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3/02/2016

Algumas mães sugeriram que abordássemos aqui sobre a moleira e o formato da cabeça do bebês. Então, dei uma boa pesquisada e separei alguns tópicos bem importantes.

Bom, primeiro, as moleiras são uma das primeiras preocupações dos pais, é incrível, como todos sentem uma insegurança, quando a isso. O nome oficial para essa "parte " é fontanela, que são aberturas no osso do crânio do bebê separadas por linhas também abertas, chamadas suturas. Existem duas, no topo da cabeça e atrás.

As funções das fontanelas que se encontram no alto da cabeça dos bebês e das suturas são promover o momento do parto, facilitando assim a passagem do bebê pelo canal vaginal e permitir o crescimento adequado do cérebro. Ou seja, elas são como que flexíveis para ajudar a cabeça do bebê a sair, por isso que quando nascem de parto normal, a cabeça apresenta uma certa deformidade, como num formato de cone, que em poucas horas volta ao normal. É perfeito!

No primeiro ano de vida, o cérebro cresce metade do seu tamanho que terá quando adulto, alcançando quase seu crescimento total ao fim do segundo ano de vida.

A fontanela menor fecha-se até o segundo mês de vida do bebê, já a fontanela maior fecha-se entre o nono e décimo quinto mês mês.

Para saber se tudo está bem, é preciso levar o bebê ao pediatra regularmente, o ideal é 1 consulta por mês até o oitavo mês de vida. Para que caso ele perceba qualquer problema, já se inicie o tratamento adequado.  


Ossos do crânio do recém-nascido - foto: GunitaR/ShutterStock.com
Fonte: Google Imagens - ShutterStock

Para observar:

O crânio do bebê deve crescer em formato harmonioso, ou seja, você olha e nada lhe chama a atenção, laterais e topo se fecham como que em círculo. Se por acaso você notou algo de diferente, converse com seu pediatra para que ele possa lhe orientar melhor.

Algumas intervenções no desenvolvimento do crânio do bebê têm uma data limite para sofrer intervenção, caso contrário o bebê pode ter sequelas como, problemas com crescimento e aprendizado.


O que é normal na moleira?


  • A moleira pulsa e se o bebê chora ela pulsa ainda mais e mais forte. Não estranhe, ela sempre pulsará!
  • A moleira pode fechar mais cedo e também pode fechar mais tarde, depende da criança. Isso não quer dizer que seja um problema, desde haja uma avaliação de um médico.

O que não é normal na moleira?

  • A moleira não pode estar afundada e nem abaulada. Em ambos os casos um médico deve ser procurado.
  • Caso você perceba que a moleira do bebê está afundada, atenção. É sinal de que o bebê pode estar desidratado.
  • Se a moleira apresentar uma forma arredondada, de baú, pode significar excesso de vitamina A, entre outros fatores.


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O que é Cranioestenose?


Existe uma alteração conhecida como Cranioestenose, caracterizada pelo fechamento precoce das fontanelas e suturas, ocorrendo deformidades no crânio, já que o cérebro fica sem espaço para crescer adequadamente.

A cranioestenose não tem uma causa definida, mas pode ter motivos hereditários, intra-uterina, infecciosa ou até mesmo o uso de alguns medicamentos durante a gestação, como anticonvulsivantes.

O diagnóstico é feito pelo médico a partir de exame físico do bebê. Através de exames radiológicos e de neuroimagem, o profissional verifica as suturas fechadas e as possíveis malformações dos ossos da face e do sistema nervoso que a cranioestenose pode causar.


Tipos de Cranioestenose:


Fonte: http://cs.i.uol.com.br/album/14122011plagiocefalia_f_001.jpg


Informações:


Desde 1992, quando a Academia Americana de Pediatria passou a recomendar que os bebês dormissem de barriga para cima, o número de morte devido à Síndrome da Morte Súbita Infantil – a principal causa de morte entre crianças menores de 1 ano naquele país – caiu pela metade. 

Apesar da diminuição das mortes, os pediatras perceberam um aumento significativo nos casos de bebês com a cabeça achatada. O problema também é conhecido como plagiocefalia posicional. E acontece quando o recém-nascido fica deitado sempre na mesma posição, não ocorrendo a devida movimentação das placas cranianas, deixando-a achatada. Nos Estados Unidos, cerca de 13% das crianças saudáveis têm algum achatamento na cabeça. 

Por isso, as novas recomendações de cuidados com a cabeça do bebê foram publicadas na revista científica Pediatrics para prevenir esse tipo de problema. Confira: 

- Aumente o tempo que a criança fica de barriga para baixo. Segundo o pediatra James Laughlin, autor do novo relatório, o bebê deve passar, pelo menos, 30 minutos por dia nessa posição. O ideal é ir aumentando esse tempo aos poucos para que a criança se acostume e desenvolva os músculos do pescoço e da nuca. “Além disso, estudos mostram que bebês que ficam nessa posição têm melhor desenvolvimento motor”, diz o especialista. 

- Mude a direção que o bebê dorme no berço semanalmente. Aqui, a ideia é incentivar o bebê a virar a cabeça em direções diferentes. Se quando ele dorme com a cabeça virada para a cabeceira do berço olha para um abajur, por exemplo, ao virar os pezinhos para a cabeceira, seu bebê vai ter outro campo de visão e pode se interessar por um brinquedo que está fora do berço em outra direção. O objetivo é oferecer novos estímulos para que a criança olhe em diferentes posições. 

- Cuidado com a cadeirinha. Apesar de manter uma posição diferente, o apoio para a cabeça é duro e pode facilitar que o bebê desenvolva assimetria. Por isso, especialmente nos primeiros 6 meses, é importante que a criança só fique na cadeirinha enquanto estiver no carro. 

- Durante o dia e sob a sua supervisão, o bebê pode dormir de lado e até de barriga para baixo. Mas só se você estiver por perto! 

- Quando o bebê estiver no colo, segure-o na posição vertical, com a cabeça apoiada em seu braço ou ombro. Alterne também na hora de amamentar. 

Na maioria dos casos, o reposicionamento é suficiente para evitar problemas. Mas, se você perceber algum achatamento na cabeça do seu filho, procure ajuda o quanto antes. Quanto mais cedo mais fácil o tratamento. Os pediatras acreditam que até os 6 meses, o problema é revertido facilmente.

Vale lembrar ainda que a plagiocefalia posicional, em casos graves, pode causar o fechamento da mandíbula e problemas visuais. Mas, na maioria dos casos, é apenas um problema estético e não prejudica o desenvolvimento da criança.


Tratamento:


O tratamento por vezes é cirúrgico e tem por objetivo criar espaços para o desenvolvimento normal do cérebro e corrigir as deformidades existentes, prevenindo ou aliviando as sequelas que possam existir.
Em alguns casos o uso de um capacete específico por ajudar na"remodelação"do crânio. Por isso a necessidade de um médico sempre acompanhar.


Esse assunto lhe interessou? conte pra nós!

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bjinhos!
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2/28/2016

Resultado de imagem para cara de susto desenho simpsonsSeu bebê de repente começou a chorar mais? Está sentindo que ele quer mamar o tempo inteiro? Mudou o humor?
A causa disso tudo pode ser natural: o desenvolvimento e o crescimento da criança.

O desenvolvimento e o crescimento do bebê no primeiro ano, provocam alterações no seu sono, na alimentação e no comportamento. Mês a mês os bebês aprendem muitas coisas, mesmo com dias! E quanto mais aprendem, mas agitados, curiosos e espertos eles ficam.

Todo o processo de desenvolvimento do seu bebê (como aprender a rolar, engatinhar e andar) e seu crescimento precisam ser tratados com paciência e entendimento. Nem tudo é manha.


Vamos entender melhor...  


Picos de crescimento:



Normalmente relacionado ao crescimento físico, como altura e peso. Nesta fase os bebês sentem uma necessidade maior de mamar, pois precisam de mais alimento e nutrientes, e é exatamente nesses períodos que os bebês crescem e engordam mais.
A produção de leite da mulher acompanha o ritmo do bebê (pode ficar tranquila), sendo importante alimentar os bebês sempre que eles solicitarem durante as crises, é uma questão de necessidade e não de fugir da rotina. Além de acalmá-los, a amamentação em livre demanda é indicada em qualquer momento.

Nos picos de crescimento o bebê fica mais agitado, acorda várias vezes a noite desejando mamar a cada hora e sugando com mais vigor. Devido a isso, muitas mamães começam a desconfiar de que estão com “pouco leite” ou que não tem a quantidade suficiente que o seu bebê precisa. Uma confusão clássica desses períodos, o que acaba ocasionando a introdução desnecessária de complementos, fórmulas infantis.


Duração:

Geralmente duram uma semana, mas cada bebê tem necessidades diferentes e esse tempo pode variar. De qualquer forma não são períodos longos, alguns picos duram 2 dias, outros 7, outros 10.


Saltos de desenvolvimento:

Marcado pela aquisição de novas habilidades, como: sorrir, bater palmar, olhar quando alguém chama ou engatinhar.
Essas habilidades começam a formar memórias nos bebês, eles passam a gravar o que aprende. Perceba que se o bebê aprendeu a bater palmas por exemplo, no dia seguinte, ele pode começar a bater palmas sem que você o motive.
Nessa fase eles desenvolvem uma nova habilidade a cada dia, como por exemplo: mudanças na visão, os bebês começam a enxergar as coisas de maneira mais focada, quando começam a sorrir (o famoso sorriso social), interagir mais com os pais e principalmente quando ocorrem mudanças no seu desenvolvimento motor: Começam a controlar os movimentos finos (conseguir pegar algum objeto com a mão), firmar a cabeça, aprendem a sentar, engatinhar e caminhar.

Todas essas mudanças trazem sensações e sentimentos desconhecidos para o bebê, fazendo com que ele se sinta perdido, pois o seu sistema perceptivo e cognitivo mudou, mas ele ainda não conseguiu entender porque isso ocorreu, ele ainda não se adaptou as mudanças. Então, novamente o mundo se torna um lugar estranho, inseguro, desconhecido, fazendo com que o bebê sinta necessidade de voltar para “a base”, para a sua segurança, ou seja, a mamãe.

Por isso, nessas fases os bebês ficam tão carentes, choram para tudo e precisam tanto de “colinho”, mamam mais ou menos, acordam várias vezes na noite. Geralmente algo comum que acontece é acordar a cada ciclo de sono para treinar (para o nosso desespero), as novas habilidades que estão adquirindo (sentar na cama, engatinhar dormindo, etc) e geralmente nesse despertar é comum que os bebês precisem dos pais para voltar a dormir, o que afeta diretamente a qualidade do nosso sono (parece que voltamos no tempo, naquela fase de Recém-Nascido).

Duração:

Duram entre uma a seis semanas, novamente tudo depende de cada criança.
Geralmente ocorrem com mais frequência no primeiro ano do bebê, mas os saltos continuam acontecendo até a adolescência.


A tabela abaixo ajuda a identificar quando que eles podem acontecer:



Veja abaixo o que acontece com o bebê durante essas mudanças em seu desenvolvimento:

- 5 semanas (1 mês): a visão do bebê melhora, ele consegue ver padrões em branco e preto, passa a se interessar mais pelo ambiente que o rodeia e consegue seguir objetos brevemente com os olhos. Passa ficar acordado por períodos um pouco maiores (cerca de 1 hora ou pouco mais entre as sonecas). É também nessa época que bebê começa a chorar com lágrimas e sorrir pela primeira vez ou com mais frequência do que antes.

- 8 semanas (quase 2 meses): diferenças nos sons, cheiros e sabores ficam mais perceptíveis. Ele percebe que as mãos e os pés pertencem ao corpo e começa a tentar controlar estes membros. O bebê começa também a experimentar com sua voz. É também nessa fase que o bebê começa a mostrar um pouco de sua personalidade: é agora que os pais começam a reparar quais coisas, cores e sons o bebê gosta mais. Depois desse salto o bebê vai poder virar a cabeça na direção de algo interessante e emitir sons conscientemente. Todas essas novas experiências trazem insegurança ao bebê que provavelmente procura mais o conforto do peito da mãe. Isso pode deixar a mãe preocupada se produz leite materno suficiente, o que não procede, já que a produção se ajusta à demanda (ver abaixo também sobre picos de crescimento).

- 12 semanas (quase 3 meses): o bebê descobre mais nuances da vida: nessa idade o bebê já pode enxergar todo um cômodo da casa, vira-se quando ouve sons altos, e consegue juntar suas mãos. Vai observar e mexer no rosto e cabelo dos pais e vai perceber que pode gritar. Depois do salto o bebê praticamente não vai mais precisar de apoio para manter a cabeça erguida. Como nos outros saltos, os pais são o porto seguro do mundo do bebê e ele se apoia nisso. Ele pode começar a reagir de maneira diferente fora de casa ou no colo de um estranho. Ao mesmo tempo que o bebê tem uma grande curiosidade em reparar no mundo que o rodeia, ele também é muito sensível às novidades e por isso se sente mais confortável e seguro nos braços dos pais.

- 19 semanas (4 meses e meio): por volta da 14ª. até a 17ª. semanas o bebê pode parecer mais ‘impaciente’. Esse é um dos saltos mais longos: dura cerca de 4 semanas, podendo porém se estender por até 6 semanas. O bebê chora mais, apresenta mudanças extremas de temperamento e quer mais atenção e colo. Consegue alcançar e pegar um brinquedo, sacudi-lo e colocá-lo na boca, passá-lo de uma mão para outra. Pode ganhar o primeiro dente. Os sons que o bebê emite se tornam mais nítidos e complexos, consegue fazer alguns sons como ‘baba’, ‘dada’. Tudo cheira, soa e tem gosto diferente agora. Dorme menos. Estranha as pessoas e busca maior contato corporal quando está sendo amamentado. Depois desse salto o bebê vai poder virar de costas e de barriga para baixo, e vice-versa, se arrastar pra frente ou pra trás, olhar atentamente para imagens num livro; reagir ao ver seu reflexo no espelho e reconhecer seu próprio nome.

Esse é um dos saltos de desenvolvimento mais significativos e em que um maior número de mães costuma relatar alterações no sono. Provavelmente porque o padrão de sono parecia entrar num ritmo desde que o bebê nasceu, e essa alteração é vista como uma ‘regressão’, na qual o bebê tende a acordar bastante por algumas semanas enquanto está trabalhando no salto. E uma vez que esse salto está completo há somente 1 ou 2 semanas antes de começar a trabalhar no próximo (das 26 semanas), é um longo período de sono ruim e bebê irritado nesse estágio da vida.

- 26 semanas (6 meses): Já na 23ª semana o bebê parece se tornar mais ‘difícil’. Ele busca maior contato corporal durante as brincadeiras. O bebê já consegue coordenar os movimentos dos braços e pernas com o resto do corpo. Senta sem apoio e põe objetos na boca. Nessa idade ele começa a entender que as coisas podem ficar dentro, fora, em cima, embaixo, atrás, na frente, e usa isso em suas brincadeiras. Ele passa a entender que quando a mamãe anda, ela vai se afastar e isso o assusta, então reclama quando a mãe sai de perto. Depois desse salto o bebê vai ficar interessado em explorar a casa, armários, gavetas, achar etiquetas, levantar tapetes para olhar o que tem embaixo. Ele se vira para prestar atenção nas vozes, consegue imitar alguns sons, rola bem em ambas direções e começa a se apoiar em algo para ficar de pé. Adquire maturidade para receber alimentos sólidos. Essa fase pode durar cerca de 4-5 semanas.

- 30 semanas (7 meses): o bebê tenta se jogar adiante para alcançar objetos, bate um objeto em outro. Pode começar a engatinhar, a falar algumas sílabas e entende melhor o conceito de permanência das coisas. Pode fazer sinal de tchau. Sente ansiedade com estranhos.

- 37 semanas (8 meses e meio): o bebê fica ‘temperamental’, tem mudanças frequentes em seu humor, de alegre para agressivo e vice-versa, ou de exageradamente amoroso para ataques de raiva em questão de momentos. Chora com mais frequência. Quer ter mais atividades e protesta se não as tem! Não quer que troquem sua fralda, chupa seus dedos. Protesta quando o contato corporal é interrompido. Dorme menos, tem menos apetite, movimenta-se menos e “fala” menos. Às vezes senta-se quieto e sonha acordado. O bebê agora começa a explorar as coisas de uma forma mais metódica. Passa a entender que as coisas podem ser classificadas, por exemplo, sabe o que é comida e o que é animal, seja ao vivo ou em um livro. Fala "mamá" e"papá" sem distinção de quem é a mãe ou o pai. Engatinha, aponta objetos, procura objetos escondidos, usa o polegar e dedo indicador para segurar objetos.

- 46 semanas (quase 11 meses): o bebê percebe que existe uma ordem nas coisas e atitudes, por exemplo, que se colocam sapatos nos pés e brinquedos nos armários. Ganha então uma consciência de suas próprias atitudes. Ao invés de separar objetos, passa a juntá-los. Depois desse salto o bebê vai poder apontar para algo ou pessoa a pedido seu, vai querer ‘falar’ no telefone e enfiar chaves nos buracos de chave, procurar algo que você escondeu, tentar tirar a própria roupa. Fala "mamá" e "papá" para a mãe ou pai corretamente. Levanta-se por alguns segundos, movimenta-se mais, entende o "não" e instruções simples.

- 55 semanas (quase 13 meses): geralmente a fase em que o bebê começa a andar - um salto no desenvolvimento bem significativo. Fala mais palavras do que "mama" e "papa". Rabisca com giz.

- 64 semanas (quase 15 meses): o bebê combina palavras e gestos para expressar o que precisa, come com as mãos, esvazia recipientes, coloca tampas nos recipientes apropriados, imita as pessoas, explora tudo que estiver à sua frente, inicia jogos, aponta partes do corpo quando perguntado, responde a algumas instruções (por exemplo, “me dá um beijo”), usa colher e garfo, empurra e puxa brinquedos enquanto anda, joga bola, anda de marcha a ré.

- 75 semanas (17 meses): o bebê usa cerca de 6 palavras regularmente, gosta de jogos de imitação, gosta de esconder brinquedos, alimenta uma boneca, joga bola, dança, separa brinquedos por cor, formato e tamanho. Olha livros sozinho e rabisca bem.


É muito importante respeitar a demanda aumentada de mamadas, pois somente com a livre demanda é que a produção de leite materno se ajusta perfeitamente às necessidades do bebê.


Para ajudar você a se localizar com esses picos, baixe a planilha abaixo e preencha a data de nascimento do seu bebê. Automaticamente as outras células serão preenchidas e você poderá acompanhar o desenvolvimento do seu bebê.






Tem alguma dúvida? Mande para nós!

Beijinhos e ótima semana!






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11/11/2015

Você já conhece? Provavelmente já deve ter visto em alguma festa de aniversário, em algum chá de bebê, etc.

O Chalkboard (quadro negro), nada mais é do que um quadro repaginado. Ou seja, à partir de um quadro negro, cria-se uma espécie de mini retrospectiva da criança, com os principais feitos ou conquistas, peso, idade, altura e tudo mais que você quiser fazer. Fica uma graça e você pode imprimir e guardar, usar na decoração do quarto e depois na festinha.

Quer aprender como fazer um?
Olha só esses modelos que separamos para você se inspirar!


Não sou web designer e nem domino as ferramentas para edição de imagem, mas quem me conhece sabe que sou bem curiosa, e me viro com o que dá rs.


Modo 1: Power Point


1- Bom, primeiro entre neste site para baixar as fontes para montar o quadro. Tem umas fontes específicas para esses modelos, que imitam giz, por exemplo.

Modelo de Fontes

2-  Escolha a imagem de fundo. Como essa:
Existem outros modelo no Google. Procure por chalkboard.




3- Editando a imagem: Você pode utilizar qualquer programa de edição. Pode ser Word, Power Point, Plublisher, Paint ou programas mais sofisticados como Photoshop ou CorelDraw. Neste caso, explicarei como fazer pelo Power Point, que é prático.

Dicas para quem for editar no Power Point: 
  • Na aba Design > Configurar Página, você pode alterar o tamanho do slide. Eu coloquei largura: 21 cm e altura: 15 cm. 
  • Na momento de Salvar clique em Salvar como > Formato JPEG. Assim, você poderá imprimir seu quadro em casa ou em uma gráfica

Em qualquer programa que você for utilizar, basta você selecionar a fonte desejada e criar caixas de texto posicionando-os onde você achar mais apropriado, utilizando a imagem do quadro negro como fundo.

Dica: Para remover o fundo da imagem, basta seguir os seguintes passos no Power Point:  Formatar Imagem > Remover plano de fundo. 

Para que o arabesco fique branquinho: Formatar Imagem > Recolorir > Desbotado

Download deste arabesco:
https://sites.google.com/site/stylearquivos/home/download/Arabesco%20Branco%20PNG.png?attredirects=0&d=1

4- Montando: Para montar o quadro, escolha as frases que você colocará, como neste modelo que fiz para o Théo:
Peso e altura
Conquistas do bebê
O que ele ama/gosta de fazer




Monte conforme seu gosto. O Power point é fácil de usar e você pode montar da forma que quiser.

5- Para fazer as linhas, você pode utilizar uma imagem pronta, ou inserir uma linha na aba Página inicial>Formas> escolha o modelo.


Itens editáveis:









Você também pode fazer as plaquinhas para usar na maternidade, na porta do quarto, de enfeite e muito mais!

Modo 2: Picsart

Se preferir também dá pra fazer pelo celular ou tablet, usando um aplicativo que chama Picsart.

1- Primeiro entre no Google Play ou Apple Store e baixe o aplicativo.

Resultado de imagem para picsart


2- Depois, clique para abri-lo e ira aparecer a primeira tela que você na imagem abaixo. Clique em editor.

3- Ira aparecer a tela pedindo que você escolha a imagem que ira usar, você ira escolher galeria. Importante: a imagem que ira usar deve estar salva no celular.

4- A imagem que você escolheu ira abrir no aplicativo e logo abaixo na tela você pode ver todas as opções disponíveis para a edição da imagem.  As ferramentas que você ira mais usar será a de texto e desenho.
Tem alguma dúvida de como montar? Mande para nós! Vamos te ajudar!

bjinhos!



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11/10/2015

Os bebês nascem e logo todo mundo quer conhecer... Mas depois que somos mães, entendemos como é importante certos cuidados para essa primeira visita. Algumas pessoas tem bastante noção quanto a isso, outra nenhuma rs. Por isso listamos aqui algumas dicas para você que vai visitar alguém. Essas dicas foram selecionadas após um bate-papo com algumas mães. E para você que está grávida, vale a pena a leitura e a indicação do texto, já para elucidar o pessoal!
1. Local: No hospital/ maternidade/ casa?
Algumas mães preferem receber as visitas ainda no hospital, pela praticidade de poder contar com todo o suporte das enfermeiras para os cuidados com o bebê, e por não precisar se preocupar em ser anfitriã. Outras (como eu), acham esse momento muito cedo e muito particular, eu preferi receber visitas, na minha casa após uma semana, e foi sem problemas, todo mundo super compreende essa fase. O segredo é realmente perguntar para os pais, o que eles preferem. Salvo exceções, quando eles pedem ajuda para algo por exemplo. Depois de um mês mais ou menos as mães costumam já querer mais visitas, nem que seja para conversar, a rotina com o bebê pode ser cansativa e por vezes estressante, ver rostos amigos ajudam muito.
2. Ligue antes. Sempre.

Jamais faça um a visita surpresa. As mulheres e mamães, normalmente, gostam de receber as visitas com a casa arrumadinha, com algum petisco, etc. Eu pelo menos detesto que alguém veja alguma bagunça em casa, rs. Ligue antes e combine o melhor horário, a mãe a princípio está em função do horário do bebê, portanto é muito importante respeitar os horários do banho, mamadas, sonecas, etc. 

3. Coma antes de chegar e evite ir em horários de refeições

Isso também depende da família, aqui no Canadá por exemplo, uma dica que recebemos foi o contrário, se alguém quisesse vir, poderia ser no almoço ou na janta, desde que a pessoa trouxesse a comida, rs... Isso pra nova mãe é excelente. A primeira semana é beeeeem cansativa, nos doamos 200% para o bebê e até o nosso banho fica prejudicado. Então, quanto menos trabalho tivermos melhor! Melhor ainda se você tiver alguma amiga de coração muito bom (como eu tenho aqui), que inclusive fez marmitinhas para mim! (adoro) =)


4. Não leve crianças
Se tiver essa opção ótimo, para evitar bagunça e barulho em excesso. É claro que isso também depende da família. Mas, se der, não leve, elas podem querer pegar o bebê e beijá-lo sem parar, deixando os pais em alerta e por vezes desconfortáveis. Talvez nas primeiras semanas não seja o momento adequado para iniciar a convivência. Se der, espere mais uns dias.
5. Não vá se estiver doente

Parece óbvio, mas tem gente que esquece disso. O sistema imunológico do bebê é bem sensível, e ele ainda está se acostumando com o ambiente, e não tomou todas as vacinas, assim, ele fica mais suscetível a ação de vírus e bactérias. Fique recuperado e vá depois. 

6. Não fume e não use perfumes

Regra master! O olfato e a pele do bebê são extremamente sensíveis. Os cheiros podem dar alergias ou irritações. Não fume, não use cremes ou perfumes fortes, e para os homens, cuidado com o rosto, por causa da barba.

7. Higiene reforçada

Normalmente as mamães deixam um vidro de álcool a mostra para os convidados usarem o quanto quiserem rs. Ou seja, é para usar mesmo! Lave as mãos antes de pegar o bebê, e sempre pergunte a mãe se você pode pegar. 

8. Visitas rápidas

As visitas não podem ser demoradas, só o fato de ser uma visita, já cansa a mãe. Eu lembro que para cada visita a gente (eu e Rodrigo) contávamos como tinha sido o parto, e na semana que o Théo nasceu, contamos essa história umas 3 vezes por dia! kkkkk E claro, ainda contamos! Veja aqui como foi. É que tudo foi muito gostoso e diferente, inclusive partilhar essa experiência é bem legal, porém a gente fica cansada até de falar, aí eu acionava o marido pra contar a história, mesmo porque tinha coisa que eu nem lembrava. Fique pouco tempo. Mãe, pai e bebê precisam descansar.

9. Não peça para a mãe acordar o bebê

Por favor não dê essa ideia de girico! O sono de recém-nascido é sagrado. Pelo menos para os pais que passam dias e noites acordados, esperando ansiosamente pelo momento em que o bebê finalmente fecha os olhos e descansa. Assim, eles também podem dormir um pouco ou fazer outras atividades. 

10. Não pegue na mão do bebê, não beije e nem pegue no colo, caso a mãe não queira

Não, não, e não. Nosso corpo "carrega" algumas bactérias, que não faz mal para nós, mas são nocivas para os bebês. Todos os dias encostamos em diversos objetos que, claro, não estão limpos. Bebês sempre colocam as mãos na boca. Então, evite pegar nos dedinhos do pequeno e também não o beije. Pegar no colo, só se a mãe oferecer.

11. Mão na massa

Se você for íntimo do casal, ajude no que for preciso. Depois de ver o rostinho do bebê e de parabenizar os pais, faça o que puder para ajudá-los em casa. Vale lavar a louça, passar uma vassoura no chão, ou até deixar uma comidinha pronta são tarefas simples e que se acumulam, por conta das novas demandas da família. Se for um amigo bem próximo ou da família, você também pode se oferecer para cuidar do bebê enquanto a mãe toma um banho ou faz uma refeição ou, então, levar o filho mais velho, se o casal tiver um, para dar um passeio. Acredite: estes serão os melhores presentes que você pode dar.

12. Evite dar conselhos e palpites

Só se a mãe pedir ou perguntar algo. Tudo o que uma nova mãe não precisa é de palpites. Nunca. Nem mesmo quanto ao filho mais velho. Mas, principalmente, nessas primeiras semanas, quando ela ainda está se adaptando ao novo papel, conselhos inconvenientes podem deixá-la irritada, insegura, e até triste... A reação depende do temperamento de cada uma. Portanto, evite frases como: "Dá uma mamadeira. Esse bebê deve estar com fome", "Coloque ele no berço, se não vai ficar mal acostumado" ou "Deixa ele chorar um pouco. Faz bem para os pulmões".

13. Não tire fotos, se a mãe não permitir

Pergunte antes! A gente entende que aquele rostinho é muito fofo, assim como a mãozinha, a roupinha e os cabelos e que, por isso, a vontade de fazer uma foto e postar nas redes sociais, para compartilhar com o mundo, é quase incontrolável. Mas segure-se! Só tire fotos e publique na internet se os pais permitirem. Ainda assim, evite o uso de flashes, que podem incomodar o bebê.


14. Hora de amamentar = hora de ir embora
Para algumas. Não é regra. Por isso vale conhecer o casal e saber como os pais são sobre essas coisas. Alguns, dependendo da visita, nem ligam. Já algumas mulheres se sentem constrangidas e preferem amamentar o bebê sozinhas, de maneira reservada. Principalmente no início, quando muitas não têm tanta prática, elas podem se atrapalhar e ficar inseguras ao oferecer o peito para o bebê. Na dúvida, é melhor aproveitar para ir embora. Ou, então, ofereça para sair do local.
15. Fique atento aos sinais
Respeite a rotina da família, esteja atento às necessidades, e interprete os sinais dos pais e do bebê, que são bons indicadores para uma visita bem-sucedida. É fundamental respeitar o ambiente, cultura e circunstâncias dos pais e não contribuir para aumentar a ansiedade familiar.

E você mamãe, tem dúvida sobre como cuidar do seu baby? Dá uma olhada neste post, que vai te ajudar: Os primeiros cuidados com um recém-nascido.
Bjinhos!

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10/26/2015

Olá mamãe!

Antes de engravidarmos sempre ouvimos dizer que a gravidez pode dura normalmente 9 meses, no entanto depois surgem as dúvidas 9 meses? 40 semanas? Ou 10 meses?

Contagem em meses lunares

Como alguns meses tem 30 outros 31 e ainda tem o mês de fevereiro que tem 28 ou 29 dias, a solução apontada por algumas pessoas é contar a gravidez em meses lunares, pois estes possuem como via de regra 28 dias, logo, se você fizer a contagem dessa forma e pelo conceito que a gravidez possui 40 semanas, você ficará gravida 10 meses lunares, que é aproximadamente o mesmo que 9 meses comuns, tendo em vista que há meses com 5 semanas.
No entanto nem toda gravidez dura 40 semanas, há mulheres que terão o parto antecipado por diversos motivos, e à partir de 37 semanas a gravidez não é mais considerada prematura, no entanto há mulheres que terão seu parto após as 40 semanas, sendo considerado o "prazo" limite 42 semanas.

Você quer fazer a contagem por semana?

Bom, também é possível, mas ainda é uma explicação que gera muita confusão.
Essa conta é feita da seguinte forma, o dia em que iniciou a sua ultima menstruação, exemplo dia 31 de agosto de 2015, esse dia é contabilizado como o dia que você engravidou, dessa forma dia 31 de agosto você está na 1ª semana de gravidez, no dia 06 de setembro será o ultimo dia da 1ª semana. Do dia 07 ao dia 13 estará na 2ª semana de gravidez, do dia 14 ao dia 20 3ª semana, do dia 21 ao dia 26 4ª semana, e assim sucessivamente. Lembrando que essa conta poderá sofrer alterações quando o obstetra fizer a ultrassonografia.

E para fazer a contagem em meses?

Na primeira ultrassonografia o médico vai te passar uma data provável do parto - DPP - (Saiba mais sobre DPP) e ai fica um pouco mais fácil de você falar em meses, pois o dia da data provável é o dia em que você completará mês em todos os meses, exemplo sua DPP é 06/06/2016, então no dia 06/11/2015 você completará 2 meses. Hoje em dia também há aplicativos que convertem semanas em meses.

Colocamos abaixo uma tabela para facilitar a ligação das 42 semanas com 9 meses.




Esperamos ter ajudado.

Boa sorte!

Bjos.

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10/20/2015



Olá mamães!

Durante toda a gravidez ouvimos muito falar sobre líquido amniótico, e nem sempre sabemos a devida importância dele, colocamos aqui algumas informações importantes a serem consideradas.

O líquido amniótico é um líquido ligeiramente amarelado que envolve e suporta o desenvolvimento do feto durante a gravidez.

A princípio o líquido amniótico é produzido na placenta, iniciando a produção por volta do 12º dia após a conceção e com água do corpo da mãe. Por volta da  20ª semana os rins do bebê começam a funcionar e passam a produzir o líquido amniótico que passa a ser constituído, em sua maior parte, por urina fetal.
O nível de líquido amniótico varia ao longo da gravidez. Aumenta até as 32/33 semanas de gestação, período em que atinge o seu nível mais elevado contendo entre 800 a 1000 ml.
O líquido amniótico é "renovado" mais ou menos a cada duas horas. O bebê flutua, movimenta-se, engole e “respira” o líquido para depois o expelir de novo.

O líquido amniótico auxilia:
*O desenvolvimento do bebê, permitindo o crescimento ósseo e desenvolvimento motor adequados.
*O adequado desenvolvimento dos pulmões.
*Mantém a temperatura constante, protegendo o bebê da perda de calor.
*Protege o bebê do exterior ao proporcionar uma camada protetora que funciona como um amortecedor contra choques ou movimentos bruscos.

Excesso de líquido amniótico

O excesso de líquido aminótico, também conhecido com polidrâmnio, normalmente está relacionado com a incapacidade do bebê para absorver e engolir o líquido nas quantidades normais. No entanto, o aumento do líquido amniótico também pode acontecer devido a outros problemas que promovem o aumento exagerado na produção do líquido amniótico, entre eles:

*Diabetes gestacional: o aumento das quantidades de açúcar no sangue da grávida faz com que o bebê produza mais urina, aumentando a quantidade de líquido amniótico;
*Problemas gastrointestinais no bebê: podem diminuir a capacidade do bebê para absorver o líquido amniótico e, nestes casos, pode ser necessário fazer cirurgia após o nascimento para tratar o problema no bebê;
*Crescimento anormal de vasos sanguíneos na placenta: promove uma produção exagerada de líquido amniótico;
*Infecções na grávida ou no bebê como rubéola, citomegalovírus, toxoplasmose ou sífilis;
*Doenças cromossômicas como Síndrome de Down ou Síndrome de Edwards.

Independentemente da causa, o aumento da quantidade de líquido amniótico não significa que o bebê irá nascer com alguma má-formação ou doença, pois na maior parte dos casos, o bebê nasce completamente saudável.

Normalmente não há tratamento para excesso de líquido aminótico, sendo apenas recomendado manter consultas regulares no obstetra para avaliar a quantidade de líquido amniótico, com o intuito de evitar consequências como:

*Parto prematuro devido a ruptura prematura da bolsa de água;
*Crescimento e desenvolvimento fetal excessivo;
*Descolamento da placenta;

Porém há nos casos mais graves, em que o aumento do líquido amniótico antecipam o parto ou causam sintomas como dificuldade para respirar e dor abdominal, o obstetra pode recomendar retirar uma parte do líquido com uma agulha ou utilizar remédios, como a Indometacina, que ajudam a diminuir a produção de urina pelo bebê e, consequentemente, diminuem a quantidade de líquido amniótico.

Redução de líquido amniótico

A redução no líquido amniótico, conhecido como oligoidrâmnio atinge cerca de 8% das grávidas em algum ponto da gestação, normalmente no terceiro trimestre. 

Seu médico vai solicitar um ultra-som se desconfiar de que a quantidade de líquido está abaixo da ideal. Isso pode estar ocorrendo quando: 
*A mulher está perdendo líquido amniótico pela vagina
*O bebê está menor que o normal para a idade gestacional 
*O médico consegue apalpar fácil o bebê pelo lado de fora da barriga 
*A mulher não está sentindo o bebêmexer com frequência
*A mulher já teve outro filho que nasceu pequeno para a idade gestacional 
*A mulher tem pressão alta 
*A mulher está com diabete 
*A mulher sofre de lúpus

As principais causas da diminuição de líquido são:

Ruptura parcial da bolsa 
Quando há uma pequena abertura na bolsa, o líquido pode escapar. Pode acontecer em qualquer ponto da gravidez, mas é muito mais frequente perto do final da gestação. Às vezes a abertura se fecha sozinha e o líquido pára de vazar.
O maior perigo dessa ruptura parcial da bolsa, além do oligoidrâmnio, é a entrada de bactérias, que podem provocar uma infecção. Assim, seu médico estará mais atento para qualquer sinal de infecção. 

Problemas na placenta 
Pode ser que a placenta não esteja produzindo sangue e nutrientes em quantidade adequada para o desenvolvimento do bebê. Quando os bebês são pequenos, produzem menor quantidade de urina, por isso os níveis de líquido amniótico ficam baixos. 

Anomalias no bebê 
Quando o líquido fica abaixo do normal ainda no primeiro ou no segundo trimestre, pode ser que haja alguma malformação interferindo na produção de urina pelo bebê. O médico deve pedir um ultra-som detalhado para verificar o desenvolvimento dos rins do bebê e do trato urinário, além do coração. 

Síndrome da transfusão feto-fetal 
Quando a mulher está grávida de gêmeos idênticos e cada um tem sua própria bolsa, há entre 10 e 15 por cento de possibilidade de eles terem a síndrome da transfusão feto-fetal -- um bebê recebe mais sangue e nutrientes da placenta que o outro. Nesses casos, o gêmeo "doador" acaba ficando com menos líquido amniótico, enquanto o "receptor" fica com líquido em excesso. 

Medicamentos 
Determinados remédios podem causar oligoidrâmnio. A medicação contra hipertensão à base de inibidores da enzima conversora da angiotensina (inibidores da ACE), por exemplo, afeta o funcionamento dos rins do bebê e deve ser evitada. Alguns remédios usados para combater a ameaça de parto prematuro também podem afetar os rins do bebê, assim como o ibuprofeno. Nunca use nenhum remédio na gravidez sem falar com o médico. 

Boa sorte! 

Bjos.

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