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9/21/2016

Quando os bebês arrotam, "liberam" o ar que engoliram junto com o leite ao mamar. O ar também entra no sistema digestivo quando eles choram ou até durante a respiração. 
Por isso o arroto pode dar uma grande alívio ao bebê. 
Veja algumas perguntas e respostas selecionadas por nossas leitoras sobre o tema: 

1- DO QUE SE TRATA: Arroto é a eliminação de gases que se encontram no estômago dos bebês.

2- POR QUE ELES EXISTEM? Os bebês engolem ar enquanto choram, usam a mamadeira, chupeta e alguns bebês engolem ar quando mamam no peito. Nesse último caso, há provável erro de pega, afinal, na amamentação ao seio com pega correta não há entrada de ar. No caso das mamadeiras, existe ar dentro delas e, durante a mamada, o bebê engole ar junto com o leite. Mesmo que seja uma mamadeira top ultra mega “anti gases”. Sempre entra ar, a quantidade varia, mas sempre entra. Ponto.
3- E AGORA??? Calma, continue lendo.
4- MEU BEBÊ TEM QUE ARROTAR TODA VEZ? Não, não tem. Você colocar ele na posição para arrotar é uma coisa e ele arrotar de fato é outra. Bebês em aleitamento exclusivo irão arrotar bem pouco, bebês de mamadeira irão arrotar mais. Porém, não é um evento obrigatório. Existem bebês que nunca arrotaram na vida.
5- MAS TENHO QUE COLOCÁ-LO PARA ARROTAR TODA VEZ? Não, se o bebê estiver dormindo, por exemplo, não precisa. Basta deixá-lo deitado de forma que a cabeça fique mais elevada em relação ao corpo, por exemplo 30-45 graus. Mas não há problema em segura-lo no colo na vertical em torno de 5-10min. Não precisa dar tapinha. Lembre-se que nem sempre tem ar para ser eliminado, se não saiu nada, esquece o assunto.
6- ÀS VEZES QUANDO EU COLOCO O BEBÊ NO BERÇO OU QUANDO TROCO DE MAMA ELE FICA MUITO DESCONFORTÁVEL, ATÉ MESMO NO MEIO DA MAMADA. Sim, nesse caso, o bebê está sinalizando desconforto e você deve deixá-lo na vertical, provavelmente ele irá arrotar e muitos voltam a mamar depois.
7- SLING É BOM PARA EVITAR ARROTO? Sim, pois o bebê fica no colo da mãe, aconchegado e seguro e pouco chora. O choro é a principal causa de entrada de ar no estômago. Viva o sling!
8- PODE VIR UM POUCO DE LEITE JUNTO COM O ARROTO? Sim, é esperado. Não é doença, somente imaturidade do aparelho digestivo em manter o leite la dentro. Por volta dos 4 meses, quando os bebês adotam mais a posição vertical e estão mais maduros, não é mais necessário colocá-los para arrotar.
9- ARROTAR NO PEITO EMPEDRA O LEITE, AZEDA, SECA O LEITE. Não procede. Mito. Não tem relação, o arroto não influencia na produção do leite e nem altera seu sabor. 
10- Bebês que mamam na mamadeira têm mais gases?
Sim, normalmente os bebês que usam mamadeira em vez de mamar no peito sofrem com mais gases. Crianças amamentadas conseguem controlar melhor a saída de leite e determinam um ritmo mais lento à mamada, engolindo menos ar. 
11- Em que posição devo colocar o bebê para arrotar?
São três as posições mais usadas para colocar a criança para arrotar. Vá experimentando, porque cada criança reage de um jeito.

No ombro: coloque o bebê no seu ombro, apoiando o bumbum com seu braço, no mesmo lado. Com a outra mão, dê tapinhas nas costas dele ou faça uma leve massagem.

Sentado: Sente o bebê no seu colo de costas para você e incline o tronco dele para a frente, apoiando-o pelo ombro e no queixo. Dê tapinhas nas costas ou faça uma leve massagem. 

No colo, de frente para você: coloque o bebê no seu colo, de frente para você, mas sem erguê-lo até o ombro. Dê tapinhas ou faça massagem nas costas dele.



Eu particularmente, sempre preferi a posição sentado. Acho que força menos, o arroto sai mais fácil, e quase nunca precisa dos tapinhas nas costas. 

De qualquer forma sempre verifique como o bebê está após mamar. Principalmente os mais novinhos, que ainda estão aprendendo a engolir, a sugar, e o organismo deles também está amadurecendo conforme cresce e mama. 

Dúvidas sobre amamentação? Veja outros Post com esse tema. 

Boa semana mamães! Força pra nós todas! 


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6/03/2016

Muitas mães me perguntam como fiz para o Théo dormir a noite toda. Graças a Deus, desde recém-nascido ele demonstra gostar de dormir a noite, porém era só no peito que adormecia. Lendo sobre o assunto descobri o método Nana Nenê, muito usado aqui no Canadá. Então, no post de hoje vou contar minha experiência com o método Nana Nenê, que é descrito no livro de mesmo nome, um Best Seller mundial de autoria do médico especialista Dr. Eduard Estivill.



Eduard Estivill é um neuropediatra especializado em doenças do sono, que tem uma clínica em Barcelona e alguns livros publicados sobre o tema. ele se tornou famoso ao publicar esse livro, que resumidamente ensina os pais a ‘treinarem’ seus filhos para dormirem a noite toda. a polêmica principal consiste na ideia propagada por ele de que, se a criança chorar por não querer dormir sozinha, os pais devem ‘ensiná-la’ que seu choro não vai adiantar e devem deixá-la chorando em seu berço até pegar no sono sozinha.

Pronta para conhecer este método?

O Nana Nenê foi desenvolvido para ajudar nos problemas de insônia em bebês partindo do princípio de que a rotina é a chave para ajudar no equilíbrio da fisiologia do sono dos pequenos e fazer com que eles durmam melhor.

Preciso já avisar que, por ser um método um tanto quanto rígido, nem todas as mães aceitam ou conseguem segui-lo, principalmente porque o Nana Nenê indica que caso seja necessário, você deverá deixar o seu bebê chorando por alguns minutos.

O método consiste em "assistir" o choro do bebê, mas não ficar do lado dele enquanto ele chora. Uma coisa que eu particularmente fui contra, e sou, é de ser rígido quanto ao horário das mamadas e também já ensinar o método antes dos 6 meses. Eu recomendo começar a partir dos 7 meses, onde o bebê já come mais, gasta mais energia, descobre mais coisas e consequentemente tem mais sono.
Pelo método,  a mãe deve oferecer o peito apenas de 3 em 3 horas, mas EU aconselho seguir livre demanda pelo menos até os 4 meses, o aconchego e segurança do peito é extremamente importante.

Existem diversos estudos e muitos casos de sucesso que comprovam a eficiência do método Nana Nenê, contudo, também existem muitos profissionais de saúde que não recomendam a aplicação do método. Por isso digo que varia de mãe pra mãe, a que faz não é menos mãe, nem alguém ruim. Eu fiz, amei, amo e aconselho, pois ajuda muuuuuito em diversos aspectos na família.
O bebê começa a entender a necessidade de dormir (hoje Théo com 1 ano - usamos o método desde os 8 meses - quando é hora de dormir - às 20j - ele praticamente se joga pra entrar no berço, e mesmo que ele não durma na mesma hora, ele brinca com seus ursinhos, conversa e depois adormece tranquilamente).

Se você é uma mãe mais sentimental, ou sensível, e já sabe que não aguentará ouvir o bebê chorando, nem comece, se começar não corte o ciclo que seria de 3 dias, mais intensos, e depois o bebê já aprende. Sim eles aprendem! eu só consegui, pois meu marido foi mais forte que eu, eu no primeiro dia já queria desistir. Contudo, ainda assim, vale muito a pena a leitura pois você vai descobrir diversos macetes interessantes que podem lhe ajudar a fazer seu bebê dormir a noite inteira.


Nana, Nenê
  Eduard Estivill e Sylvia de Bejar
. WMF Martins Fontes.
  2009.
  160 páginas.
 R$ 39,90 (na Cultura)

Pela prática e sucesso aqui em casa, posso dizer que o processo apresentado no Nana Nenê é uma ótima metodologia, o livro explica desde como colocar o seu bebê para dormir sozinho no berço até como fazer para que ele bebê durma a noite inteira. 

Se você estiver querendo adotar o método mas está com medo de seu bebê ‘te odiar para sempre’, relaxe. sua relação estará segura contanto que você dê carinho, atenção e amor ao seu filho nas demais situações (hora de mamar, troca de fraldas etc.).

Bom... Minha versão
Eu também não tinha coragem, porém depois que li o livro comecei a a entender a necessidade do bebê aprender a dormir sozinho. É claro, meu marido me ajudou a ter força. 

O livro começa explicando que o bebê tem que acordar no mesmo lugar que dormiu. Faz todo sentido, pois imagine se você dormisse na sua cama e acordasse no sofá? Não tomaria um susto? É o que acontece com os bebês... Eles dormem no colo (ou no peito, ou com música, ou embalados) e acordam no berço... Isso assusta....

O bebê precisa de elementos para dormir, para lhe ajudar na segurança, devem ser elementos que não serão abandonados depois.  Como naninhas, cobertas, pelúcias, etc...

O livro recomenda que é necessário, e muito importante ter uma rotina, com horários. Claro que pode haver flexibilidade, mas a princípio, para criar essa atmosfera toda de rotina, segurança e equilíbrio, prefira ter uma rotina mais rígida, bebês e crianças gostam de saber o que vai acontecer e ficam mais calmas quando sabem a próxima etapa. Por exemplo, café da manhã as 6h (eu dou peito), almoço as 12h, lanche as 16h e janta as 20h. 

No início o bebê precisa de elementos novos, que pode ser uma pelúcia, um objeto, de preferência algo macio, uma cobertinha, as famosas "naninhas", etc.. Se seu bebê já tem algum preferido, use ele mesmo. Na cama do meu bebê ficou assim: um ursinho escolhido, um travesseiro para dormir (reto, sem muita espuma), um travesseiro para cheirar (mais fofinho) e  um paninho para cheirar. 

Rotina da noite: As 18h / 18:30 damos o jantar, depois ele brinca um pouco, pra comida descer mais e logo após banho (cerca de 19h). Às 19:30 ele mama e as 20h vai pro berço. Ele fica ouvindo música (lullabies) cerca de 5 minutos, após isso lhe apresentamos o ursinho que vai dormir com ele,  oro com ele, ele faz o som de "amém", coloco ele acordado no berço, ele me olha, dou um beijinho, falo tchau e digo que nos veremos no dia seguinte. Explicamos, com toda segurança (é muito importante que os pais tenham segurança ao falar) que papai e mamãe estão ensinando ele a dormir sozinho, que amamos muito e agora ele vai dormir com o ursinho, saímos fechamos a porta e ele fica lá.  

Leia mais sobre a rotina aqui

Ele chora, claro. Temos que voltar ao quarto em períodos corretos. Mas limitadamente. Eu explico:

Noite 1: voltar em 1 minuto, explicar novamente que estamos ensinando a bebê dormir, que amamos ela que vai dormir com o urso, e sair.  Ele chora novamente, mas devemos voltar em 3 minutos, fazer o discurso e sair. Ela vai chorar novamente, voltar em 5 minutos e fazer a mesma coisa, se continuar chorando voltar de 5 em 5 minutos. Na primeira noite meu filho demorou 40 minutos para dormir. Ele mais choramingava que chorava de fato. Dá pra perceber a diferença do choro.

Noite 2: voltar em 3 minutos, depois em 5, e depois de 7 em 7. Claro que só se volta que ele continuar a chorar. Na segunda noite ele demorou 20 minutos. Já foi uma conquista, metade do tempo do dia anterior.

Noite 3: Voltar em 5 minutos, depois em 7 e depois de 9 em 9. Nessa noite voltei em 5 e em 7, nem precisei dos 9, pois ele já tinha dormido. 

Noite 4: Vitória! Nem voltei. Ele dormiu em 5 minutos! Acreditem. 

Noite 5: dormiu em 3 minutos. 

Atualmente : Até hoje dorme em 2 ou 3 minutos. 

Repetindo, só voltar se o bebê chorar forte. se ele choramingar, aguarde, só volte se precisar. Claro que todos os itens de primeira necessidade devem estar checados, como fralda limpa, fome, dor etc. 
O primeiro dia é o mais intenso, Théo chorou, mas não se esgoelou, ele tinha 8 meses, já almoçava e jantava, barriga cheia, cansado, com sono, fralda limpa, estava pronto pra dormir. 

Se o bebê acordar no meio da noite (isso é possível, óbvio) é preciso começar o método novamente (se estiver na noite 1 ele acordar, repita o método de ir após 1 minuto, depois 3, depois 5 minutos etc...). O bebê, à partir do 6 meses, precisa de 11 até 12 horas de sono por noite (sem contar as sonecas). 
Então se o bebê dormir as 21h ele precisa dormir pelo menos até as 8h. O ideal é que ele seja acordado e não que acorde sozinho, caso demore a acordar. Hoje quando da 7h  acordamos o Théo. Assim ele tira as sonecas nos horários certos e fica bem mais calmo. No total ele tem dormido de 10 a 11 horas seguidas, sem nenhum piu. 

Sei que muitas mães acham isso cruel, mas estou fazendo isso para o bem dele. Isso faz parte da sua independência. E por mim também, pois os pais precisam de descanso completo, de um tempo só os dois, o casamento precisa ser cuidado também. 

O livro tem 96% de sucesso (foi a primeira coisa que me estimulou a fazer o método) e recomendo muito que leiam antes de começar. leiam o livro todo, pesquisem e mesmo com a minha explicação aqui, avaliem. Custa em média  R$ 9,90. Baixei o PDF.

O método deve se aplicado nas sonecas tbm. E funciona igual. 

Outro livro muito bom, e que me ajudou a adaptar o método, foi o Encantadora de bebês. Tracy Hogg, a autora do livro, inglesa que trabalhou com vários pais de primeira viagem e enferentou as dificuldades dos bebês que não dormiam, ou dormiam pouco. No livro ela conta diversas experiências, ensina como fez na prática e dá várias dicas muito boas. Outras nem tanto, mas filtremos! =)

O livro Encantadora de bebês é muito gostoso de ler, bem estruturado e muito bem embasado em pesquisas científicas e na própria experiência da autora. Lendo, temos a sensação de que ela sabe do que está falando. Quando estamos à beira de um ataque de nervos, imaginando que ser mãe é um árduo trabalho, ler o livro te trás uma certa calma.

Resumidamente, Tracy Hogg defende a rotina diária como forma de ensinar o bebê a dormir bem, comer bem e ter uma boa aprendizagem nos momentos despertos. Ela tem umas técnicas com nomes engraçadinhos, que facilitam guardar as instruções na memória. Ela não é à favor de deixar a criança chorando até pegar no sono sozinha, mas também acredita que chorar um pouco faz parte do dia-a-dia de todo bebê, e que as mães (e pais, avós etc.) não devem se descabelar por isso. 

Uma das coisas que ela escreveu e que me marcou foi sobre “se seu bebê começar a chorar, não se desespere achando que você tem que ‘silenciá-lo’ a qualquer custo. Vá até ele com calma, pegue-o tranquilamente, e observe-o, tente perceber que tipo de choro é aquele, (leia sobre tipos de choro aqui). Entenda por que ele está chorando e te chamando, tente eliminar possibilidades antes de tentar qualquer coisa”. Para mim foi um alívio ouvir alguém dizer que “tudo bem seu bebê chorar, você não tem que saber todas as respostas de imediato”! Depois disso foi que comecei a observar o Théo e seus tipos de choro e, juntos fomos aprendendo sua linguagem. 

É um livro que eu recomendo a todas as mães/pais de primeira viagem, não só pelo método, mas pela linguagem calma e gostosa, como uma mãe super experiente te guiando para uma posição tranquila de maternagem.

Ah, só mais uma coisa, estou escrevendo isso pois estou muito feliz com o método e quero que todas as mães tenham essa felicidade, sim, no começo é doloroso ouvir o chorinho (lágrimas) e ter que virar as costas, mas depois quando vemos o resultado, super vale a pena! Eu não sou cruel e amo meu filho claro, mas é lindo depois de 3 dias você ver seu filho virando pro lado acordado e indo dormir.  

Vale a pena. !!

Vejam aqui alguns textos sobre os benefícios do método:
http://healthland.time.com/2012/09/10/its-o-k-to-let-babies-cry-it-out-at-bedtime/
http://www.cnn.com/2013/01/24/health/child-sleep-debate-enayati/

Gostaram? Já fizeram ou fazem?

Espero ter ajudado!
Bom final de semana!

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12/13/2015

Olá mamães!

Chegou o verão, e com ele mil tipos de insetos que muito incomodam a todos nós. A pergunta é posso usar repelente no meu bebê? 


Se ele ja tiver mais de 6 meses já existem repelentes indicados para essa idade, mas quanto aos mais novinhos não há muito o que fazer, os pediatras não recomendam
esse tipo de produto, mesmo os específicos para bebês. 
Como nos primeiros meses a pele do bebê é extremamente delicada, as substâncias químicas presentes nos repelentes podem ser prejudiciais ao bebê e provocar reações alérgicas ou até provocar reações tóxicas.

Especialistas alertam: não é todo produto que pode ser usado em crianças. Além disso, o uso em excesso pode irritar a pele dos pequenos e até causar problemas mais graves."Primeiro é preciso saber que tipo de substância está sendo aplicada. A mais comum é aD.E.E.T (dietiltoloamida), presente na maioria dos repelentes que estão no mercado e NÃO SÃO INDICADOS PARA BEBES .


O recomendável realmente são os mosquiteiros de berço e cama e as telas nas janelas.
Porém quando nem isso resolve, é recomendado que se faça uso dos inseticidas enquanto o bebê não está no quarto, ou cômodo a ser aplicado, e depois da aplicaçao aguardar um período de uns 30 minutos para poder entrar com o bebe. 

Para bebê a partir de seis meses é necessário usar repelentes específicos que não sejam tóxicos ou agridam sua pele. A Loção Antimosquito JOHNSON’S® baby é o primeiro repelente do mercado seguro e eficaz com formulação atóxica.



Outra opção é passar a loção repelente no lado externo da roupa da criança, tomando o cuidado para não aplicar em tecidos que ela possa colocar na boca.


Sempre que tiver dúvidas sobre reações consulte um pediatra, nunca utilize produtos duvidosos sem recomendações médicas.

Boa sorte.

Bjos.

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11/03/2015



Olá mamãe!

A diabetes gestacional costuma se desenvolver no 3º trimestre de gestação é indicado para o seu tratamento uma dieta e com o uso de remédios, como hipoglicemiantes orais ou insulina.
A diabetes gestacional tem cura, no entanto é necessário seguir a risca o tratamento proposto pelo médico. Mas a mulher que tem diabetes gestacional, ha uma propensão para desenvolver diabetes mellitus tipo 2 em cerca de 10 a 20 anos e também de sofrer com a diabetes gestacional numa outra gravidez.

Sintomas
Normalmente os sintomas da diabetes gestacional são o aumento de alguns sintomas que já são comumente apresentados na gravidez, o que dificulta o diagnóstico sem exames, por isso médico deve solicitar o exame da glicose pelo menos 3 vezes durante a gestação, geralmente o primeiro exame é feito às 20 semana:
Muita fome;
Muita sede;
Ganho de peso exagerado na mulher ou no bebê;
Aumento da vontade de urinar;
Cansaço extremo;
Inchaço nas pernas e nos pés;
Visão turva;
Pode haver candidíase frequente ou cistite.


Tratamento
Para diabetes de baixo risco normalemte é recomendado para tratamento uma dieta sem açúcar e exercícios físicos moderados. Já nos casos mais graves deve-se optar pela administração de hipoglicemiantes orais ou insulina a fim de controlar o açúcar do sangue até alcançar índices aceitáveis. Há hiperglicemiantes orais que não devem ser utilizados na gravidez. Saiba mais sobre remédios que não podem ser administrados na gravidez.

Riscos
A diabetes gestacional deve ser tratada para evitar riscos para a mãe e para o bebê:
Rompimento da bolsa aminótica antes da data prevista;
Desenvolvimento da síndrome da angústia respiratória;
Parto prematuro;
Bebê muito grande para a idade gestacional;  
Feto que não vira de cabeça para baixo antes do parto;
Doenças cardíacas;
Aumento do risco de pré-eclampsia;
Hipoglicemia após o nascimento;


O maior índice de diabetes gestacional ocorre com gestantes com mais de 25 anos, obesas ou quando a gestante tem uma intolerância aos açúcares.

Para evitar ou acompanhar melhor a diabetes gestacional, não deixe de fazer os exames pré-natais e acompanhamento médico.

Boa sorte!

Bjos.
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10/31/2015



Olá, mamãe!

Quando engravidamos temos diversas dúvidas, e com tanta coisa acontecendo com o nosso corpo, inclusive muitos incômodos e dores, ficamos em um dilema, será que posso tomar remédio pra melhorar essa dor? Nesse momento a maioria das vezes a resposta será não, rs, sem contar que nenhum remédio deve ser tomado sem orientação médica. 

Vamos colocar aqui os remédios que comumente são prescritos para gestantes:
Dramin B6 ou Plasil: Náuseas e vômitos;
Riopan ou Mylanta: Azia;
Buscopan: Cólicas;
Tylenol ou Dipirona: Dor de cabeça, febre;
Flogoral spray, Tylenol, inalação com soro fisiológico: Dor de garganta, tosse;
Rinossoro: Nariz entupido;
Pasalix ou Passiflora: Ansiedade, nervosismo;
Luftal: Gases intestinais;
Xyloproct ou Proctoxilodase: Hemorroida;
Tamarine ou Metamucil: Prisão de ventre.


Há uma série de outros remédios que podem ser tomados durante a gravidez, para casos mais específicos, desde que a gestante tenha receita médica para poder usar, ou seja, que não são contraindicados na gravidez, porém requerem maior avaliação médica, entre eles estão:
Amoxicilina;
Ampicilina;
Buscoduo;
Buscopam Plus;
Benzetacil;
Cefalexina;
Cetirizina (levocetirizina);
Corticoides;
Metoclopramida;
Metronidazol (depois dos 3 meses);
Paracetamol (Tylenol);
Prednisona.


É importante lembrar que ainda que estes remédios não sejam contraindicados para gestantes, pode haver casos em que haja contraindicações específicas para a mãe ou o bebê, por isso em hipótese alguma eles devem ser usados sem prescrição médica.

Há também medicamentos que são completamente contraindicados para gravidas devido ao grande risco de gerarem má formação no feto:
Metotrexato (antineoplásico, usado no tratamento do câncer);
Minociclina (antibiótico);
Misoprostol (antiulceroso);
Morfina: (analgésico opioide);
Quinina (antimalárico);
Ribavirina (antiviral);
Talidomida (hanseniostático/hipnótico);
Tetraciclina (antibiótico).


No entanto há medicamentos que apesar de serem contraindicados na gravidez, podem ser indicados pelo médico, em casos de doenças graves para as quais não existam outros remédios:
Captopril;
Cataflan;
Ciprofloxacino (nos primeiros 3 meses de gravidez);
Diclofenaco;
Enalapril;
Propranolol;
Omeprazol.


Vale ressaltar que as informações contidas aqui são somente consultivas e uma grávida em hipótese alguma deve se automedicar, quando tiver qualquer desconforto consulte o seu médico ginecologista e obstetra.

Boa sorte!

Bjos.
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10/27/2015

Olá mamães!

Quando decidi engravidar tomava anticoncepcional a quase 8 anos, e sempre me disseram que isso seria um problema. Sabendo disso um mês antes de casar parei de tomar o anticoncepcional na intenção de "limpar" o organismo e assim poder prepará-lo para receber o bebê.
O sonho do meu marido sempre foi ser pai, e a cada atraso de menstruação era uma esperança, mas como eu tinha acabado de parar de tomar o remédio sabia que isso poderia demorar.
Segui algumas dicas que me passaram e 10 meses após parar de tomar o anticoncepcional engravidei, e hoje sou mãe do Arthur. Agora compartilho com vocês leitoras para que assim possa ajudá-las a realizar o sonho de ser mãe, não são dicas infalíveis, mas funcionou pra mim e espero que funcione para vocês:

Faça tabelinha

Se sabemos o nosso dia mais fértil já estamos dando um grande passo, é muto importante saber quando ocorre a ovulação. Como saber qual o período mais fértil? Normalmente a ovulação ocorre 14 dias após o primeiro dia da menstruação, isso para mulheres com ciclos regulados (28 dias). Hoje existem aplicativos que facilitam esse controle, inclusive utilizei um deles quando engravidei.

Dia "adequado" para ter relações

A relação deve ocorrer no máximo 48 horas antes da ovulação, é importante lembrar que o homens que possuem uma vida sexual pouco ativa possuem espermatozoides com "baixa qualidade", é interessante que o casal que está tentando engravidar mantenham relações a cada 2 ou 3 dias, para que assim os espermatozoides sejam mais saudáveis. 
Só use lubrificantes indicados para tentantes, pois certas substâncias na composição de alguns lubrificantes e cremes vaginais, podem matar os espermatozóides ou  diminuir a capacidade deles chegarem ao óvulo.

Pratique exercícios físicos

A prática de exercícios físicos, sem excessos, pode aumentar as chances de engravidar. Não é recomendado aos homens fazer exercícios que envolvam bicicleta, para não prejudicar a qualidade do sêmen.

Existe posição certa?

Não existe uma posição certa, porém é dada a preferência para posições que facilitem o encontro do espermatozóide com o óvulo, posições em que o homem fica por cima, como a conhecida “papai e mamãe", por exemplo.

Confidencie as tentativas somente ao seu parceiro

Tente não contar a todo mundo que você está tentando engravidar, pois isso pode demorar e conforme o tempo vai passando, as pessoas vão te perguntar por que ainda não aconteceu, para as mulheres que sonham em ser mãe isso pode ser um problema, pois vai causar uma certa ansiedade que tende a atrapalhar, pois a tentante ira começar a se cobrar, e o estresse pode atrapalhar a ovulação.

Espero ajudar, e quando conseguir engravidar volte aqui e nos conte.

Boa sorte!

Bjos.

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10/20/2015



Olá mamães!

Durante toda a gravidez ouvimos muito falar sobre líquido amniótico, e nem sempre sabemos a devida importância dele, colocamos aqui algumas informações importantes a serem consideradas.

O líquido amniótico é um líquido ligeiramente amarelado que envolve e suporta o desenvolvimento do feto durante a gravidez.

A princípio o líquido amniótico é produzido na placenta, iniciando a produção por volta do 12º dia após a conceção e com água do corpo da mãe. Por volta da  20ª semana os rins do bebê começam a funcionar e passam a produzir o líquido amniótico que passa a ser constituído, em sua maior parte, por urina fetal.
O nível de líquido amniótico varia ao longo da gravidez. Aumenta até as 32/33 semanas de gestação, período em que atinge o seu nível mais elevado contendo entre 800 a 1000 ml.
O líquido amniótico é "renovado" mais ou menos a cada duas horas. O bebê flutua, movimenta-se, engole e “respira” o líquido para depois o expelir de novo.

O líquido amniótico auxilia:
*O desenvolvimento do bebê, permitindo o crescimento ósseo e desenvolvimento motor adequados.
*O adequado desenvolvimento dos pulmões.
*Mantém a temperatura constante, protegendo o bebê da perda de calor.
*Protege o bebê do exterior ao proporcionar uma camada protetora que funciona como um amortecedor contra choques ou movimentos bruscos.

Excesso de líquido amniótico

O excesso de líquido aminótico, também conhecido com polidrâmnio, normalmente está relacionado com a incapacidade do bebê para absorver e engolir o líquido nas quantidades normais. No entanto, o aumento do líquido amniótico também pode acontecer devido a outros problemas que promovem o aumento exagerado na produção do líquido amniótico, entre eles:

*Diabetes gestacional: o aumento das quantidades de açúcar no sangue da grávida faz com que o bebê produza mais urina, aumentando a quantidade de líquido amniótico;
*Problemas gastrointestinais no bebê: podem diminuir a capacidade do bebê para absorver o líquido amniótico e, nestes casos, pode ser necessário fazer cirurgia após o nascimento para tratar o problema no bebê;
*Crescimento anormal de vasos sanguíneos na placenta: promove uma produção exagerada de líquido amniótico;
*Infecções na grávida ou no bebê como rubéola, citomegalovírus, toxoplasmose ou sífilis;
*Doenças cromossômicas como Síndrome de Down ou Síndrome de Edwards.

Independentemente da causa, o aumento da quantidade de líquido amniótico não significa que o bebê irá nascer com alguma má-formação ou doença, pois na maior parte dos casos, o bebê nasce completamente saudável.

Normalmente não há tratamento para excesso de líquido aminótico, sendo apenas recomendado manter consultas regulares no obstetra para avaliar a quantidade de líquido amniótico, com o intuito de evitar consequências como:

*Parto prematuro devido a ruptura prematura da bolsa de água;
*Crescimento e desenvolvimento fetal excessivo;
*Descolamento da placenta;

Porém há nos casos mais graves, em que o aumento do líquido amniótico antecipam o parto ou causam sintomas como dificuldade para respirar e dor abdominal, o obstetra pode recomendar retirar uma parte do líquido com uma agulha ou utilizar remédios, como a Indometacina, que ajudam a diminuir a produção de urina pelo bebê e, consequentemente, diminuem a quantidade de líquido amniótico.

Redução de líquido amniótico

A redução no líquido amniótico, conhecido como oligoidrâmnio atinge cerca de 8% das grávidas em algum ponto da gestação, normalmente no terceiro trimestre. 

Seu médico vai solicitar um ultra-som se desconfiar de que a quantidade de líquido está abaixo da ideal. Isso pode estar ocorrendo quando: 
*A mulher está perdendo líquido amniótico pela vagina
*O bebê está menor que o normal para a idade gestacional 
*O médico consegue apalpar fácil o bebê pelo lado de fora da barriga 
*A mulher não está sentindo o bebêmexer com frequência
*A mulher já teve outro filho que nasceu pequeno para a idade gestacional 
*A mulher tem pressão alta 
*A mulher está com diabete 
*A mulher sofre de lúpus

As principais causas da diminuição de líquido são:

Ruptura parcial da bolsa 
Quando há uma pequena abertura na bolsa, o líquido pode escapar. Pode acontecer em qualquer ponto da gravidez, mas é muito mais frequente perto do final da gestação. Às vezes a abertura se fecha sozinha e o líquido pára de vazar.
O maior perigo dessa ruptura parcial da bolsa, além do oligoidrâmnio, é a entrada de bactérias, que podem provocar uma infecção. Assim, seu médico estará mais atento para qualquer sinal de infecção. 

Problemas na placenta 
Pode ser que a placenta não esteja produzindo sangue e nutrientes em quantidade adequada para o desenvolvimento do bebê. Quando os bebês são pequenos, produzem menor quantidade de urina, por isso os níveis de líquido amniótico ficam baixos. 

Anomalias no bebê 
Quando o líquido fica abaixo do normal ainda no primeiro ou no segundo trimestre, pode ser que haja alguma malformação interferindo na produção de urina pelo bebê. O médico deve pedir um ultra-som detalhado para verificar o desenvolvimento dos rins do bebê e do trato urinário, além do coração. 

Síndrome da transfusão feto-fetal 
Quando a mulher está grávida de gêmeos idênticos e cada um tem sua própria bolsa, há entre 10 e 15 por cento de possibilidade de eles terem a síndrome da transfusão feto-fetal -- um bebê recebe mais sangue e nutrientes da placenta que o outro. Nesses casos, o gêmeo "doador" acaba ficando com menos líquido amniótico, enquanto o "receptor" fica com líquido em excesso. 

Medicamentos 
Determinados remédios podem causar oligoidrâmnio. A medicação contra hipertensão à base de inibidores da enzima conversora da angiotensina (inibidores da ACE), por exemplo, afeta o funcionamento dos rins do bebê e deve ser evitada. Alguns remédios usados para combater a ameaça de parto prematuro também podem afetar os rins do bebê, assim como o ibuprofeno. Nunca use nenhum remédio na gravidez sem falar com o médico. 

Boa sorte! 

Bjos.

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10/19/2015

Puerpério é o nome dado à fase pós-parto, é o que comumente chamamos de "resguardo". Durante a gravidez, o corpo da mulher passa por diversas mudanças. Internas e externas. E após o parto, é extremamente importante que a mulher cuide de sua saúde e de seu corpo. Não digo em relação à fatores estéticos, mas sobre se adaptar à uma fase completamente nova.
Nossos órgãos "mudam de lugar", nossos hormônios ficam alterados, nosso físico gasta muita energia, produzimos leite, cuidamos do bebê e o descanso e boa alimentação são extremamente necessários.
Lembro que na primeira semana, após o nascimento do Théo, eu realmente me sentia muito cansada. Tinha bastante sede e fome e não via a hora de tomar o próximo banho. Graças a Deus meu marido, muito participativo, sempre me ajudou, preparava as refeições, acordava comigo e tudo mais.

Os médicos e especialistas dividem esse período em 4 partes:


  • imediato: dura aproximadamente entre 2 e 4 horas após o parto, com a saída da placenta;
  • mediato: do puerpério imediato até o 10º dia. Nesta fase a mulher passa pela loquiação, ou seja, secreções, eliminando resíduos membranas da placenta. É nesta etapa que o útero volta ao seu tamanho normal, após a dilatação para a gravidez. 
  • tardio: do 10º ao 45º dia. Nesta etapa a mulher deve continuar sendo observada por cuidados médicos periódicos. 
  • remoto, após os 45 dias, quando a mulher já consegue retomar suas atividades sexuais, sem dor, ou desconforto.

É um momento delicado e deve ser respeitado. A nova rotina de cuidar de um bebê, no começo demanda tempo, paciência e compreensão de todos os familiares. Não é à toa que muitas mamães preferem não receber visitas durante os 10 primeiros dias.

Mudanças visíveis:



Após o parto, o útero vai se contrair para ajudar no controle do sangramento decorrente da saída da placenta. Independentemente do tipo de parto, sempre haverá perda de sangue, o que pode causar quedas de pressão arterial e sensação de tontura nos primeiros dias, que é normal. Começa com um sangramento mais intenso e vai reduzindo aos poucos, até ficar semelhante a um corrimento, que pode durar por 40 dias mais ou menos.  

As contrações do útero, são sentidas mesmo após o bebê ter nascido, são como cólicas, mas mais leves, e podem aumentar no momento da amamentação. 

Os seios ficam bem inchados, conforme vai se enchendo de leite. Tenha cuidados específicos para evitar Mastite e leia sobre a amamentação.

É comum que pernas ou braços fiquem um pouco inchados e apresentem formigamento. Mas casos seja constante e incomode, fale com seu médico.

Pode acontecer do cabelo cair, devido à alteração da taxa de alguns hormônios da mulher. Estou nessa fase! Assumo que às vezes é desesperador, mas acredite que passa! Está passando! rs!
Se preferir, passe com o médico e sugira tomar algumas vitaminas, para complementar. 

Dicas:


Beba muito líquido e mantenha uma alimentação balanceada. Evite gorduras e comidas muito apimentadas.
Faça caminhadas leves a princípio, e aos poucos retome as atividades do dia-a-dia. Mas procure sempre descansar. A mãe precisa estar bem para poder cuidar do seu filho. Não carregue peso, especialmente após uma cesárea.
Pode acontecer da mãe ficar constipada. Coma legumes e vegetais, se mantenha hidratada e simples exercícios, como sentar e levantar podem ajudar.

Com relação a atividade sexual, que normalmente é o tema mais perguntado nos consultórios, a recomendação geral é que se aguarde 30 dias, principalmente para evitar o aumento do risco de infecção. E mesmo no parto normal, pode ocorrer da mulher perder muito sangue, ou precisar tomar uns pontinhos na região da vagina, o que demanda tempo para cicatrização. É normal que haja perda da libido e cansaço, os hormônios ainda estão se ajustando. Desa forma converse sempre com seu parceiro, mantenham um diálogo aberto quanto a isso. 

É comum nos sentirmos mais cansadas, doloridas e um pouco indispostas. Aos poucos vamos retomando nossa vida. Apenas fique atenta a sinais que não lhe parecem nada normais.

Nosso ciclo menstrual fica alterado, algumas mulheres demoram meses até voltar a menstruar. Aqui ainda não voltou. 



Fique atenta!



Nessa mesma linha, existem dois tipos de puerpério, pelo qual a mulher pode passar. O normal e o patológico. No normal, a mulher passa por todas as etapas citadas anteriormente, sem nenhum trauma ou complicações. Já no  patológico, podem ocorrer algumas complicações, como infecções, hemorragias, depressão pós parto, e outras possíveis doenças. Daí a necessidade da mãe ser acompanhada por um médico, pelo menos no primeiro mês após o nascimento do bebê.

É justamente nas consultas de rotina que o médico pode perceber que a mãe não está tão bem. Cansaço é normal, mas fatiga, estresse e falta de sono podem ser sinais mais sérios.
Caso esteja mais sensível, ou com algum desses sintomas acima, não hesite em pedir ajuda. Vários hospitais oferecem um auxílio específico para mães e lactantes.


Tem alguma dúvida ou sugestão? Mande pra nós!

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10/17/2015

Após o nascimento do bebê há diversas mudanças na rotina da família especialmente da mãe, apesar do peso da barriga durante toda a gravidez o corpo não está preparado pra o que está por vir, agora chegou a hora de cuidar do bebe, fazer diversos movimentos que exigirão muito da coluna, costas, os pulsos e os ombros.

Procure fazer alongamentos e/ou exercícios físicos, assim que for liberado pelo seu médico, para evitar que lesões e desconfortos aconteçam, exercícios que envolvam as articulações, devem ajudar a fortalecer o corpo para encarar a nova etapa, caminhadas tambem podem ajudar a adaptação, além de contribuir para que retome a antiga forma física.

Além de retomar ou inicar as atividades físicas há exercícios simples que podem ser feitos em casa para a mulher fortalecer o corpo para a maratona doméstica. Colocamos aqui dicas de alguns movimentos que vão auxiliar o dia a dia, é recomendado que sejam feitos ao se levantar pela manhã, antes ou depois de alguma atividade física e quando sentir a área desconfortável.

Para a região dos ombros e do pescoço

1 - Gire lentamente para trás o ombro, associando com a respiração. Puxe o ar lentamente na subida do ombro e solte-o na descida.

2- Incline levemente o pescoço para a lateral direita e depois para esquerda, sentindo o alongamento do músculo.

Para a região das mãos e dos punhos

3 - Gire a mão lentamente para o lado direito e depois para o esquerdo, com os punhos fechados. Faça o movimento simultaneamente com as duas mãos.

4 – Faça movimentos de abrir e fechar as mãos, que ajudam a diminuir o inchaço e também a rigidez.

Para a região lombar

5 - Deite de barriga para cima e puxe as duas pernas juntas, flexionadas em direção ao tronco. Mantenha a posição por 30 segundos. Descanse por um minuto. Repita o movimento de duas a três vezes.

O copo fala

Cuidado com os excessos, caso as dores sejam muito constantes procure ajuda médica.

Boa sorte!

Bjos.

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10/16/2015

Olá mommys queridas!
Sou meio suspeita pra falar sobre isso, pois tenho um cachorro, o Cookie (quem o conhece o ama), um shih tzu que consideramos (eu e meu marido), membro da família. Ele sempre foi super grudado conosco, e como um bom shih tzu, tem uma "personalidade" forte, é cheio de manias e é super carinhoso com todos. Dificilmente ele rosna ou cisma com alguém, isso deve ter acontecido umas 3 vezes em 4 anos que temos ele.
Logo que engravidei, aumentei a dose de atenção com ele, justamente para ele não se sentir largado ou carente. Ele se tornou um grande protetor e meu companheiro, inclusive levantava e ia comigo no banheiro quando eu acordava de madrugada. Dormia no meu pé, ou do meu lado, e sempre que eu me mexia ele vinha mais perto pra verificar se estava tudo bem. Uma graça!

Algumas pessoas são contra permitir animais e bebê que fiquem juntos, ou próximos. Eu concordo que devemos tomar certos cuidados, principalmente em relação a higiene. Recém-nascidos são bem sensíveis, ainda estão se acostumando com o mundo fora da barriga...
No começo, quando trouxemos o Théo para casa, logo que nasceu, o Cookie ficou um pouco assustado e não sabia o que fazer com o bebê, rs. Ele se aproximou, cheirou a roupa e logo se afastou, sem que precisássemos falar algo. Ele mesmo percebeu que era um bebê, que era um ser diferente... E nos dias que se passaram foi assim que permaneceu, o Cookie vindo bem discretamente, ficando perto, cheirando de longe. Inclusive quando eu ia amamentar, o Cookie queria ficar perto, e sentava ou do meu lado, ou na minha perna rs.
Graças a Deus, ele nunca avançou no Théo, e o Théo não desenvolveu nenhuma alergia. O Cookie não solta nenhum pelo, damos banho a cada 20 ou 30 dias, e nós mesmos tosamos ele. Ele é bem limpinho, escova os dentes e tudo mais kkkk =)

Se você tem um cachorro, mantenha a atenção, para que o cão não sinta nem ciumes e não fique carente, muitos cachorros ficam realmente tristes, pois é fato que a atenção e a rotina da casa mudam completamente. Hoje, o Cookie é minha babá eletrônica. Não pode ouvir o Théo chorar que vai pro quarto dele primeiro e depois vem nos chamar. É bem legal!  Agora, com Théo com quase 6 meses, ele já está interagindo mais, e o Cookie tem se aproximado para brincar. Sempre ficamos perto, e os brinquedos do cachorro são do cachorro e do bebê são do bebê, ensinamos isso para o Cookie e ele aprendeu, claro que temos que lembrá-lo sempre disso, e ficamos perto o tempo inteiro. Cachorros quando estão brincando perdem a noção de espaço, e ficam bem eufóricos, podendo machucar, sem querer.

Théo e Cookie sendo fofos rs

Um estudo feito pelo Hospital Universitário Kuopio, da Finlândia, constatou que os bebês que conviviam com cães em casa amadurecem o sistema imunológico mais rápido, exatamente porque o cão leva na sua pelagem germes e bactérias, mas ao contrário do que se pensa, isso ajuda o sistema de defesa do bebê a se desenvolver mais rápido. Bebês que convivem com cães tem 44% menos chances de ter infecções de ouvido e 29% menos chances de precisarem tomar antibióticos.
(Fonte: CachorroGato @ http://www.cachorrogato.com.br/cachorros/caes-bebes-dicas-convivencia/)


Você pode conferir esse amor entre cães e bebês em diversos vídeos na internet, é uma fofura atrás da outra.

Algumas dicas para você que já tem um animal de estimação:


  • Mantenha o animal de estimação sempre vermifugado e vacinado, de acordo com as instruções do veterinário. 
  • Evite deixar o bebê sozinho com o cachorro, principalmente quando ele já estiver engatinhando, o bebê pode puxar o pelo, ou rabo para brincar e o dog pode achar ruim, é bom estar perto para ensinar ambos.
  • Para quem tem gato, alguns veterinários recomendam que nos primeiros dias de vida do bebê, coloque papel alumínio ou celofane dentro do berço, em alguns lugares, se o gato entrar, logo ele sairá pois se assustará com o barulho.
  • Logo que o bebê nascer, antes de mais nada, dê atenção ao cachorro ou gato, e explique a situação, parece besteira, mas eles entendem. Dê uma peça de roupa que o bebê já usou para eles cheirarem e irem se acostumando.
  • Mantenha os objetos do bebê sempre fora do alcance dos bichinhos, e limpe-os com frequência.
  • Acostume o cachorro ao novo ambiente. Nós colocávamos o Cookie no quarto do Théo, e mandávamos ele sair, ensinamos onde pode e onde não pode ficar, ele entendeu. Demonstre para o cachorro que nada mudou em relação a ele, apenas tem uma pessoa a mais para ele amar e vice-versa. 
Eu confesso que já fico ansiosa para saber como eles serão daqui um tempo! E com certeza contarei aqui para vocês!

Tem alguma dúvida sobre este tema? Conte para nós! 
Beijnhos!

Este é o Cookie! Aqui eu estava grávida de 7 meses!


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10/14/2015


Olá mamães.

Tive trombose quando tinha 18 anos, foi uma das piores, se não a pior, experiências que tive. A trombose é causada pela coagulação do sangue ou o desenvolvimentde coágulos sanguíneos. Que no meu caso fez com que eu perdesse naquele momento parte dos movimentos da perna direita. Fiquei eu internada 1 semana, fazendo tratamento por meio de injeções (3 vezes dia) na tentativa de desfazer esses coágulos. Após uma semana fiz exame e os coágulos haviam diminuido, no entanto tive que fazer tratamento em casa com as mesmas injeções por mais 15 dias e ainda tomar AAS por mais 6 meses. Quando voltei para refazer o exame os coágulos haviam enfim desaparecido.
Porém esse foi um grande pesadelo pra mim durante toda a gravidez pois sabia da propensão a ter a doença novamente, a chamada trombofilia.
Na gravidez existem maiores possibilidades de uma mulher desenvolver a trombofilia. As causas não são todas  conhecidas, porém o fator genético da doença é uma delas.
A trombofilia pode ser responsável por diversos abortos considerados de "causas naturais", por se tratar de um problema grave precisa ser tratada o mais rápido possível, pois o seu tratamento tardio pode trazer sérios problemas para a mãe e até causar a morte do bebê. O risco é que os coágulos obstruam os vasos sanguíneos, causando o entupimento das veias dos pulmões, coração e cérebro materno, como também obstruindo a circulação na placenta.
Atualmente existem tratamentos eficazes caso haja o desenvolvimento de trombofilias. O ideal é que o ginecologista que acompanha a gestante conheça o histórico da paciente para que ele possa fazer um acompanhamento mais detalhado caso tenha história pessoal ou familiar de trombose; três ou mais abortos naturais de 1º trimestre, dois abortos de 2º trimestre ou um caso de natimorto; casos de pré-eclampsia grave, principalmente em grávidas com menos de 32 semanas de gestação; história de descolamento prematuro de placenta e parente de primeiro grau com mutações no sangue. Para detectar se há algum tipo de trombofilia, o médico deve pedir uma complexa investigação laboratorial.

Boa sorte!

Bjos.
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10/09/2015

Esse tipo de dica é sempre bom né?! 
Resultado de imagem para manchas nas roupas
A maioria das manchas pode ser removida com sabonete em barra e água. Se forem manchas mais difíceis, ou manchas secas, utilize água quente. Esfregar o sabão na parte manchada (roupa seca) e deixar de molho por algumas horas.


Mas para aquelas mais difíceis, aqui vão algumas dicas:

Manchas de papinha de frutas:
Coloque um pouquinho de leite morno em cima da mancha, com a roupa seca. Deixe um pouco de molho, depois esfregue com as mãos até a mancha sair.

Mancha de Pomada Hipoglós ou outra de assadura:
Passe sabão de coco em toda região e esfregue em seguida, deixe de molho por uma hora sob o sol. Depois enxágue com água morna. Se a mancha persistir, passe um pouco de óleo de cozinha e repita o processo. 

Manchas de Maçã:
Dilua em uma solução de 1/4 de água morna, 1/2 colher de chá de detergente para lavar louça ou o de lavar roupa e 1 colher de sopa de vinagre branco durante 15 minutos. Em seguida enxágue com água e lave a peça.

Massinha de Modelar:
Com a roupa ainda seca, sem ter sido molhada ou lavada aplique sobre as manchas sabonete branco, molhe o sabonete na água e vá passando e esfregando na mancha até sair. Depois enxágue e lave normalmente. Se a mancha estiver resistente, se for antiga, passe o sabonete e deixe de molho em água bem quente, depois que esfriar, esfregue.

Chiclete:
Passe gelo sobre o chiclete por alguns minutos até ele ficar duro e desgrudar. Outra forma é colocar a roupa em um saco plástico, feche e coloque no freezer por cerca de umas 2 horas, o chiclete vai endurecer e aí fica fácil de retirar.

Graxa:
Molhe o tecido com água e passe acetona. Deixe-o agir sobre a mancha e depois lave com sabonete branco e bastante água.

Gordura:
Detergente de louça, de preferência incolor, resolve, é só colocar sobre a mancha e esfregar.

Caneta:
Deixe a roupa de molho em água e sabão, depois aplique sobre a mancha uma mistura de leite com vinagre e esfregue, repita o processo outras vezes, se precisar. Deixe de molho no amaciante para retirar o cheiro do vinagre.

Canetinha:
Aplique leite quente e deixe agir por alguns minutos, repita se a mancha não sair. Depois lave normalmente a peça com detergente.

Vinho tinto: Passe espumar de barbear, e deixe por uns minutinhos, depois deixe a peça de molho em água morna antes de colocá-la na máquina de lavar. 

Mofo: geralmente água bem quente com sal ajuda. Em seguida, exponha ao sol, colocando sobre a mancha suco de limão e sal.

A melhor Dica para Todo o Tipo de Mancha

Serve inclusive para quando uma roupa colorida mancha uma outra :). Coloque as roupas manchadas numa panela para ferver com uma xícara de açúcar. As manchas vão se diluindo na água. Caso a cor seja muito forte, utilize uma colher de vinagre branco e uma colher de Vanish, esfregue com sabão em barra, de preferência o de coco.

Para limpar os brinquedos:


  • Receita para tirar tinta de caneta de bonecas(os): use a pomada Acnase (pomada para cravos e espinhas), e passe nas áreas aonde há manchas de caneta, coloque a(o) boneca(o) no sol por umas 3 a 4 horas. Depois é só tirar os resíduos das manchas com um pano úmido e a(o) boneca(o) ficará limpinha(o) novamente.
  • Para quem tem lava-louças: Você pode colocar alguns brinquedos de plástico (verifique a embalagem se não derreterão com o calor).
  • Molho com detergente de lavar louça e água quente, retiram os encardidos.

Espero que as dicas sejam úteis, :)

Tem alguma mancha e não saiu? Mande para nós!


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