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3/02/2016

Algumas mães sugeriram que abordássemos aqui sobre a moleira e o formato da cabeça do bebês. Então, dei uma boa pesquisada e separei alguns tópicos bem importantes.

Bom, primeiro, as moleiras são uma das primeiras preocupações dos pais, é incrível, como todos sentem uma insegurança, quando a isso. O nome oficial para essa "parte " é fontanela, que são aberturas no osso do crânio do bebê separadas por linhas também abertas, chamadas suturas. Existem duas, no topo da cabeça e atrás.

As funções das fontanelas que se encontram no alto da cabeça dos bebês e das suturas são promover o momento do parto, facilitando assim a passagem do bebê pelo canal vaginal e permitir o crescimento adequado do cérebro. Ou seja, elas são como que flexíveis para ajudar a cabeça do bebê a sair, por isso que quando nascem de parto normal, a cabeça apresenta uma certa deformidade, como num formato de cone, que em poucas horas volta ao normal. É perfeito!

No primeiro ano de vida, o cérebro cresce metade do seu tamanho que terá quando adulto, alcançando quase seu crescimento total ao fim do segundo ano de vida.

A fontanela menor fecha-se até o segundo mês de vida do bebê, já a fontanela maior fecha-se entre o nono e décimo quinto mês mês.

Para saber se tudo está bem, é preciso levar o bebê ao pediatra regularmente, o ideal é 1 consulta por mês até o oitavo mês de vida. Para que caso ele perceba qualquer problema, já se inicie o tratamento adequado.  


Ossos do crânio do recém-nascido - foto: GunitaR/ShutterStock.com
Fonte: Google Imagens - ShutterStock

Para observar:

O crânio do bebê deve crescer em formato harmonioso, ou seja, você olha e nada lhe chama a atenção, laterais e topo se fecham como que em círculo. Se por acaso você notou algo de diferente, converse com seu pediatra para que ele possa lhe orientar melhor.

Algumas intervenções no desenvolvimento do crânio do bebê têm uma data limite para sofrer intervenção, caso contrário o bebê pode ter sequelas como, problemas com crescimento e aprendizado.


O que é normal na moleira?


  • A moleira pulsa e se o bebê chora ela pulsa ainda mais e mais forte. Não estranhe, ela sempre pulsará!
  • A moleira pode fechar mais cedo e também pode fechar mais tarde, depende da criança. Isso não quer dizer que seja um problema, desde haja uma avaliação de um médico.

O que não é normal na moleira?

  • A moleira não pode estar afundada e nem abaulada. Em ambos os casos um médico deve ser procurado.
  • Caso você perceba que a moleira do bebê está afundada, atenção. É sinal de que o bebê pode estar desidratado.
  • Se a moleira apresentar uma forma arredondada, de baú, pode significar excesso de vitamina A, entre outros fatores.


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O que é Cranioestenose?


Existe uma alteração conhecida como Cranioestenose, caracterizada pelo fechamento precoce das fontanelas e suturas, ocorrendo deformidades no crânio, já que o cérebro fica sem espaço para crescer adequadamente.

A cranioestenose não tem uma causa definida, mas pode ter motivos hereditários, intra-uterina, infecciosa ou até mesmo o uso de alguns medicamentos durante a gestação, como anticonvulsivantes.

O diagnóstico é feito pelo médico a partir de exame físico do bebê. Através de exames radiológicos e de neuroimagem, o profissional verifica as suturas fechadas e as possíveis malformações dos ossos da face e do sistema nervoso que a cranioestenose pode causar.


Tipos de Cranioestenose:


Fonte: http://cs.i.uol.com.br/album/14122011plagiocefalia_f_001.jpg


Informações:


Desde 1992, quando a Academia Americana de Pediatria passou a recomendar que os bebês dormissem de barriga para cima, o número de morte devido à Síndrome da Morte Súbita Infantil – a principal causa de morte entre crianças menores de 1 ano naquele país – caiu pela metade. 

Apesar da diminuição das mortes, os pediatras perceberam um aumento significativo nos casos de bebês com a cabeça achatada. O problema também é conhecido como plagiocefalia posicional. E acontece quando o recém-nascido fica deitado sempre na mesma posição, não ocorrendo a devida movimentação das placas cranianas, deixando-a achatada. Nos Estados Unidos, cerca de 13% das crianças saudáveis têm algum achatamento na cabeça. 

Por isso, as novas recomendações de cuidados com a cabeça do bebê foram publicadas na revista científica Pediatrics para prevenir esse tipo de problema. Confira: 

- Aumente o tempo que a criança fica de barriga para baixo. Segundo o pediatra James Laughlin, autor do novo relatório, o bebê deve passar, pelo menos, 30 minutos por dia nessa posição. O ideal é ir aumentando esse tempo aos poucos para que a criança se acostume e desenvolva os músculos do pescoço e da nuca. “Além disso, estudos mostram que bebês que ficam nessa posição têm melhor desenvolvimento motor”, diz o especialista. 

- Mude a direção que o bebê dorme no berço semanalmente. Aqui, a ideia é incentivar o bebê a virar a cabeça em direções diferentes. Se quando ele dorme com a cabeça virada para a cabeceira do berço olha para um abajur, por exemplo, ao virar os pezinhos para a cabeceira, seu bebê vai ter outro campo de visão e pode se interessar por um brinquedo que está fora do berço em outra direção. O objetivo é oferecer novos estímulos para que a criança olhe em diferentes posições. 

- Cuidado com a cadeirinha. Apesar de manter uma posição diferente, o apoio para a cabeça é duro e pode facilitar que o bebê desenvolva assimetria. Por isso, especialmente nos primeiros 6 meses, é importante que a criança só fique na cadeirinha enquanto estiver no carro. 

- Durante o dia e sob a sua supervisão, o bebê pode dormir de lado e até de barriga para baixo. Mas só se você estiver por perto! 

- Quando o bebê estiver no colo, segure-o na posição vertical, com a cabeça apoiada em seu braço ou ombro. Alterne também na hora de amamentar. 

Na maioria dos casos, o reposicionamento é suficiente para evitar problemas. Mas, se você perceber algum achatamento na cabeça do seu filho, procure ajuda o quanto antes. Quanto mais cedo mais fácil o tratamento. Os pediatras acreditam que até os 6 meses, o problema é revertido facilmente.

Vale lembrar ainda que a plagiocefalia posicional, em casos graves, pode causar o fechamento da mandíbula e problemas visuais. Mas, na maioria dos casos, é apenas um problema estético e não prejudica o desenvolvimento da criança.


Tratamento:


O tratamento por vezes é cirúrgico e tem por objetivo criar espaços para o desenvolvimento normal do cérebro e corrigir as deformidades existentes, prevenindo ou aliviando as sequelas que possam existir.
Em alguns casos o uso de um capacete específico por ajudar na"remodelação"do crânio. Por isso a necessidade de um médico sempre acompanhar.


Esse assunto lhe interessou? conte pra nós!

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bjinhos!
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1/11/2016

Olá mamães! Hoje vamos falar sobre refluxo. Muitas vezes sem passa desapercebido, outras demora a passar e pode afetar o desenvolvimento do bebê. Então vamos entender melhor...
O refluxo em bebês pode acontecer devido à imaturidade do estômago e parte gástrica, ou quando o bebê tem alguma dificuldade de digestão, intolerância ou alergia ao leite ou algum outro alimento da sua alimentação.
O refluxo em bebê recém-nascido não deve ser considerado uma situação preocupante quando a quantidade é pequena e acontece apenas após a mamada. O que é normal acontecer, aquela golfada básica. Porém, quando o refluxo acontece várias vezes, em grande quantidade e muito tempo depois da mamada, pode ser o tal refluxo e assim deve ser avaliado pelo pedia

Para cuidar do bebê com refluxo, os pais devem tomar algumas providências para ajudar.  Como, colocar o bebê para arrotar durante e após as mamadas e evitar deitar o bebê nos primeiros 30 minutos após as refeições, pois é normal que, devido à imaturidade do trato gastrointestinal, o bebê possa golfar. 
Sintomas de refluxo em bebê, nos casos em que é considerado doença, incluem:
  • Sono agitado;
  • Vômitos constantes;
  • Dificuldade para mamar;
  • Irritação e choro excessivo;
  • Rouquidão, pois a laringe inflama;
  • Dificuldade para ganhar peso;
  • Inflamações frequentes nos ouvidos.
Na presença destes sintomas, é importante levar o bebê ao pediatra ou gastroenterologista pediátrico para fazer o diagnóstico e orientar o tratamento.

 

Medidas antirefluxo 

  • Amamentar o bebê na posição vertical, pois permite que o leite fique no estômago;
  • Manter o bebê com a boca bem preenchida com o mamilo ou com o bico da mamadeira, para evitar que engula muito ar;
  • Dar refeições frequentes durante o dia, mas em pequenas quantidades para não encher muito o estômago;
  • Evitar balançar o bebê até 2 horas após amamentar, mesmo que no bebê conforto, para que o conteúdo do estômago não suba para a boca;
  • Utilizar um calço por baixo do colchão da cama ou um travesseiro anti-refluxo para elevar o bebê durante o sono, diminuindo o refluxo à noite, por exemplo.
Em alguns casos o pediatra pode ainda recomendar retirar o leite de vaca da alimentação do bebê, caso esteja sendo utilizado, assim como engrossar o leite oferecido ao bebê com fubá, farinha de arroz ou produtos próprios como o Mucilon.

Normalmente, o refluxo em bebês melhora após os 3 meses de idade, pois o esfíncter (válvula que fecha a passagem pro estômago) se torna mais forte depois dessa idade. No entanto, é possível que alguns bebês mantenham este problema por mais tempo. 

Quando fazer o tratamento do refluxo?
O tratamento para refluxo em bebê, geralmente, é recomendado quando o bebê mantém o refluxo além dos 18 meses de idade ou quando não é possível reduzir a frequência dos casos de regurgitamento apenas com os cuidados em casa. Ou quando seu desenvolvimento é afetado, tanto peso quanto tamanho. 
Nestes casos, o pediatra irá fazer o tratamento mais adequado para a causa do refluxo no bebê, que pode incluir o uso de remédios para refluxo gastroesofágico, como Omeprazol, Domperidona ou Ranitidina, assim como alterações na alimentação do bebê, por exemplo.

Quando ir no pediatra

Deve-se consultar o pediatra para iniciar o tratamento do refluxo quando o bebê apresenta algum destes sintomas:
  • Irritabilidade frequente durante ou após as refeições;
  • Vômitos em grande quantidade até 2 horas após amamentar;
  • Recusa para comer;
  • Atraso no desenvolvimento ou dificuldade para engordar.
Nestes casos, o bebê pode ter uma doença, como refluxo gastroesofágico, que deve ser devidamente tratada para evitar os episódios de refluxo frequentes.
Evite a automedicação e se desconfiar de algo siga a intuição de mãe. 
Tem alguma dúvida? 
Mande para nós!
Bjinhos! 
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12/02/2015

Olá mamães! 
Quando nos tornamos mães, ficamos cheias de dúvidas quanto ao nosso bebê. Portanto vamos lhe ajudar a esclarecer algumas... 

Cabeça do bebê:
Ao nascer, os ossos cranianos do bebê são moles para permitir que a cabeça passe pelo canal vaginal. Quando o crânio é comprimido, esses ossos se amoldam e a cabeça pode assumir uma forma mais alongada e pontuda e o rosto ficar um pouco amassado. É normal. Isso acontece principalmente naqueles que nascem de parto natural, mas também em alguns casos de cesárea, quando o bebê está com a cabeça para baixo no útero. Esta deformidade não dura muito, e em poucos dias o formato volta ao normal.
Moleiras
Todos os bebês nascem com duas moleiras – chamadas pelos médicos de fontanelas –, espaços macios que separam os ossos do crânio e servem para facilitar a passagem do bebê pelo canal vaginal e permitem o crescimento adequado dos ossos da cabeça. A que fica na parte superior se fecha em torno de 12 a 18 meses, e a da parte traseira aos 2 a 3 meses de vida.
Vérnix
O recém-nascido nasce coberto por um material esbranquiçado e gorduroso denominado vérnix caseosa. Ele ajuda a diminuir o atrito, facilitando a saída do bebê através do canal do parto, e também funciona como uma barreira de proteção contra bactérias e fungos. O vérnix sai espontaneamente nas primeiras semanas de vida e não precisa ser retirado com esponja, nem passar cremes hidratantes ou óleos.
Mãos e pés azulados
Os bebês podem apresentar uma coloração azulada simétrica nos lábios, mãos e pés, que se chama acrocianose. Isso ocorre porque os vasos sanguíneos reagem exageradamente ao frio e ficam dilatados, adquirindo essa coloração – que melhora com o simples aquecimento do corpo do bebê.
Unhas compridas
As unhas das mãos e dos pés começam a se formar por volta da 12ª semana e, desde então, elas crescem semanalmente até atingir a ponta dos dedos por volta de 37 semanas. O bebê que nasce a partir de 38 semanas muito provavelmente terá as unhas mais compridas, que podem ser cortadas na maternidade para evitar arranhões.
Edemas nas mamas
Muitos bebês nascem com as mamas inchadas e, algumas vezes, ocorre a saída de leite, tanto em meninas quanto em meninos. Isto é devido à passagem dos hormônios maternos para o sangue do bebê, que estimula a produção de leite. Nunca esprema ou aperte para evitar irritações, ou até mesmo infecções. Elas desincham em torno dos primeiros 7 a 10 dias de vida.
Genitais inchados
Da mesma forma que as mamas, os genitais também podem ficar inchados, e as meninas também podem apresentar um pequeno sangramento vaginal, justamente por causa da passagem dos hormônios maternos para o sangue do bebê. Tudo volta ao normal em 7 a 10 dias de vida.
Cordão umbilical preso
O cordão umbilical, que unia o bebê à mãe na fase intra-uterina, é fechado logo após o nascimento com um “grampo” de plástico. Logo em seguida, ele é cortado, mas se deixa um pequeno pedaço, que gradualmente vai ressecando, até cair espontaneamente por volta de 7 a 10 dias de vida. No local, só ficará um sinal, que é o umbigo. É muito importante manter esse coto umbilical bem limpo – com cotonete embebido em álcool um a duas vezes por dia – até a sua queda completa.
Manchas na pele
Os bebês podem apresentar alguns cravinhos, conhecidos como miliária rubra, que aparecem principalmente na ponta do nariz e no queixo, causados pela secreções das glândulas sebáceas da pele. Eles desaparecem em 2 ou 3 semanas.
Pelos finos nas costas e ombros
Alguns bebês nascem com lanugem, que é uma camada de pelos finos que são produzidos no final da gravidez, e ficam principalmente nos ombros e nas costas. Eles caem logo após o nascimento ou, no máximo, em algumas semanas de vida.

Tem alguma dúvida específica? Mande pra nós! 
Beijinhos
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10/16/2015

Olá mommys queridas!
Sou meio suspeita pra falar sobre isso, pois tenho um cachorro, o Cookie (quem o conhece o ama), um shih tzu que consideramos (eu e meu marido), membro da família. Ele sempre foi super grudado conosco, e como um bom shih tzu, tem uma "personalidade" forte, é cheio de manias e é super carinhoso com todos. Dificilmente ele rosna ou cisma com alguém, isso deve ter acontecido umas 3 vezes em 4 anos que temos ele.
Logo que engravidei, aumentei a dose de atenção com ele, justamente para ele não se sentir largado ou carente. Ele se tornou um grande protetor e meu companheiro, inclusive levantava e ia comigo no banheiro quando eu acordava de madrugada. Dormia no meu pé, ou do meu lado, e sempre que eu me mexia ele vinha mais perto pra verificar se estava tudo bem. Uma graça!

Algumas pessoas são contra permitir animais e bebê que fiquem juntos, ou próximos. Eu concordo que devemos tomar certos cuidados, principalmente em relação a higiene. Recém-nascidos são bem sensíveis, ainda estão se acostumando com o mundo fora da barriga...
No começo, quando trouxemos o Théo para casa, logo que nasceu, o Cookie ficou um pouco assustado e não sabia o que fazer com o bebê, rs. Ele se aproximou, cheirou a roupa e logo se afastou, sem que precisássemos falar algo. Ele mesmo percebeu que era um bebê, que era um ser diferente... E nos dias que se passaram foi assim que permaneceu, o Cookie vindo bem discretamente, ficando perto, cheirando de longe. Inclusive quando eu ia amamentar, o Cookie queria ficar perto, e sentava ou do meu lado, ou na minha perna rs.
Graças a Deus, ele nunca avançou no Théo, e o Théo não desenvolveu nenhuma alergia. O Cookie não solta nenhum pelo, damos banho a cada 20 ou 30 dias, e nós mesmos tosamos ele. Ele é bem limpinho, escova os dentes e tudo mais kkkk =)

Se você tem um cachorro, mantenha a atenção, para que o cão não sinta nem ciumes e não fique carente, muitos cachorros ficam realmente tristes, pois é fato que a atenção e a rotina da casa mudam completamente. Hoje, o Cookie é minha babá eletrônica. Não pode ouvir o Théo chorar que vai pro quarto dele primeiro e depois vem nos chamar. É bem legal!  Agora, com Théo com quase 6 meses, ele já está interagindo mais, e o Cookie tem se aproximado para brincar. Sempre ficamos perto, e os brinquedos do cachorro são do cachorro e do bebê são do bebê, ensinamos isso para o Cookie e ele aprendeu, claro que temos que lembrá-lo sempre disso, e ficamos perto o tempo inteiro. Cachorros quando estão brincando perdem a noção de espaço, e ficam bem eufóricos, podendo machucar, sem querer.

Théo e Cookie sendo fofos rs

Um estudo feito pelo Hospital Universitário Kuopio, da Finlândia, constatou que os bebês que conviviam com cães em casa amadurecem o sistema imunológico mais rápido, exatamente porque o cão leva na sua pelagem germes e bactérias, mas ao contrário do que se pensa, isso ajuda o sistema de defesa do bebê a se desenvolver mais rápido. Bebês que convivem com cães tem 44% menos chances de ter infecções de ouvido e 29% menos chances de precisarem tomar antibióticos.
(Fonte: CachorroGato @ http://www.cachorrogato.com.br/cachorros/caes-bebes-dicas-convivencia/)


Você pode conferir esse amor entre cães e bebês em diversos vídeos na internet, é uma fofura atrás da outra.

Algumas dicas para você que já tem um animal de estimação:


  • Mantenha o animal de estimação sempre vermifugado e vacinado, de acordo com as instruções do veterinário. 
  • Evite deixar o bebê sozinho com o cachorro, principalmente quando ele já estiver engatinhando, o bebê pode puxar o pelo, ou rabo para brincar e o dog pode achar ruim, é bom estar perto para ensinar ambos.
  • Para quem tem gato, alguns veterinários recomendam que nos primeiros dias de vida do bebê, coloque papel alumínio ou celofane dentro do berço, em alguns lugares, se o gato entrar, logo ele sairá pois se assustará com o barulho.
  • Logo que o bebê nascer, antes de mais nada, dê atenção ao cachorro ou gato, e explique a situação, parece besteira, mas eles entendem. Dê uma peça de roupa que o bebê já usou para eles cheirarem e irem se acostumando.
  • Mantenha os objetos do bebê sempre fora do alcance dos bichinhos, e limpe-os com frequência.
  • Acostume o cachorro ao novo ambiente. Nós colocávamos o Cookie no quarto do Théo, e mandávamos ele sair, ensinamos onde pode e onde não pode ficar, ele entendeu. Demonstre para o cachorro que nada mudou em relação a ele, apenas tem uma pessoa a mais para ele amar e vice-versa. 
Eu confesso que já fico ansiosa para saber como eles serão daqui um tempo! E com certeza contarei aqui para vocês!

Tem alguma dúvida sobre este tema? Conte para nós! 
Beijnhos!

Este é o Cookie! Aqui eu estava grávida de 7 meses!


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10/06/2015


Olá mamães!

Todas nós, mamães, sabemos importância de imunizar nossos bebes por meio das vacinas, eu sou o tipo de mãe que chora com o bebê, Rsrs sofro por antecipação e as vezes até mais que ele, mas mesmo assim não posso deixar isso atrapalhar o calendário de vacinação, pois há tempos a vacinação é uma formas mais efetivas de se prevenir doenças infecciosas graves e interromper, por isso devemos nos atentar para não perdermos a data de cada vacina, principalmente as que são divididas em doses.

CALENDÁRIO NACIONAL DE VACINAÇÃO DO ANO DE 2015


AO NASCER:

BCG – Vacina contra a tuberculoseVHB – Vacina contra a hepatite B – 1ª dose

2 MESES:

Pentavalente – Vacina contra difteria, tétano, coqueluche,Haemophilus influenzae tipo b (provoca meningite e outras infecções) e hepatite B – 1ª dose (2ª dose para Hepatite B)VIP (vacina inativada poliomielite) – Vacina Poliomielite (paralisia infantil) – 1ª dose (injetável)VORH (Vacina Oral de Rotavírus Humano) – Diarréia por Rotavírus – 1ª doseVacina pneumocócica 10-valente – Vacina contra a bactéria Pneumococo – 1ª dose

3 MESES:

Meningocócica C – Vacina contra meningite C – 1ª dose

4 MESES:

Pentavalente – Vacina contra difteria, tétano, coqueluche,Haemophilus influenzae tipo b (provoca meningite e outras infecções) e hepatite B – 2ª dose (3ª dose para Hepatite B)VIP (vacina inativada poliomielite) – Vacina Poliomielite (paralisia infantil) – 2ª dose (injetável)VORH (Vacina Oral de Rotavírus Humano) – Diarréia por Rotavírus – 2ª doseVacina pneumocócica 10-valente – Vacina contra a bactéria Pneumococo – 2ª dose

5 MESES:

Meningocócica C – Vacina contra meningite C – 2ª dose

6 MESES:

Pentavalente – Vacina contra difteria, tétano, coqueluche,Haemophilus influenzae tipo b (provoca meningite e outras infecções) e hepatite B – 3ª dose (4ª dose para Hepatite B)VOP (vacina oral contra poliomielite) – Vacina contra poliomielite (paralisia infantil) – 3ª dose (via oral)Vacina pneumocócica 10-valente – Vacina contra a bactéria Pneumococo – 3ª dose

9 MESES:

Vacina contra febre amarela

A vacina contra febre amarela está indicada para crianças a partir dos 09 meses de idade, que residam ou que irão viajar para área endêmica (estados: AP, TO, MA MT, MS, RO, AC, RR, AM, PA, GO e DF), área de transição (alguns municípios dos estados: PI, BA, MG, SP, PR, SC e RS) e área de risco potencial (alguns municípios dos estados BA, ES e MG). Se viajar para áreas de risco, vacinar contra Febre Amarela 10 (dez) dias antes da viagem.

12 MESES:

Tríplice viral – vacina contra sarampo, rubéola e caxumba – 1ª doseVacina pneumocócica 10-valente – Vacina contra a bactéria Pneumococo – 4ª dose (reforço)VHA – Vacina contra hepatite A – dose única

15 MESES:

VOP (vacina oral contra pólio)- Poliomielite (paralisia infantil) – 4ª dose (via oral)Meningocócica C – Vacina contra meningite C – 3ª dose (reforço)Tetra viral – vacina contra sarampo, rubéola, caxumba e varicela (catapora) – 2ª dose para sarampo, rubéola e caxumba e 1ª dose para varicelaDTP (tríplice bacteriana) – Difteria, tétano e coqueluche (reforço da pentavalente sem Haemophilus influenzae tipo b e hepatite) –1º reforço (4ª dose)

4 ANOS:

DTP (tríplice bacteriana – Difteria, tétano e coqueluche – 2º reforço (5ª dose)VOP (vacina oral contra pólio)- Poliomielite (paralisia infantil) – 5ª dose (via oral)

Reações e contraindicações


Vacinas com germes vivos atenuados:
– BCG – Vacina contra a tuberculose
– MMR ou SRC (tríplice viral) – Sarampo, rubéola e caxumba
– Varicela – Catapora
– Vacina contra febre amarela

Vacinas que não contém organismos vivos não são capazes de induzir doença vacinal.

A maioria das vacinas podem causar pequenas reações como dor, febre baixa e mal estar, porém esses sintomas são considerados normais, não impedindo posteriores reforços vacinais.

Casos de alergias mais graves devem ser consultados por alergologista antes das vacinações para se avaliar a gravidade da reação alérgica. Colocamos abaixo alguns casos específicos que podem causar reações para pessoas alergicas:

a) Pessoas com alergia grave a ovo no caso das seguintes vacinas
– Influenza
– Febre amarela
– MMR ou SRC (tríplice viral) – Sarampo, rubéola e caxumba

b) Pessoas com alergia a gelatina podem apresentar reações à vacina contra:
– Influenza
– Febre amarela
– MMR ou SRC (tríplice viral) – Sarampo, rubéola e caxumba
– Raiva
– Varicela
– DTP (tríplice bacteriana) – Difteria, tétano e coqueluche.

Lembre-se de SEMPRE respeitar as doses e os intervalos solicitados entre as vacinas.

Importante: Além das vacinas citadas acima que estão de acordo com o calendário oficial também existem as vacinas que são dadas em campanhas organizadas pelo ministério da saúde.

Boa sorte!

Bjos
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10/05/2015

Esses dias eu estava lendo uns artigos e dando uma pesquisada nas doenças que mais atingem os bebês. Fiquei até impressionada em o quão comum elas são! É claro que como mãe, não queremos que nossos anjinhos tenham nada, aliás se eu pudesse pegava tudo pra mim pro Théo não sentir nada Rs. Mas não dá. 
Por isso, resolvi listar aqui algumas doenças e problemas mais comuns nos bebês.  Mas sempre busque ajuda profissional para o tratamento e medição correta. 

E já aviso que o post é longo! Fui atrás de doenças simples como gripes e resfriados e também infecções na pele. 

Existem vários exames que são feitos após o nascimento do bebê e a maioria deles são obrigatórios, como o teste do pezinho, do olhinho, da orelhinha, entre outros, por isso é necessário estar sempre informada sobre quais os exames que o hospital fará no seu bebê. Caso seja detectado algum problema, o tratamento poderá começar imediatamente.
Fique atenta aos sinais no seu bebê, mas também evite levá-lo ao hospital quando for algo simples, por conta dos vírus e bactérias que tem lá.

  • Descamações e brotoejas na pele:



A chamada crosta láctea, é um tipo de dermatite do coro cabeludo do bebê. Não chega a ser uma doença, mas é uma alteração na pele. A pele pode descamar, ficar vermelha e mais sensível. Surge nas primeiras semanas de vida do bebê e tende a desaparecer logo nos primeiros dias. A pele do bebê ainda está "se preparando" para que ele viva fora do corpo da mãe, uma vez que durante 9 meses, ele ficou imerso num líquido, estar fora da barriga é um mundo completamente diferente. 

O que fazer: Não há necessidade de esfregar (o que pode lesionar a pele), ou passar sabão, ou tentar tirar a pele que esta saindo. Os bebês não sentem nenhum desconforto com isso. Após cerca de 10 dias, se ainda estiver descamando, você pode passar um algodão com um óleo hipo-alergênico na região para ajudar a tirar o excesso, sem forçar. Na cabeça, pode usar aquelas escovas próprias para o cabelo dos bebês, que possuem as cerdas bem macias.

As brotoejas, que são aquelas bolinhas rosadas no corpo, pequenas erupções que surgem pois alguns poros do bebê ainda estão fechados, obstruindo a passagem do suor. Algumas podem coçar e irritar o bebê. Também somem com cerca de 10 dias após o nascimento. 

O que fazer: Evite produtos de higiene que contenham perfume e álcool. De preferência, caso seu bebê já demonstre ter a pele mais sensível, respeite isso, use sabonetes ou shampoos, quando essas bolinhas já estiverem sumido. A pele do bebê é extremamente permeável.
Use roupas mais leves e de algodão e sempre seque bem o bebê após o banho.

  • Os primeiros dentes: 



Os primeiros dentinhos incomodam muito ao nascerem. É um processo dolorido e desconfortável. Alguns bebês ficam bem irritadas, choram mais, podem recusar o peito, podem até perder um pouco de peso e ter febre (é considerado febre acima de 37,5 graus). Nesta fase o bebê pode começar a babar muito e fica tentando coçar a gengiva com as mãos ou objetos. Os dentes podem começar a nascer com 4 meses, quando a gengiva fica mais inchada e sensível, os dentes de fato nascem próximo de 6 meses.

O que fazer: Dê mordedores, massageie a gengiva. Quando eles coçam, eles estão estimulando a erupção do dente. Existem modelos de mordedores com gel que podem ser colocados no congelador, a temperatura ameniza o desconforto. Somente medique quando o bebê mostrar que está com muita dor. Evite dar muitos remédios, pois podem afetar o estômago deles, que é bem sensível ainda.  É comum nessa fase o queixo ficar avermelhado e irritado por causa da saliva. Para amenizar isso, mantenha a pele do bebê seca, se achar melhor use babadores. Eles babam bastante quando os dentes estão nascendo.

  • Otite: 



A otite é um agravamento de um quadro de virose. Ocorre quando o catarro do resfriado se acomoda nos canais auditivos, causando uma inflamação do ouvido. Surgem cerca de 3 ou 4 dias após algum resfriado. O bebê chorará muito, quase que um choro inconsolável, poderá ficar passando as mãos na orelha, como se estivesse coçando, e se você der uma apertadinha de leve, próximo a entrada do ouvido perceberá que ele não gostará. Ficam mais irritados e bem manhosos. Pode dar febre. 

O que fazer: O médico deverá fazer o diagnóstico final, pois ele verificará como está a inflamação, e provavelmente receitará antibióticos. É uma doença que costuma surgir três ou quatro dias depois de um resfriado. Para aliviar a dor, os pais podem esquentar a região com um lenço aquecido e fazer a higienização nasal, a inalação e a sucção do catarro com uma bombinha manual (sugador nasal). Mantenha o pequeno hidratado e agasalhado. 


Sugador Nasal NoseFrida


  • Pneumonia: 


Depois de um resfriado ou gripe, há sempre o risco do quadro evoluir para uma bronquiolite ou até uma pneumonia. Ou seja, inflamações no pulmão. A pneumonia é grave e precisa ser tratada o quanto antes. Causa tosse mais carregada, febre persistente, falta de ar e chiado no peito. Em alguns casos, a tosse pode levar ao vômito.

O que fazer: Diagnosticada a doença, a criança deve ser medicada conforme indicação do pediatra, hidratada e higienizada. É importante monitorar o estado geral e a temperatura do bebê, além de sugar o catarro do nariz com os sugadores nasais. 


  • Resfriado: 


Os vírus são bastante nocivos aos bebês, que apresentam um sistema imunológico ainda imaturo e ficam mais vulneráveis a agentes externos. Por isso, os resfriados leves, ou viroses, afetam muitas crianças no primeiro ano de vida, principalmente quando frequentam creches e berçários de escolas. A inflamação causa coriza, obstrução nasal, tosse e lacrimação. Também pode dar febre baixa.

O que fazer: Em caso de febre, você pode dar um anti-térmico próprio para bebês. Sempre verifique a dosagem correta. Sendo apenas um resfriado, se seu filho mama apenas leite materno, mantenha as mamadas a risca, para que ele não desidrate. Mantenha o nariz dele limpo, utilizando soro e o sugador. Para amenizar a temperatura corporal, você pode dar um banho morno e deixá-lo com roupas mais leves. A inalação também pode ajudar na congestão nasal.  Caso a febre persistir por mais de 48 horas ou superar os 38,5 °C e a criança apresentar prostração, leve-a a um pronto-socorro.

  • Virose Intestinal:


As viroses são mais comuns no verão e em bebês que já tem contato com outras crianças. Atacam o sistema gastrintestinal. O resultado pode ser cólica, vômito e diarreia, seguidos ou não de febre. Aqui a situação requer mais atenção. O principal risco é o de desidratação. É uma doença que provoca choros cíclicos na criança e irritação. No caso da diarreia, pode apresentar traços de sangue.

O que fazer:  Se perceber algo do tipo no seu bebê não medique, vá ao hospital para que ele tenha o diagnóstico correto e tome a medicação adequada. A amamentação é a melhor forma de hidratar o bebê até, pelo menos, os 6 meses, não há necessidade de dar outros líquidos ou alimentos. Para os mais velhos, sirva apenas comidas leves e naturais, como arroz, purê de batata com cenoura, maçã, suco de maçã e banana-maçã. Água e chá sem açúcar são ótimos.

  • Refluxo: 


Crianças muito pequenas regurgitam bastante. O principal motivo é a imaturidade da válvula que controla a passagem de fluxo entre o esôfago e o estômago. Além disso, o bebê pode não arrotar direito ou mamar além de sua capacidade. Aos poucos eles aprendem a não mamar mais quando estão saciados. O refluxo em bebê recém-nascido não deve ser considerado uma situação preocupante quando a quantidade é pequena e acontece apenas após a mamada. Porém, quando o refluxo acontece várias vezes, em grande quantidade pode comprometer o desenvolvimento do bebê e, por isso, deve ser avaliado pelo pediatra. 
Sintomas de refluxo incluem: sono agitado; vômitos constantes; dificuldade para mamar; irritação e choro excessivo; rouquidão, pois a laringe inflama; dificuldade para ganhar peso e inflamações frequentes nos ouvidos. 

O que fazer: Na maioria dos casos mais simples, é importante estimular o arroto do bebê. Coloque-o sobre seu peito de bruços com o corpo inclinado e dê tapinhas suaves nas costas dele e espere por até 15 minutos. Se a criança vomita muito, vale a pena inclinar a base do berço. Evite balançar muito o bebê após as mamadas, não use roupas que apertem a região da barriga, verifique se a pega está correta, para que entre a menor quantidade de ar possível (veja mais aqui). Normalmente o refluxo desaparece quando os bebês completam 6 meses. 


  • Candidíase Oral (sapinhos):



A candidíase oral, o famoso sapinho, é uma infecção provocada por um fungo que é comum no organismo adulto. A transmissão é feita da mãe para o bebê durante o parto, ou quando em contato com outras pessoas que já tenham. Por isso é recomendado que outras pessoas não toquem no bebê nos primeiros dias. Os sintomas do sapinho em bebê são pequenos pontos brancos que podem formar placas semelhantes a resto de leite, que surgem na língua, gengiva, parte interna das bochechas, céu da boca e lábios da criança. E em alguns casos causar dor e irritabilidade.

O que fazer: Lave sempre as mãos antes de pegar no bebê, mantenha mordedores e brinquedos limpos e exclusivos para o bebê. Pode ser tratado com a aplicação de de uma gaze embebida em chá de romã, pois esta fruta tem propriedades anti-sépticas e ajuda a desinfetar a boca do bebê. Alguns pediatras podem receitam a nistatina para tratar com mais eficiência.


  • Conjuntivite



A conjuntivite em bebê é caracterizada por uma inflamação da conjuntiva, uma membrana que reveste os olhos e as pálpebras, deixando os olhos do bebê vermelhos, lacrimejantes, com secreção e coceira. O bebê pode ter conjuntivite devido a uma infecção por bactéria, sendo chamada de conjuntivite bacteriana, devido a uma infecção por um vírus, tendo o nome de conjuntivite viral ou devido a uma substância alérgena, sendo chamada de conjuntivite alérgica, sendo que a conjuntivite é facilmente transmissível de uma pessoa para outra, especialmente quando é causada por vírus ou bactérias.

O que fazer: O tratamento da conjuntivite no bebê deve ser orientado pelo oftalmologista ou pediatra e pode ser feito com colírios ou pomadas antibióticas, remédios anti-histamínicos ou limpeza dos olhos com gazes umedecidas em água filtrada ou soro fisiológico, de acordo com o tipo de conjuntivite.
Conjuntivite bacteriana: colírio ou pomada antibiótica e limpeza com soro.
Conjuntivite viral: limpeza dos olhos com gazes individuais umedecidas em água filtrada, água mineral ou soro fisiológico, geralmente desaparece após 1 semana, use uma nova toalha após o banho e lave as roupas de cama a cada dois dias pelo menos. Mantenha os olhos do bebê secos, com um lenço.
Conjuntivite alérgica: remédios anti-histamínicos e ou cortisona e evitar a substância alérgena causadora da conjuntivite, e limpeza com soro.

  • Icterícia



Super comum, cerca de 60% dos bebês apresentam no primeiro mês. É caracterizada pela cor amarelada na pele e nos olhos, e é causado pelo nível elevado de bilirrubina no sangue, este excesso de está relacionado à eliminação das hemácias que o bebe não precisa mais e que aos poucos seu corpo vai eliminando. A coloração amarelada da pele avança da cabeça em direção aos pés, sendo observada primeiramente no rosto, depois no tronco e posteriormente nos pés.

O que fazer: O tratamento em casos mais brandos é feito com o banho de luz no hospital e banho de sol em casa. A amamentação é de extrema importância, pois o leite possui os anticorpos necessários para o bebê. Desaparece após mais ou menos 20 dias. Caso não desapareça, procure o médico para melhor avaliação.

  • Roséola



Doença mais comum na primavera do que no verão, causa febre e manchas vermelhas na pele e costuma atingir crianças de seis a 36 meses. Primeiro aparece a febre, que dura em torno de três dias, e depois vem as manchas (o que costuma acontecer no segundo dia). Pode ter tosse, diarreia, falta de apetite e de energia. É causada por um vírus, o vírus do herpes humano tipo 6 (HVH-6) e 7 (HVH-7), e é transmitida pela saliva (pense em todos aqueles brinquedos que são mordidos por todas as crianças da escolinha). 

O que fazer: Ela é uma doença infecto-contagiosa, que passa de criança para criança, e que não possui vacina ainda. Quando identificados os sintomas, um médico deverá ser contatado, mas todas as crianças devem ser tratadas com descanso e muita ingestão de líquidos. 


  • Dermatites


A dermatite é um problema da pele que também pode ser chamado de eczema. Existem vários tipos de dermatite, dependendo da causa. A pele pode ficar avermelhada e irritada, coçar e formar cascas. Existem diversos tipos de alergias de pele, e com o tempo alguns bebês podem apresentar mais de um tipo de dermatite. Como por exemplo alergia à determinado tipo de fralda, algum tipo de eczema, ou até mesmo as assaduras.
A dermatite também pode ser causada por substâncias químicas, presentes no sabão em pó ou em amaciantes de roupa. Nesse caso, é chamada dermatite de contato. 

O que fazer: O tratamento depende da gravidade da dermatite. Pode ser acompanhada pelo pediatra ou por um dermatologista. Evite passar cremes sem de fato saber o tipo ou a causa da dermatite. Fique atenta aos alimentos que seu filho tem ingerido, alguns podem causar alergias. 


Se estiver muito preocupada com algum sintoma ou fator, procure um médico.

Nunca ignore esses sintomas:


Febre com mais de 38 graus,
Temperatura baixa, igual ou abaixo de 35,5 graus,
Respiração acelerada,
Falta de apetite e de energia (moleza),
Fralda seca por mais de 7 horas,
Vômitos,
Diarreias,
Manchas na pele.



Tem alguma dúvida ou sugestão? Mande para nós!

Beijos e bom final de semana!



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9/24/2015

Quando seu bebê vai para casa após nascer, estamos estasiadas de tanta emoção. E muitas vezes nos deparamos com muitas dúvidas sobre como é um bebê, o que normal o que não é, e outras dúvidas. Colocamos aqui algumas características dos recém-nascidos para você ficar mais tranquila durante esses primeiros dias.

Resultado de imagem para a pele do bebeReforço que todo o carinho e dedicação que você tiver para com seu bebê, será sentido por ele. Por isso cada fase é uma nova descoberta, tanto para a mãe quanto para o bebê.

Provavelmente você sentirá ansiedade, angústia e até medo de cuidar de um ser tão pequeno. Mas é normal, se sentir assim. Afinal, queremos sempre o melhor para nossos filhos! É totalmente compreensível se sentir cansada e as vezes até com preguiça de fazer as outras coisas. Cuidar de um bebê requer atenção total! 

Portanto, não se preocupe se você notar algumas irregularidades ao observar seu bebê logo após o nascimento. Entretanto, se você estiver insegura quanto à aparência dele, converse com seu médico. 

Existem muitos fatores que podem lhe parecer anormais, mas que são comuns em vários recém-nascidos, por exemplo:


  • A pele 

A cor da pele do seu bebê poderá apresentar uma tonalidade azulada, acinzentada ou avermelhada, e com despigmentações, e se ele nascer após a 40ª semana, a pele também poderá estar seca e enrugada. Entretanto, tudo isso será passageiro. 


  • A cabeça 

A cabeça do seu bebê poderá ter uma forma alongada ou bicuda (tipo um cone) logo após o parto normal. Isto se dá em razão da maleabilidade do próprio crânio, que se alonga e se molda durante o nascimento. Além de facilitar o parto, esta é uma forma que a natureza encontrou para que o cérebro dos bebês não sejam danificados. Como a pele, esta também será uma situação passageira, pois a cabeça voltará a ficar arredondada de dois a três dias após o nascimento. 

  • A "tetinhas" 

As tetinhas do seu bebê, independente do sexo, poderão apresentar-se inchadas e avermelhadas. Isto é normal e tem a ver com a presença dos hormônios da mãe no sangue do bebê. O mesmo acontece com as áreas genitais. Tudo isso é transitório e desaparece espontaneamente. 

  • Os reflexos e sentidos 

O recém-nascido reage a quase todos os estímulos, incluindo o som e a luz. Ao ouvir um som alto, por exemplo, ele chora e estica os braços. Ao tocar com o dedo em sua mão, ele tende a apertá-lo. Alguns médicos já fazem os testes com os reflexos logo que o bebê nasce.

  • A estrutura 

O recém-nascido apresenta um peso médio de 3kg, podendo ser mais ou menos, é claro. E cpm cerca de 50cm de altura e entre 34 e 35cm de perímetro cefálico. O corpo deles ainda é bem molinho, portanto tenha muito cuidado ao segurá-lo.

  • As fezes 

O recém-nascido costuma fazer coco várias vezes ao dia, inclusive depois das mamadas. As primeiras fezes eliminadas por ele são chamadas de "mecônio", um material viscoso e de cor verde-escuro, que gradativamente vai se tornando amarelado.


Nem todos os bebês choram logo que nascem. O Théo demorou cerca de 1 hora para chorar pra valer, rs. 
Se está insegura quanto a alguma característica do bebê converse com seu médico. E se quiser mande para nós também!

Beijinhos!


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9/23/2015

Manhêeeeeee meu bebê não para de chorar!!!

Resultado de imagem para choro do bebeEu assumo que liguei para minha mãe no segundo dia de vida do Théo, que até hoje foi o mais difícil de todos! Gente, ele chorava sem parar! Eu não sabia o que fazer, achava que já tinha tentado de tudo! E o que ele queria? Ficar apertadinho! Vi um vídeo na internet, está lá no final da postagem e embrulhei ele com a manta. Ele parou de chorar em segundos!!

Por isso vale a pena dar uma lida aqui, para tentar identificar por que seu baby tá chorando. Na maioria dos casos, chorar é a principal forma que o bebê tem para alertar os pais de algum desconforto, como fralda suja, fome ou medo e, é importante identificar o tipo de choro para conseguir acalmar o bebê.
Para perceber o choro deve-se estar atento ao som e aos movimentos do corpo do bebê, que normalmente ajudam a identificar a razão do choro.
Veja a tabela abaixo.




O choro de acordo com a idade do bebê:

0 a 3 meses – é um período que a criança tem muitas cólicas. Para evitá-las, faça massagens na barriga do seu bebê e mexa suas perninhas (bicicleta) de duas a três vezes ao dia e não somente nos períodos e cólicas.
3 a 6 meses – continue somente com leite materno, além de satisfazer a necessidade de sucção de seu bebê, não sobrecarregará o seu rim e intestino com nutrientes pesados contidos em outros tipos de alimentos, evitando assim desconfortos.
6 a 12 meses – Criança não sabe o que é manha ou birra até os 12 meses. Por isso, se a criança chorar, atenda e verifique as causas do choro.

Dicas

  • Durante a fase pré-choro, o choro que o bebê faz é mais facilmente identificável, ou seja, antes dele ficar histérico. Por isso o ideal é analisar e não deixá-lo chorando.
  • Se ouvir mais do que um tipo de choro tente perceber qual é o mais dominante e aja de acordo com esse choro.
  • Se não conseguir perceber o choro do bebê tente mudá-lo de posição, eleve-o e coloque-o ao colo, ele saberá demonstrar para você o que está de errado.
  • Tenha muita paciência mamãe, e aceite que uns bebês choram mais que outros.
  • Tente perceber se o som que o bebé faz 

Parece coisa de doido, mas a gente aprende a identificar esses chorinhos. Algumas formas podem ajudar a acalmar o recém-nascido, como: ficar num ambiente mais tranaquilo, colocar uma música suave, ou o som do útero, fazer uma massagem, dar de mamar ou faça como eu, embrulhe seu pacotinho! 

tem alguma dúvida? fale conosco!

Vídeo para embrulhar o baby



beijinhos!


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