as substâncias químicas presentes nos repelentes podem ser prejudiciais ao bebê e provocar reações alérgicas ou até provocar reações tóxicas.

Especialistas alertam: não é todo produto que pode ser usado em crianças. Além disso, o uso em excesso pode irritar a pele dos pequenos e até causar problemas mais graves."Primeiro é preciso saber que tipo de substância está sendo aplicada. A mais comum é aD.E.E.T (dietiltoloamida), presente na maioria dos repelentes que estão no mercado e NÃO SÃO INDICADOS PARA BEBES .


O recomendável realmente são os mosquiteiros de berço e cama e as telas nas janelas.
Porém quando nem isso resolve, é recomendado que se faça uso dos inseticidas enquanto o bebê não está no quarto, ou cômodo a ser aplicado, e depois da aplicaçao aguardar um período de uns 30 minutos para poder entrar com o bebe. 

Para bebê a partir de seis meses é necessário usar repelentes específicos que não sejam tóxicos ou agridam sua pele. A Loção Antimosquito JOHNSON’S® baby é o primeiro repelente do mercado seguro e eficaz com formulação atóxica.



Outra opção é passar a loção repelente no lado externo da roupa da criança, tomando o cuidado para não aplicar em tecidos que ela possa colocar na boca.


Sempre que tiver dúvidas sobre reações consulte um pediatra, nunca utilize produtos duvidosos sem recomendações médicas.

Boa sorte.

Bjos.

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12/02/2015

Olá mamães! 
Quando nos tornamos mães, ficamos cheias de dúvidas quanto ao nosso bebê. Portanto vamos lhe ajudar a esclarecer algumas... 

Cabeça do bebê:
Ao nascer, os ossos cranianos do bebê são moles para permitir que a cabeça passe pelo canal vaginal. Quando o crânio é comprimido, esses ossos se amoldam e a cabeça pode assumir uma forma mais alongada e pontuda e o rosto ficar um pouco amassado. É normal. Isso acontece principalmente naqueles que nascem de parto natural, mas também em alguns casos de cesárea, quando o bebê está com a cabeça para baixo no útero. Esta deformidade não dura muito, e em poucos dias o formato volta ao normal.
Moleiras
Todos os bebês nascem com duas moleiras – chamadas pelos médicos de fontanelas –, espaços macios que separam os ossos do crânio e servem para facilitar a passagem do bebê pelo canal vaginal e permitem o crescimento adequado dos ossos da cabeça. A que fica na parte superior se fecha em torno de 12 a 18 meses, e a da parte traseira aos 2 a 3 meses de vida.
Vérnix
O recém-nascido nasce coberto por um material esbranquiçado e gorduroso denominado vérnix caseosa. Ele ajuda a diminuir o atrito, facilitando a saída do bebê através do canal do parto, e também funciona como uma barreira de proteção contra bactérias e fungos. O vérnix sai espontaneamente nas primeiras semanas de vida e não precisa ser retirado com esponja, nem passar cremes hidratantes ou óleos.
Mãos e pés azulados
Os bebês podem apresentar uma coloração azulada simétrica nos lábios, mãos e pés, que se chama acrocianose. Isso ocorre porque os vasos sanguíneos reagem exageradamente ao frio e ficam dilatados, adquirindo essa coloração – que melhora com o simples aquecimento do corpo do bebê.
Unhas compridas
As unhas das mãos e dos pés começam a se formar por volta da 12ª semana e, desde então, elas crescem semanalmente até atingir a ponta dos dedos por volta de 37 semanas. O bebê que nasce a partir de 38 semanas muito provavelmente terá as unhas mais compridas, que podem ser cortadas na maternidade para evitar arranhões.
Edemas nas mamas
Muitos bebês nascem com as mamas inchadas e, algumas vezes, ocorre a saída de leite, tanto em meninas quanto em meninos. Isto é devido à passagem dos hormônios maternos para o sangue do bebê, que estimula a produção de leite. Nunca esprema ou aperte para evitar irritações, ou até mesmo infecções. Elas desincham em torno dos primeiros 7 a 10 dias de vida.
Genitais inchados
Da mesma forma que as mamas, os genitais também podem ficar inchados, e as meninas também podem apresentar um pequeno sangramento vaginal, justamente por causa da passagem dos hormônios maternos para o sangue do bebê. Tudo volta ao normal em 7 a 10 dias de vida.
Cordão umbilical preso
O cordão umbilical, que unia o bebê à mãe na fase intra-uterina, é fechado logo após o nascimento com um “grampo” de plástico. Logo em seguida, ele é cortado, mas se deixa um pequeno pedaço, que gradualmente vai ressecando, até cair espontaneamente por volta de 7 a 10 dias de vida. No local, só ficará um sinal, que é o umbigo. É muito importante manter esse coto umbilical bem limpo – com cotonete embebido em álcool um a duas vezes por dia – até a sua queda completa.
Manchas na pele
Os bebês podem apresentar alguns cravinhos, conhecidos como miliária rubra, que aparecem principalmente na ponta do nariz e no queixo, causados pela secreções das glândulas sebáceas da pele. Eles desaparecem em 2 ou 3 semanas.
Pelos finos nas costas e ombros
Alguns bebês nascem com lanugem, que é uma camada de pelos finos que são produzidos no final da gravidez, e ficam principalmente nos ombros e nas costas. Eles caem logo após o nascimento ou, no máximo, em algumas semanas de vida.

Tem alguma dúvida específica? Mande pra nós! 
Beijinhos
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