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9/30/2016

Olá Mamães!

Hoje o Post foi enviado por uma mãe super fofa que conheci num grupo de mães no facebook. A Paula. 
Estávamos conversando sobre essa questão da maternidade real que tem muito se falado esses dias. Porém, o que mais vemos é parte "trágica" ou dolorida da coisa. E eu, particularmente, acredito que a maternidade vem pra nos completar. O que eu não tinha antes, tenho hoje, o que eu não acreditava antes, acredito hoje. Não foi e nem é fácil. A gente sofre e aprende, aprende e chora, fica triste e depois nos arrependemos e tudo mais. Mas nunca falei: "ninguém me disse que seria assim". O tanto que pode ser difícil, pode ser incrível também. 
E a Paula, nos escreveu um texto com esse rumo. A felicidade de ser mãe, mesmo com as dificuldades. 



Por Paula Correia. 
Cheguei em casa e meu marido e filha ainda não tinham chegado. A casa estava limpa, foi dia de faxineira.
Por um minuto confesso que me senti perdida, sem saber o que fazer... Estou tão acostumada com a rotina mãe, esposa, dona de casa que fazia muito tempo que não parava pra pensar em mim, fazer algo por mim... 
Liguei a tv, troquei do Discovery kids e mesmo com mais de 200 canais nada estava interessante... Já faz tempo que não acompanho nenhuma novela ou seriado, se não vejo o que minha filha quer geralmente acompanho o marido caso não tenha mais nenhuma outra obrigação para fazer...
Já tinha que fazer este texto então o momento foi mais propício que cair como uma luva!
Sempre tive o sonho de ser mãe. Ao contrário das minhas irmãs que sempre foram moderninhas e pensavam em trabalhar e ter independência financeira, desde pequena me espelhei na minha mãe, queria ser mãe e dona de casa... Minhas irmãs até me zoavam, me chamavam de Amélia! (hehehe)
Com o tempo fui crescendo e aprendendo que é bom termos uma função na vida, conquistar nosso próprio dinheiro, mas o sonho de ser mãe nunca morreu dentro de mim.
Meus programas preferidos na tv eram do Discovery home and health, logicamente, os que falavam de bebês!
Quando descobri que estava grávida, apesar do susto de não ter sido planejado, a alegria tomou conta de mim... Durante a gestação nunca parei muito para ler sobre o assunto, achava que tiraria tudo de letra. Me alertaram mil vezes sobre noites mal dormidas mas eu pensava que já tinha virado noites por vezes trabalhando, em noitadas ou simplesmente sem fazer nada, enfim... Não me preparei.
Minha filha nasceu e foi sim um choque... O cansaço, as dúvidas, a insegurança, os palpites os hormônios... Por algumas vezes pensei que não tinha nascido para aquilo, onde fui me meter...
Comecei a ir atrás de textos e ajuda na internet e uma chuva de coisas sobre a “MATERNIDADE REAL” começaram a vir a minha frente... Meu Deus, que medo!
Lembro que questionava as pessoas como elas tinham mais filhos, como davam conta, como viviam...
Por sorte conversei com muitas amigas que me explicaram que por trás de toda fofura todas já choraram noites nas madrugadas sozinhas, conheci muitas mães em um grupo na internet que amo e participo até hoje e ao ver que não era eu a errada, que eu não estava fazendo nada de diferente, comecei a me identificar mais com a situação. Passei a enfrentar com mais coragem e ouvir mais meus instintos...
Aí com o tempo e com a benção que minha filha é, tudo foi melhorando rapidinho... Menos de um mês ela já dormia a noite toda, foi crescendo e interagindo mais, ficando mais risonha e meu coração foi se enchendo de amor de uma maneira tão avassaladora que por vezes achava que iria explodir de tanta felicidade!!
Passei a tentar alertar as gravidinhas sobre os perrengues que passamos nos primeiro mês, mas sempre senti que era em vão... Por mais que a grávida se prepare e ache que tenha noção do que enfrentará, seu estado de êxtase e felicidade não a deixa dar devida importância para o que falamos...
Aí passei a conversar com as mamães no puerpério... Assim como foi bom pra mim, dividi com elas que essa fase punk do início era rápida e que realmente passaria...
E passou... e não só passou como voou e eu já me pego morrendo de saudade de uma noite em claro, um bebezinho que cabe na palma da mão chorando de cólica... Me vem a vontade de um próximo para tentar acertar mais, curtir mais... Enfim, me pego apaixonada pela maternidade que chego até a duvidar dos textos de maternidade real!
Vejo muita mãe dedicada mas que mesmo assim reclama de falta de tempo próprio, cansaço extremo... 
Sim, é muito difícil ser mãe, é uma virada na vida que nunca mais você poderá voltar atrás...
Mas mesmo assim me pego pensando será que tenho sorte? Mesmo com todo cansaço, toda mudança radical que sofri na vida, mesmo não sabendo o que fazer ao chegar em casa e estar só, sem saber que novela está passando ou que programa é legal de acompanhar, mesmo trabalhando duro o dia todo e chegando em casa e tendo que limpar casa, dar janta, banho e ainda cantar 3748 canções de ninar até finalmente minha filha pegar no sono, tenho a certeza de que acertei no meu desejo de infância... Não me acho a melhor mãe do mundomas sou a melhor mãe da minha filha, sinto que nasci para isso e não trocaria minha vida de hoje por nada no mundo!
Assim como qualquer emprego mesmo que seja o dos sonhos, existem dias que ficamos estressados e cansados, a maternidade também possui os dias de chuva. Mas se pego para pensar a quantidade de textos reclamando e orientando as pessoas, realmente penso que sou uma pessoa de sorte... Pra mim, muito além do cansaço, não há nada mais gratificante do que os bracinhos da minha filha se esticando para me abraçarem, seu sorriso ao me ver e me preferir diante de todos que se encontram no ambiente que estamos... Não tem felicidade maior do que consulta de rotina e ver que cresceu e ganhou peso... Não tem nada mais gostoso que ver ela abrir a boca e mandar ver na comida que fiz com tanto amor e carinho, comida essa que tive que aprender quais eram todos os legumes e verduras pois antes eu nem comia nada disso! Me preocupar com sua saúde e bem estar, me doar, ser para ela mais do que eu possa ser para qualquer um.
Dizem que maternar não é como nas novelas mas se eu colocar na balança, vivo muito mais o comercial de margarina do que a depressão dos textos de auto ajuda.
Morreu a pessoa que eu era antes, mas nasceu uma muito mais batalhadora, esforçada, pessoa pela qual tenho orgulho de ser e me mostrar aos outros...
Pode realmente ser que tenha gente que não nasceu para isso, mas se você é mãe, ama seu bebê e está numa fase ruim... Olhe para seu filho, encare essa jornada de frente... Saiba que é difícil para todos, mas não há nada mais compensador e que toda fase passa...
Meu marido chega e muda o canal, minha filha chega e vou trocar sua fralda...
Nunca fui tão feliz e completa na minha vida!
Casamento pode não ser para sempre, mas mãe serei até morrer... 
Dias difíceis acontecem mas desde que minha filha nasceu não tive um dia sequer sem sorrir... Se isso não é o maior feito da minha vida, não sei nem o porquê existir!
Sou mulher, sou trabalhadora, dona de casa e esposa, mas o maior orgulho da minha vida é ser mãe e sou muito feliz!


Sejam felizes mamães! Continuem com esse brilho que a matérias nos da para sempre! 
Bom final de semana! 

Quer enviar seu texto sobre ser mãe? Entre em contato conosco! 
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8/20/2016

Eu já fui a mãe que chega com as unhas feitas, cabelo penteado e outfit impecável.



E já fui a mãe que chega atrasada com calça de ginástica, cabelo oleoso e blusa manchada (e a mancha pode ser desde leite materno,  restos de comida até excreções de um mini corpo humano).

Eu já fui a mãe que amamenta feliz, e já fui a mãe que levanta resmungado porque o filho acordou para mamar de novo.

Eu já fui a mãe que cozinha tudo em casa, apenas com ingredientes orgânicos, e já fui a mãe que pede fast food por pura e absoluta preguiça.

Eu já fui a mãe que se voluntaria para ir ao passeio com a turma da escola, e já fui a mãe que esquece de mandar o lanche do filho.

Eu já fui a mãe que leva ao parquinho e inventa brincadeiras, e já fui a mãe que liga a televisão para ter sossego.

Eu já fui a mãe que contou até 10 e manteve a calma, e já fui a mãe que tem ataques histéricos.

Eu já fui a mãe que guardou para o filho a última e melhor colherada da sobremesa, e já fui a mãe que comeu chocolate escondido para não ter que dividir.

Eu já fui a mãe que conta os segundos para colocar as crianças para dormir, e já fui a mãe que fica pedindo mais um beijinho.

Eu já fui a mãe que trabalha, cuida da casa, e dos filhos, e já fui a mãe que não tem queria mais uma horinha na cama.

Eu já fui a mãe que mantém a lucidez mesmo em situações enlouquecedoras, e já fui a mãe que grita com os filhos.

Eu já fui a mãe que cede aos pedidos de “mais 5 minutinhos”, e já fui a mãe que levou o filho embora arrastado e gritando.

Eu já fui a mãe que precisou de conselhos, e já fui a mãe que deu abraços apertados.

Eu já fui a mãe que faz junto cabanas na sala, e já fui a mãe que da o tablet pro filho se entreter sozinho.

Eu já fui todas estas mães e muitas outras. Muitas vezes fui várias delas em um dia só. Talvez você tenha me visto no meu melhor momento, e acreditou que eu era uma mãe exemplar, que tem tudo sob controle.

Talvez você tenha me visto em um momento ruim, e por isso pensa que sou um total fracasso.

Pouco importa. A vida não é perfeita, nem mesmo são as mães, nem mesmo são os filhos.

Todas nós já estivemos dos dois lados. Um momento, ou um dia, não define ninguém. Caso você esteja precisando saber:

Você é uma excelente mãe e está fazendo um fantástico trabalho.

Por um mundo com menos dedos indicadores, e mais “eu sei que é difícil”!

Texto adaptado de Rafaela Carvalho.
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6/17/2016

Você mamãe já deve ter percebido que seu recém-nascido é um ser muito especial e ama estar bem pertinho de você. Já percebeu que seu toque, seu cheiro e até as batidas do seu coração o acalmam? Pois é... E são tantas descobertas, tantas informações novas, que ambos estão aprendendo juntos. 
Você já ouvi falar da extero-gestação? Esse nome se dá quando ocorre um a"continuidade" da gestação fora da barriga. Para entender melhor vou explicar em relação aos outros animais. No reino animal encontramos vários bebês que, mesmo após seu nascimento, permanecem como que acoplados ao corpo de sua mãe! Um canguru, por exemplo, depois de nascer, fica por volta de 8 meses na bolsa de sua mãe até ser capaz de sair e andar sozinho! Os macacos bebês, apesar de amadurecerem mais rápido do que os bebês humanos, ainda continuam em contato permanente com as suas mães até ao fim da lactação, com uma duração média de três anos ou mais.
Proibida reprodução
Arquivo pessoal - Extero-gestação

Quem iniciou esse assunto foi o antropólogo inglês Ashley Montagu, e quem tornou o termo mais popular foi o pediatra norte-americano Harvey Karp. Ele inclusive chama essa gestação fora do útero de “quarto trimestre”. Ele explica que nos primeiros três meses de vida, o bebê precisa receber alguns  cuidados especiais e que simulem um pouco da vida dentro do útero para que ele se desenvolva melhor e mais tranquilo. Afinal é um choque de um dia pro outro você mudar de ambiente, com novos cheiros, texturas, sons, etc.
Isso pois o bebê humano é o único mamífero que não nasce pronto para ser independente, ele precisará dos pais para tudo. Já percebeu que bebês de cães, gatos, vacas ou mesmo as girafas nascem já sabendo andar? Eles tropeçam e logo já andam.  Já os humanos precisam de cerca de um ano inteiro.
Ou seja, muitas das nossas habilidades ainda não estão completas quando nascemos. Se o nosso cérebro tivesse o tamanho final necessário para um bebê nascer mais independente, nosso corpo não o comportaria e não comportaria o parto.
Observando bebês prematuros colocados em incubadoras, verificou-se que eles tendem a se mover em direção aos cantos de suas camas. Eles querem o sentimento familiar de contenção (Field).  “Quanto mais perto o ambiente externo fica do ambiente interno do utero, mais ele estabiliza o bebê e este pode voltar sua atenção para o crescimento e desenvolvimento (Genna). [Genna, C. (2007). Apoiar Skills sucção em bebês que amamentam. Jones.]

Abaixo listei cinco passos desenvolvidos pelo Dr, Karp, para ajudar no desenvolvimento do seu bebê:
  • Tato – antes seu filho ficava dentro do seu útero, quentinho, tinha muita água e ele se sentia seguro num espaço pequeno. Do lado de fora é muito diferente. A ideia é recriar aquele aconchego . Você pode embrulhá-lo com um sling e deixá-lo em contato com a sua pele ou fazer um pacotinho ou casulo com uma fralda e mantendo ele embrulhadinho. Fazer um ninho como na foto abaixo, ou usar o cueiro.
de: disneybabbel

de: disneybabbel
Eu enrolava uma mantinha dele mesmo e colocava em volta. Dava muito certo.
Também usei o cueiro, até uns 2 meses.

de: paraisomodabebe

  • Coloque-o de lado – sabe quando colocamos a cabeça do pequeno nas nossas mãos e o resto do corpinho apoiado no braço junto ao nosso corpo? Estamos simulando um pouco da posição fetal, que traz conforto e calma
  • Sons – dentro da barriga, seu filho ouvia os sons do seu coração e dos intestinos, tudo reverberando no líquido da bolsa. Parece que era uma bagunça, mas ele aprendeu a ouvir isso e ficava bem relaxado, eles se acalmam ao ouvir sons similares. Pode ser o “shhhh” que você faz com a boca, o aspirador de pó ou o secador de cabelos ligados a uma distância segura dele. Existem aplicativos que simulam o som do útero e alguns videos no Youtube também. Vale conferir.
  • Balanços - balançar seu filho é outra maneira de simular o que ele vivia dentro da barriga. Por mais que você não fizesse movimentos bruscos, atividades físicas ou qualquer coisa do gênero, só o fato de caminhar ou se mexer já fazia com que as coisas se mexessem para ele lá dentro. Vale dançar, balançar o carrinho, o berço, colocá-lo em uma rede ou no canguru/ sling.
  • Dedo na boca – os bebês se acalmam com o peito, a mamadeira etc, porque no útero eles ficavam com as mãozinhas muito perto do rosto e, assim, chupar os dedos era uma coisa constante. Mais um motivo para você investir na amamentação em livre demanda!

A "teoria da extero- gestação" é utilizada para a reprodução das condições do ambiente uterino, levando ao bebê uma resposta neurológica profunda, ativando o "reflexo calmante".
Aplicando a técnica corretamente, os sons e sensações do útero têm um efeito tão poderoso que podem relaxar e tranquilizar um bebê no meio de uma crise de choro.

Por conta da acelerada maturação cerebral do bebê, a idade de 0 a 3 anos é também a fase de maior aprendizado da vida do ser humano! A infância é a base para todo o aprendizado posterior! É nela que são formadas as bases cognitivas e emocionais que influenciarão toda a vida adulta!

Esse é apenas mais um motivo de que os três primeiros anos é quando a criança mais precisa de sua mãe e sua família! Pesquisas confirmam que as crianças que são cuidadas integralmente por suas mães durante os primeiros três anos de vida têm menos problemas de crescimento e desenvolvimento.



Alguns vídeos para lhe ajudar:

Sling:

Som do útero:



Utilização do cueiro:



Portanto, viver a extero-gestação é dar chance para que seu bebê saiba que ele é amado e confiante de que suas necessidades serão satisfeitas.

A base mais importante para a sobrevivência e um desenvolvimento saudável da criança é o CONTATO. “O contato é tão necessário para o desenvolvimento normal dos bebês como alimento e oxigênio”.   Richard Resta.

Até a próxima mamães. E aproveitem muito essa fase. Mesmo que seja cansativa, demande mais atenção, paciência e colo, passa rápido e logo tem outra descoberta.


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4/13/2016

Bom dia mamães!
Até quando devemos amamentar? Vale a pena prolongar após 6 meses ou após 1 ano? Quais os benefícios com isso?

Querendo sanar essas e outras dúvidas, resolvi escrever sobre isso. Muitos pediatras, erroneamente falam que após 1 ano não precisa mais, que não tem efeito. Outros nem incentivam após os 6 meses, e outros ainda, como algumas mães me mandaram, foram instruídaa a dar sucos e papas doces com 3 meses. Cada caso, um caso. Mas vamos falar de leite! Rs




Não estou aqui para julgar a mãe que fez ou faz isso. Apenas quero mostrar que a amamentação pode favorecer a mãe e o bebê. 

O ideal é que o desmame seja de forma natural, gentilmente. Sem gerar traumas. 
Infelizmente, muitas vezes vemos uma pressão social para que a mulher pare de amamentar, ouvindo coisas como “essa criança é muito grande para mamar” ou “você está fazendo mal a ela”, "não tem mais nutriente nenhum aí" e por aí vai...
Meu Théo tem 11 meses e continuo amamentando. Essa semana ele pegou uma gripe bem forte, e não quis comer. Mas mamou e graças a Deus não perdeu peso e ficou firme, e sarou. Rs. 

Sabe quando o leite materno deixa de ter benefícios para o seu bebê? Nunca. Isto mesmo, nunca.

Ao longo do tempo, o leite que a mãe produz, vai se adaptando para a idade do seu bebê de acordo com as necessidades do bebê. Para o recém-nascido tem o colostro que é rico em vitaminas, nutrientes e anticorpos que atuam como sua primeira vacina, quando desce o leite materno ele tem além de todas as vitaminas e nutrientes, duas fases, do primeiro leite que mata a sede (tem bastante água, por isso não precisa dar água para bebês) e a do segundo leite que mata a fome e engorda. E aí, seu bebê vai crescendo e o leite vai amadurecendo junto. Fica mais branco e não clarinho como no início, ou seja, vai mudando de acordo com as necessidades do seu bebê.
"A amamentação deve ser exclusiva até os 6 meses de idade e mantida até os 2 anos ou mais. Não existe embasamento científico para se dizer o contrário, isso só mostra uma visão ultrapassada sobre o assunto", afirma a pediatra Elsa Giugliani, professora titular de pediatria da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e especialista em aleitamento materno pelo IBLCE (International Board of Lactation Consultant Examiners). [Fonte: M de Mulher]
Manter a amamentação só traz benefícios. Tanto para mãe e bebê. Confira alguns deles abaixo:
  • Diminui o risco de alergias: ➡️A proteína das fórmulas infantis é derivada do leite de vaca e tem grande potencial de causar alergias. A soja também entra para a lista de alimentos com grande potencial alergênico. 
  • Protege contra infecções respiratórias: ➡️Quando as crianças ficam doentinhas e não querem comer nada, o leite materno oferece nutrição e conforto para que se recuperem mais rapidamente.
  • Promove uma melhor nutrição: ➡️De acordo com informações do Unicef, no segundo ano de vida, 500 ml de leite materno fornecem 95% das necessidades de vitamina C, 45% das de vitamina A, 38% de proteína e 31% do total de energia que uma criança precisa diariamente. E, mesmo depois dos 2 anos, o leite materno ainda é uma importante fonte de nutrientes.
  • Diminui risco de hipertensão, colesterol alto e diabetes;
  • Reduz chance de obesidade: ➡️o leite materno possui a quantidade exata é necessária de açúcares e gorduras. 
  • Favorece a capacidade cognitiva: ➡️Pesquisadores da Escola de Medicina de Christchurch, na Nova Zelândia, conduziram um estudo que mostrou que crianças amamentadas por mais tempo têm melhores resultados na escola. David M. Ferguson e L. Jonh Horwood, autores da pesquisa, defendem a ideia de que as gorduras insaturadas encontradas no leite humano são importantes para o crescimento do cérebro e do sistema nervoso.
  • Melhora o desenvolvimento da cavidade bucal: ➡️é justamente o movimento que o bebê faz para ordenhar a mama que favorece o desenvolvimento harmonioso da face e da dentição.
  • Saúde da mãe: ➡️A amamentação reduz os riscos de câncer de mama (proporcional ao tempo que amamenta), reduz a incidência de osteoporose e diminui riscos de câncer de útero e de ovário.
Mamãe, sempre busque uma outra opinião sobre a amamentação. Existem grupos de apoio, e até mesmo grupos na internet para lhe ajudar com maiores dúvidas sobre o assunto. 

Dar de mamar no peito mesmo depois do primeiro aniversário era um hábito comum no mundo antes da invenção dos leites especiais e fórmulas infantis, e em algumas culturas continua sendo. Aproveite esse momento. Passa muito rápido e vale muito a pena!


É claro... Siga seu instinto materno. Vai dar certo. 😘
Beijinhos! 
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3/16/2016

Nome complicado, eu sei. Mas a dor é terrível! Post sugerido pela leitora Amanda França, que está passando por isso.



Conceito técnico:

É a constrição dolorosa da bainha comum dos tendões do abdutor longo e extensor curto do polegar no punho (1º túnel dorsal do carpo).
(fonte: http://www.plamef.com.br/index.phpoption=com_content&view=article&id=34:tenossinovite-ou-sindrome-de-de-quervain&catid=3:saude&Itemid=34)

Piorou? Vem cá que eu te explico melhor.
Conhecida também como dedo de gatilho, a tenossinovite acontece quando os músculos do dedão inflamam e se curvam, podendo ficar meio tortinho. O problema atinge, especificamente, o prolongamento entre punho e dedão, na musculatura.

Com essa inflamação e afastamento, fica complicado de realizar simples tarefas, como levantar uma colher, segurar o bebê ou pentear os cabelos.

Diagnóstico:

Radiografias, provas reumáticas e hemogramas também podem ajudar no diagnóstico. Além da percepção e conhecimento do médico. 

Causas:
Podem tanto ser pelo trabalho excessivo, pelas atividades repetitivas, pode ser também doenças metabólicas, como diabetes ou hipotireoidismo, ou inflamações não tratadas corretamente, como amigdalites ou otites.

Mas isso também acontece no pós parto. Sendo diagnosticado por alguns médico como "tendinite pós parto". É normalmente aparece de forma mais  intensa quando o bebê completa 3 meses. Aqui em casa foi com esse tempo, com essa amiga também. Eu precisei de anti-inflamatório, uso de munhequeira e de uma luva de imobilização, é limitar os movimentos, principalmente não carregar o bebê com o braço esquerdo por muito tempo. 

Isso acontece por que nosso corpo está se acostumando com os novos "exercícios" da maternidade (ninar, trocar fralda, banho, segurar o bebê) e também por conta dos hormônios. (Culpem os hormônios por tudo! Rs)

Nesse processo de dor, o deslize do dedo fica impossibilitado e as tarefas se tornam mais difíceis. A única forma de evitar um quadro desse problema articular e muscular é limitar movimentos repetitivos e não utilizar demais os tendões.

Para melhorar pode-se fazer também alguns exercícios de fisioterapia em casa, como abrir e fechar a mão numa bacia de água quente, depois água fria, massagens suaves com cremes/ pomadas a base de mentol ou eucalipto e repouso quando possível. 

Com o tempo a inflamação diminui e a dor melhora, normalmente quando o bebê completa seus 6 meses. 
Aqui foi com 7. Passou. De vez em quando ainda dói se abuso em algo. Mas o repouso já resolve. 

Dicas para ajudar com essa dor:

✔️ Utilize a almofada de amamentação para ter apoio. 
✔️ Se começar a doer, não espere doer mais, imobilize com uma munhequeira ou fala. 
✔️ Evite segurar o bebê sempre na mesma posição pr muito tempo.
✔️ faça movimentos circulares no pulso, de tempos em tempos, para ajudar a relaxar os ligamentos e músculos do punho. 
✔️ Use toda ajuda possível. 
Mamães precisam estar saudáveis para cuidar de seus babies. 

Fiquem tranquilas que passa. Mas em casos mais sérios, ou quando há atrofiamento do ligamento, existe cirurgia reparadora. 

Ficou com alguma dúvida? Mande pra nós!
Tem sugestão de post? Envie-nos um
E-mail! 

Beijinhos!! 

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2/23/2016

 Boa tarde mamães!
Como algumas de vocês já sabem, eu e minha família moramos aqui no Canadá. (Marido, filho e cachorro)

Semana passada resolvemos colocar o Théo na escolinha. Aqui a "escolinha" , que se chama garderie, funciona como um serviço de guarda, que é como uma creche. Para conseguir vaga, é necessário se inscrever nos sites e aguardar a vaga. 


O preço varia de 7 a 30 dólares por dia, pagos normalmente a cada 15 dias. E paga-se o valor integral sempre, mesmo que seu filho fique só meio-período...

O bom é que esta incluso as refeições para as crianças (café da manhã, almoço, lanchinho). Aqui eles calculam um adulto para cada 5 crianças, e da super certo. 

Existem 3 tipos de serviço:

  1. Garderie em meio familiar
  2. Garderie privada, semi-privada, ou subsidiada
  3. CPE (Centre de la Petite Enfance)

1- Garderie em meio familiar:

São pequenas escolinhas que funcionam em casas de família. Muitas não recebem subvenção do governo e portanto deve-se pagar a tarifa completa, no nosso caso: 7 dólares. Para poder visualizar melhor, imagine o filme a Creche do Papai. É bem isso. 
2- Garderie privada, semi-privada, ou subsidiada
As garderies particulares, funcionam como as escolinhas no Brasil, com maior espaço e crianças. Algumas tem aulas extras como dança e música.

3- CPE – Centre de la Petite Enfance:



Esse modelo de garderie foi idealizada em 1997 pela primeira ministra Pauline Marois, a escolinhas são empresas ou organizações sem fins lucrativos, organizadas de acordo com o molde do programa, com profissionais devidamente formados, subsidiadas pelo governo e com tarifa fixa de 7 dólares por dia. Perfeito não? Só que não tem lugar pra todo mundo. A principal vantagem de ter o seu filho num CPE é a garantia de um nível de serviço ótimo. Essas são extremamente concorridas. 
Importante lembrar que mesmo as familiares possuem uma supervisão  bem rigorosa, visitas às casas das empresas responsáveis, averiguação do local e etc. 
Pois então, não cadastramos o Théo, mas apareceu uma vaga na garderie que uma amiga leva a filha dela. Melhor ainda, lugar conhecido, a filha dela tem 3 anos e gosta do Théo, e também já pode nos contar o que acontece por lá rs! É do tipo familiar, o que sinceramente, me confortou mais. Mais calor humano, maior contato etc. 
Ele tem quase 10 meses e está em fase de adaptação, no primeiro dia foi um sufoco imenso. Ele chorou bastante. Quem nos conhece já sabe que ele é mega apegado a mim. Neste dia, fomos eu e Rodrigo, ficamos com ele brincando, depois fomos pra outro cômodo, pra ele se acostumar a não me ver, depois eu aparecia, e saia de novo... O segundo dia foi mais tranquilo, mas ainda com choros intensos. 
O terceiro melhorou e depois piorou de novo, faltamos um dia pois teve tempestade de neve e aí ninguém saiu de casa e pronto. Rotina quebrada. Dia seguinte mais um tumulto para o Théo ficar na garderie. Essa semana começamos de novo, e para minha surpresa ele até dormiu! A adaptação é muito importante, mas é válido dizer pra não forçar o bebê ou criança, é necessário que a escola entenda os pais e o bebê, mesmo por que cada um é diferente do outro. 
No fim dá tudo certo. Mãe sofre, pai ajuda, filho aprende. E Deus da força. Por que não é fácil não. Rs. 

Para as mamães que estão nessa fase de adaptação, aconselho: seja forte. Meu marido me ajuda demais, pois por mim Théo ficava comigo. Mas entendo que é bom pra ele também.. Crescer, se adaptar, inclusive acostumar a ouvir francês. 
É difícil, mas vale a pena. Em uma semana Théo já começou a andar, dorme melhor e já está ligado na rotina diária. Coisa que ele gosta. 


Gostou do post? Tem mais curiosidade sobre o universo materno por aqui? Mande pra nós! 

Beijinhos! 




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2/06/2016

Olá mamãe!

Depois que me tornei mãe aprendi:


A amar mais;
Valorizar mais as pessoas que me amam e que amo;
Tratar melhor os filhos das outras pessoas;
Que nunca senti saudades de alguém, como sinto do meu bebê;
Que a cada dia temos algo novo a viver e aprender;
Que um sorriso pode melhorar nosso dia;
Que quando meu bebe não esta bem, não consigo dormir, mesmo que ele esteja dormindo.
Que quando ele sente dor, dói mais em mim;
Que devemos valorizar nossos pais sempre;
Viver um dia de cada vez;
Que fazemos por nossos filhos o que nunca faríamos por ninguém, nem por nós mesmos.
Que existe amor incondicional;
Que o meu filho sempre será, pra mim, o mais lindo e mis esperto;
Que a cada elogio que fazem pra ele, me enche de orgulho;
Que ser mãe dá um novo sentido à vida,
Que a vida é muito mais do que imaginamos;
Que tenho medo da morte, não da minha, mas dos que amo;
Que um minuto sem ele é uma eternidade;
Que nada faz mais sentido do que ser mãe;
E que só quem é mãe vai entender.
Que nada mais faria sentido sem meu filho.

Amo ser mãe!

E você mamãe, o que aprendeu depois de se tornar mãe?

Divida conosco!

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11/11/2015

Você já conhece? Provavelmente já deve ter visto em alguma festa de aniversário, em algum chá de bebê, etc.

O Chalkboard (quadro negro), nada mais é do que um quadro repaginado. Ou seja, à partir de um quadro negro, cria-se uma espécie de mini retrospectiva da criança, com os principais feitos ou conquistas, peso, idade, altura e tudo mais que você quiser fazer. Fica uma graça e você pode imprimir e guardar, usar na decoração do quarto e depois na festinha.

Quer aprender como fazer um?
Olha só esses modelos que separamos para você se inspirar!


Não sou web designer e nem domino as ferramentas para edição de imagem, mas quem me conhece sabe que sou bem curiosa, e me viro com o que dá rs.


Modo 1: Power Point


1- Bom, primeiro entre neste site para baixar as fontes para montar o quadro. Tem umas fontes específicas para esses modelos, que imitam giz, por exemplo.

Modelo de Fontes

2-  Escolha a imagem de fundo. Como essa:
Existem outros modelo no Google. Procure por chalkboard.




3- Editando a imagem: Você pode utilizar qualquer programa de edição. Pode ser Word, Power Point, Plublisher, Paint ou programas mais sofisticados como Photoshop ou CorelDraw. Neste caso, explicarei como fazer pelo Power Point, que é prático.

Dicas para quem for editar no Power Point: 
  • Na aba Design > Configurar Página, você pode alterar o tamanho do slide. Eu coloquei largura: 21 cm e altura: 15 cm. 
  • Na momento de Salvar clique em Salvar como > Formato JPEG. Assim, você poderá imprimir seu quadro em casa ou em uma gráfica

Em qualquer programa que você for utilizar, basta você selecionar a fonte desejada e criar caixas de texto posicionando-os onde você achar mais apropriado, utilizando a imagem do quadro negro como fundo.

Dica: Para remover o fundo da imagem, basta seguir os seguintes passos no Power Point:  Formatar Imagem > Remover plano de fundo. 

Para que o arabesco fique branquinho: Formatar Imagem > Recolorir > Desbotado

Download deste arabesco:
https://sites.google.com/site/stylearquivos/home/download/Arabesco%20Branco%20PNG.png?attredirects=0&d=1

4- Montando: Para montar o quadro, escolha as frases que você colocará, como neste modelo que fiz para o Théo:
Peso e altura
Conquistas do bebê
O que ele ama/gosta de fazer




Monte conforme seu gosto. O Power point é fácil de usar e você pode montar da forma que quiser.

5- Para fazer as linhas, você pode utilizar uma imagem pronta, ou inserir uma linha na aba Página inicial>Formas> escolha o modelo.


Itens editáveis:









Você também pode fazer as plaquinhas para usar na maternidade, na porta do quarto, de enfeite e muito mais!

Modo 2: Picsart

Se preferir também dá pra fazer pelo celular ou tablet, usando um aplicativo que chama Picsart.

1- Primeiro entre no Google Play ou Apple Store e baixe o aplicativo.

Resultado de imagem para picsart


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bjinhos!



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11/10/2015

Os bebês nascem e logo todo mundo quer conhecer... Mas depois que somos mães, entendemos como é importante certos cuidados para essa primeira visita. Algumas pessoas tem bastante noção quanto a isso, outra nenhuma rs. Por isso listamos aqui algumas dicas para você que vai visitar alguém. Essas dicas foram selecionadas após um bate-papo com algumas mães. E para você que está grávida, vale a pena a leitura e a indicação do texto, já para elucidar o pessoal!
1. Local: No hospital/ maternidade/ casa?
Algumas mães preferem receber as visitas ainda no hospital, pela praticidade de poder contar com todo o suporte das enfermeiras para os cuidados com o bebê, e por não precisar se preocupar em ser anfitriã. Outras (como eu), acham esse momento muito cedo e muito particular, eu preferi receber visitas, na minha casa após uma semana, e foi sem problemas, todo mundo super compreende essa fase. O segredo é realmente perguntar para os pais, o que eles preferem. Salvo exceções, quando eles pedem ajuda para algo por exemplo. Depois de um mês mais ou menos as mães costumam já querer mais visitas, nem que seja para conversar, a rotina com o bebê pode ser cansativa e por vezes estressante, ver rostos amigos ajudam muito.
2. Ligue antes. Sempre.

Jamais faça um a visita surpresa. As mulheres e mamães, normalmente, gostam de receber as visitas com a casa arrumadinha, com algum petisco, etc. Eu pelo menos detesto que alguém veja alguma bagunça em casa, rs. Ligue antes e combine o melhor horário, a mãe a princípio está em função do horário do bebê, portanto é muito importante respeitar os horários do banho, mamadas, sonecas, etc. 

3. Coma antes de chegar e evite ir em horários de refeições

Isso também depende da família, aqui no Canadá por exemplo, uma dica que recebemos foi o contrário, se alguém quisesse vir, poderia ser no almoço ou na janta, desde que a pessoa trouxesse a comida, rs... Isso pra nova mãe é excelente. A primeira semana é beeeeem cansativa, nos doamos 200% para o bebê e até o nosso banho fica prejudicado. Então, quanto menos trabalho tivermos melhor! Melhor ainda se você tiver alguma amiga de coração muito bom (como eu tenho aqui), que inclusive fez marmitinhas para mim! (adoro) =)


4. Não leve crianças
Se tiver essa opção ótimo, para evitar bagunça e barulho em excesso. É claro que isso também depende da família. Mas, se der, não leve, elas podem querer pegar o bebê e beijá-lo sem parar, deixando os pais em alerta e por vezes desconfortáveis. Talvez nas primeiras semanas não seja o momento adequado para iniciar a convivência. Se der, espere mais uns dias.
5. Não vá se estiver doente

Parece óbvio, mas tem gente que esquece disso. O sistema imunológico do bebê é bem sensível, e ele ainda está se acostumando com o ambiente, e não tomou todas as vacinas, assim, ele fica mais suscetível a ação de vírus e bactérias. Fique recuperado e vá depois. 

6. Não fume e não use perfumes

Regra master! O olfato e a pele do bebê são extremamente sensíveis. Os cheiros podem dar alergias ou irritações. Não fume, não use cremes ou perfumes fortes, e para os homens, cuidado com o rosto, por causa da barba.

7. Higiene reforçada

Normalmente as mamães deixam um vidro de álcool a mostra para os convidados usarem o quanto quiserem rs. Ou seja, é para usar mesmo! Lave as mãos antes de pegar o bebê, e sempre pergunte a mãe se você pode pegar. 

8. Visitas rápidas

As visitas não podem ser demoradas, só o fato de ser uma visita, já cansa a mãe. Eu lembro que para cada visita a gente (eu e Rodrigo) contávamos como tinha sido o parto, e na semana que o Théo nasceu, contamos essa história umas 3 vezes por dia! kkkkk E claro, ainda contamos! Veja aqui como foi. É que tudo foi muito gostoso e diferente, inclusive partilhar essa experiência é bem legal, porém a gente fica cansada até de falar, aí eu acionava o marido pra contar a história, mesmo porque tinha coisa que eu nem lembrava. Fique pouco tempo. Mãe, pai e bebê precisam descansar.

9. Não peça para a mãe acordar o bebê

Por favor não dê essa ideia de girico! O sono de recém-nascido é sagrado. Pelo menos para os pais que passam dias e noites acordados, esperando ansiosamente pelo momento em que o bebê finalmente fecha os olhos e descansa. Assim, eles também podem dormir um pouco ou fazer outras atividades. 

10. Não pegue na mão do bebê, não beije e nem pegue no colo, caso a mãe não queira

Não, não, e não. Nosso corpo "carrega" algumas bactérias, que não faz mal para nós, mas são nocivas para os bebês. Todos os dias encostamos em diversos objetos que, claro, não estão limpos. Bebês sempre colocam as mãos na boca. Então, evite pegar nos dedinhos do pequeno e também não o beije. Pegar no colo, só se a mãe oferecer.

11. Mão na massa

Se você for íntimo do casal, ajude no que for preciso. Depois de ver o rostinho do bebê e de parabenizar os pais, faça o que puder para ajudá-los em casa. Vale lavar a louça, passar uma vassoura no chão, ou até deixar uma comidinha pronta são tarefas simples e que se acumulam, por conta das novas demandas da família. Se for um amigo bem próximo ou da família, você também pode se oferecer para cuidar do bebê enquanto a mãe toma um banho ou faz uma refeição ou, então, levar o filho mais velho, se o casal tiver um, para dar um passeio. Acredite: estes serão os melhores presentes que você pode dar.

12. Evite dar conselhos e palpites

Só se a mãe pedir ou perguntar algo. Tudo o que uma nova mãe não precisa é de palpites. Nunca. Nem mesmo quanto ao filho mais velho. Mas, principalmente, nessas primeiras semanas, quando ela ainda está se adaptando ao novo papel, conselhos inconvenientes podem deixá-la irritada, insegura, e até triste... A reação depende do temperamento de cada uma. Portanto, evite frases como: "Dá uma mamadeira. Esse bebê deve estar com fome", "Coloque ele no berço, se não vai ficar mal acostumado" ou "Deixa ele chorar um pouco. Faz bem para os pulmões".

13. Não tire fotos, se a mãe não permitir

Pergunte antes! A gente entende que aquele rostinho é muito fofo, assim como a mãozinha, a roupinha e os cabelos e que, por isso, a vontade de fazer uma foto e postar nas redes sociais, para compartilhar com o mundo, é quase incontrolável. Mas segure-se! Só tire fotos e publique na internet se os pais permitirem. Ainda assim, evite o uso de flashes, que podem incomodar o bebê.


14. Hora de amamentar = hora de ir embora
Para algumas. Não é regra. Por isso vale conhecer o casal e saber como os pais são sobre essas coisas. Alguns, dependendo da visita, nem ligam. Já algumas mulheres se sentem constrangidas e preferem amamentar o bebê sozinhas, de maneira reservada. Principalmente no início, quando muitas não têm tanta prática, elas podem se atrapalhar e ficar inseguras ao oferecer o peito para o bebê. Na dúvida, é melhor aproveitar para ir embora. Ou, então, ofereça para sair do local.
15. Fique atento aos sinais
Respeite a rotina da família, esteja atento às necessidades, e interprete os sinais dos pais e do bebê, que são bons indicadores para uma visita bem-sucedida. É fundamental respeitar o ambiente, cultura e circunstâncias dos pais e não contribuir para aumentar a ansiedade familiar.

E você mamãe, tem dúvida sobre como cuidar do seu baby? Dá uma olhada neste post, que vai te ajudar: Os primeiros cuidados com um recém-nascido.
Bjinhos!

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10/30/2015

É fato que existe uma pequena "guerra" entre mães. Digo pequena guerra, por que quem passa pela maternidade em minutos entra nessa guerra e muitas vezes nem percebemos... Eu, de fato, não sabia de nada antes do meu filho nascer. Eu achava que sabia. Achava que já tinha lido de tudo e estaria pronta para todas as situações. E claro, não estava. 

Existe um movimento, ainda discreto, na internet que se chama "Stop the war" (pare a guerra), ligado a questões sobre a maternidade e como julgamos sem nem ao menos perceber que o fazemos. 
Existe julgamento em relação às mães que fizeram parto normal, parto cesárea, as que dão leite materno, as que dão fórmula, que ficam em casa, que vão trabalhar, que saem do emprego e ficam com os filhos, que adotam, que isso, que aquilo e aquilo outro... 
São tantos julgamentos que nos esquecemos que existe um bebê que precisa da mulher como mãe, como ela é. O bebê não tem um "padrão" para julgar a própria mãe se ela é boa ou não...

Existem tantos casos de abandono, de negligência, de maus tratos, e depois que me tornei mãe, acabo sofrendo o que os outros sofrem. Não sei vocês, mas hoje, depois que meu filho nasceu, não consigo mais ver certas coisas, como crianças sofrendo, ou situações fortes. sinto uma dor no peito, que entendo hoje, quando converso com minha mãe, o que é o amor de mãe, o que é sentir uma dor inexplicável no peito quando o bebê está com dor ou doente, entendo que ser mãe algumas vezes não estava no "script" de algumas mulheres, aconteceu, e agora?! Agora, vamos aprender a ser mãe, aprender a amar alguém além de mim, a dar preferência a outras coisas, a priorizar o filho, a se colocar no lugar do outro e claro, aprender a entender, e compreender as outras mães, que independente do estilo, do que faz ou não faz, se faz diferente de mim ou não, é mãe! 

Acredito que exista diversos tipos de mãe, do tipo leoa, que cuida de sua cria com uma proteção exemplar, muitas vezes mais coruja, que considera seu filho o mais lindo e esperto e perfeito, claro né! rs.. Também, mãe do tipo águia, com visão e tato incríveis, mamãe elefante, que carregou tanto tempo o bebê no ventre (dura 22 meses a gestação de um elefante, pasmem, rs...), que quer ficar o máximo de tempo que puder com o filho... E ao mesmo tempo, somos tudo isso junto! Somos incríveis!!!


Ou seja, não existe modelo de mãe perfeita. Seremos a melhor mãe para nossos filhos, e para eles, somos as melhores.E, deixando a brincadeira de lado, quero dizer com tudo isso, que nos transformamos quando vemos a carinha do nosso bebê pela primeira vez. 


Não julgue, não critique, não vá contra. Ajude, compreenda e se coloque no lugar. Mães não nasceram mães, aprendemos a ser, e sempre podemos melhorar.



Por um mundo com mães, mais mães e menos juízas. 


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